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NOTA: Empresas paulistas investem mais em ampliação e modernização

Os pequenos e médios empresários de São Paulo investiram mais na ampliação e modernização de seus negócios no ano passado do que em 2011. Segundo o balanço de 2012 da Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista, os financiamentos para projetos de investimento chegaram a 80% do total de R$ 403 milhões desembolsados no ano, ante 20% tomados para capital de giro. Em 2011, a participação de projetos de ampliação e modernização no desembolso da instituição era de apenas 49%. 

“Essa mudança na composição da carteira de crédito da instituição, em que os recursos para projetos de investimento superaram os desembolsos para capital de giro, demonstra que empresário paulista está confiante na economia do estado e se preparando para crescer mais em 2013”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. 

Página Semanal da ABRH-SP 13 de Janeiro de 2013

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INDICADORES

  • Segundo a pesquisa Impex de empregos para executivos, da consultoria Laerte Cordeiro, os números da oferta para cargos de gerência e direção em 2012 foram muito ruins, particularmente no segundo semestre, quando os piores efeitos da crise internacional alcançaram o país. Em consequência, os números anuais ficaram muito aquém do esperado. Se em 2011 a média mensal de recrutamento em São Paulo foi de 791 executivos, em 2012 a média não chegou a 650 procuras.
  • Há indicações de que 2013 possa ser um ano bem melhor para os executivos brasileiros. Tudo aponta que haverá mais oportunidades para os profissionais da área geral de Vendas e Marketing, de Produção Industrial, de Finanças e Controladoria e de Serviços (TI, RH e Jurídica). O desenvolvimento empresarial aumentará também a busca de gerentes gerais ou equivalentes.
  • Mais uma vez, a indústria será a maior recrutadora de executivos. A seguir, os setores de serviços (sempre crescendo), de comércio e bancário/financeiro.
  • As empresas mais recrutadoras estarão nos segmentos de produtos de consumo, de confecções, de autopeças, de engenharia, de saúde, de telecomunicações e química.

Página Semanal da ABRH-SP 13 de Janeiro de 2013

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GRUPOS DE ESTUDO: Aquisição e Retenção de Talentos

Recentemente, mudei de trabalho e, sendo uma profissional de RH que trabalha com gestão de talentos, fui questionada pelos meus colegas sobre aspectos relacionadas à atração e retenção de talentos.

O que me fez mudar de trabalho? Como me recrutaram? Por que a empresa não fez a retenção? Diante dessas perguntas, mais uma vez penso nas empresas e em cada ser humano. 

Acredito que há alguns fatores que devem ser analisados, tanto pelo headhunter ou recrutador como pela empresa que tem o papel oposto, que é reter seus talentos. 

Entendo que, se uma boa contratação é feita, as chances de retenção são maiores. Vejo quatro aspectos que devem ser levados em consideração sempre: 

Gerações diferentes: a empresa trabalha bem com diferentes gerações ou o foco são pessoas com mais idade e tempo de casa? É uma empresa com a sua maioria jovem? Como é isso dentro da organização? 

Cultura, ritmo e clima: é uma empresa agressiva? Possui um ritmo lento e burocrático? O candidato está alinhado à cultura e ao clima da empresa? Vai se adaptar bem e isso será um aspecto forte na hora da retenção? 

Potencial e aspirações de carreira: a empresa busca potenciais ou pessoas prontas? Como são as carreiras dentro da empresa? E as expectativas de crescimento do candidato? Existe correlação? 

Habilidades técnicas/liderança: precisamos de um líder ou de um especialista na organização? Qual é a expectativa do candidato e a da empresa? 

É analisando essas questões de forma profunda que podemos atrair e reter os melhores talentos. É assim também que muitos deixam as organizações. Cabe ressaltar que a carreira engloba aspectos de desafios, realização, mudança de cargos e também a questão de salário e benefícios. Será que estamos sendo retidos pelas atuais empresas ou atraídos pelo mercado? 

Marcela Niemeyer é integrante do Grupo de Estudo Estratégias para Aquisição e Retenção de Talentos, de São Paulo (as ideias apresentadas no artigo não refletem necessariamente a posição da ABRH-SP)

Página Semanal da ABRH-SP 13 de Janeiro de 2013-01-14

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EDITORIAL: O desafio de continuar crescendo com qualidade

Estamos dando início à nova gestão da ABRH-SP para o triênio 2013-2015, dentro de um momento histórico importante de nossa economia, com claros desafios na área de educação corporativa e relações do trabalho, por exemplo. Para apoiar nossos associados e a comunidade de RH de forma geral, trazemos uma diretoria talentosa, sensível, formada por profissionais de renome na área e eleita pela grande maioria dos associados. Muitos são os desafios, mas creio que saberemos equilibrar a ousadia de fazer mais e o compromisso de fazer bem-feito com a sabedoria de ser economicamente sustentável.

Nossa entidade vive, atualmente, um bom momento, atestado pelo crescente número de associados e pela constante procura de empresas que desejam se tornar patrocinadoras e apoiadoras das realizações da entidade para associar a sua marca à da ABRH-SP. Sinal de que temos ampliado nossa representatividade e respondido às demandas e questões da comunidade de profissionais de Recursos Humanos e gestores de pessoas.

Estamos cientes do cenário econômico atual, de grande incerteza, que exige flexibilidade, inovação e busca constante pela produtividade, com os menores índices de desemprego já registrados, em que o papel do profissional de RH é fundamental para os resultados de curtos, médio e longo prazos nas organizações de alto desempenho. 

Queremos contribuir cada vez mais para melhorar a performance, a qualidade de vida e a representação dos profissionais de RH, por isso temos o desafio de continuar crescendo nestes próximos três anos, o que pretendemos fazer, principalmente, por meio da expansão das nossas atividades pelo estado de São Paulo como um todo. Tal caminho já foi iniciado com a consolidação das nossas regionais Baixada Santista e Campinas e a recente inauguração das unidades em Bauru e Ribeirão Preto, mas ainda é pouco. Nosso objetivo é estar presente em todo o Estado para falar com o profissional de RH onde quer que ele esteja.

Tarefa obviamente complexa, já que a metodologia presencial está ultrapassada para responder a tal desafio. Precisamos estar também conectados digitalmente e trazer ferramentas e processos capazes de interagir de uma nova forma com os nossos profissionais, notadamente os mais jovens. Vale lembrar: justamente para conquistar esse público, a ABRH-SP, no ano passado, tornou gratuita a associação para universitários com até 25 anos e lançou a sua rede social própria. Vamos, portanto, continuar a pensar nos mais jovens na nossa gestão. 

Ainda nessa linha de pensamento, queremos não apenas ampliar o número de associados, mas também de participantes da ABRH-SP, o que inclui usuários dos nossos serviços e ferramentas, visitantes do site, seguidores do Tweeter, leitores desta nossa página no Estadão, congressistas do CONARH ABRH e participantes dos eventos. Ou seja, todas as pessoas impactadas e atraídas pelos nossos serviços. 

Assim fortalecidos, pretendemos trabalhar em parceria com outras entidades para enfrentar os desafios mais prementes da área de gestão de pessoas, tanto aqueles concernentes às relações de trabalho, que serão debatidos pelo nosso Corhale – Comitê RH de Apoio Legislativo, quanto aqueles relacionados à educação profissional, área em que temos muito a contribuir. Teremos, enfim, muito trabalho pela frente e muita disposição de trabalhar. 

Quer nos ajudar? Associe-se à ABRH-SP. Fale comigo (almiro@abrhsp.org.br).

Página Semanal da ABRH-SP 13 de Janeiro de 2013-01-14

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Qual é a hora certa para sair de cena e iniciar a sucessão?

Depois de ter a competência (e a sorte) de fundar um negócio próspero, grandes empresários acabam enfrentando outro desafio: escolher a hora mais apropriada para sair de cena, nomeando um sucessor e preparando o terreno para garantir o bem-estar dos herdeiros. Fundadores de empresas têm optado por deixar o negócio bem antes da idade de aposentadoria, buscando novos desafios, como o de ser conselheiros e investidores em ideias inovadoras.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

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MELHOR: O exemplo das pequenas

Embora não tenham a mesma estrutura das grandes corporações, pequenas e médias empresas também podem ter uma boa gestão de pessoas. A falta de uma grande equipe de Recursos Humanos não é desculpa; verba enxuta e equipes pequenas, tampouco. Na atual era do pleno emprego, cuidar das pessoas é um item essencial no kit de sobrevivência de qualquer companhia. Para as pequenas, a gestão de pessoas é ferramenta crucial para competir com o poder de atração das grandes, que estão por todos os lados, sedentas por novos talentos. 

A revista Melhor – Gestão de Pessoas de janeiro traz alguns bons exemplos que vêm das pequenas e médias empresas, como a mineira Arkhi, que atua com soluções estratégicas na área de TI. Com menos de 50 funcionários, a empresa criou, em 2012, uma universidade corporativa que oferece um programa básico para a área produtiva, que envolve arquitetos de soluções, analistas de processo de negócio, desenvolvedores de softwares e analistas de qualidade. 

Além disso, a edição mostra um raio-X da saúde dos executivos brasileiros, que, pelo visto, não parece estar muito bem, segundo dados de seguradoras de saúde que oferecem planos corporativos. De acordo com eles, de maneira geral, essa parcela da população está mais sedentária e apresenta índices de estresse cada vez mais altos. As consequências disso são aumento dos níveis de obesidade, hipertensão, diabetes e do risco de ter um infarto. “Em relação à população geral, os executivos estão mais saudáveis, porque estão em um grupo de alto nível econômico. O que chama a atenção é que são pessoas que têm acesso à informação e aos serviços médicos, mas não conseguem mudar e ter hábitos mais saudáveis porque não têm tempo”, avalia Nelson Carvalhaes, geriatra e médico responsável pelo serviço de check-up do Fleury Medicina e Saúde. 

Assinatura:

Tel. (11) 3039-5666

assinatura@editorasegmento.com.br

http://revistamelhor.uol.com.br

Fonte: O Estado de São Paulo

Autor: Thais Gebrim

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15% dos trabalhadores temporários do Natal foram contratados

Um levantamento divulgado pela Assertem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário) e pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo revelou que 23,5 mil trabalhadores temporários foram efetivados com o final do Natal. O número representa 15% do total que foram contratados temporariamente, que foi de 157 mil.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

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Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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