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Prêmio Laureate Brasil reconhece projetos sociais de jovens brasileiros

Em setembro de 2015, diversos líderes globais estiveram reunidos na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, para definir uma agenda universal até 2030 focada nas frentes: pessoas, planeta, prosperidade, paz e parceria. Naquela época, foram divulgados 17 Objetivos de Desenvolvimento Econômico (ODS) e anunciadas 169 metas, que demonstravam coragem e ousadia para impulsionar em escala a justiça, a igualdade e a inclusão ao redor do mundo.

O sucesso desse plano de ação depende de inúmeros fatores, dentre eles o contexto individual de cada país e a atuação efetiva de inúmeros protagonistas. Com base nessa premissa e consciente de seu potencial como rede de ensino, a Laureate Brasil decidiu levar em consideração na inscrição do Prêmio Laureate Brasil – Jovem Empreendedor Social os 17 ODS da ONU para selecionar projetos de impacto positivo e reconhecer as iniciativas dessa nova geração disposta em fazer a diferença.

Criada em 2008, a premiação faz parte do programa global YouthActionNet®, fundado em 2001, da International Youth Foundation (IYF), e tem o intuito de incentivar, apoiar e proporcionar visibilidade às lideranças juvenis entre 18 e 29 anos, de vários países, dedicadas ao empreendedorismo e ao negócio social, por meio da colaboração de programas interligados que incluem quatro instituições que integram a Laureate Brasil: Universidade Anhembi Morumbi, UNIFACS, UnP e UniNorte.

Os escolhidos participaram de uma capacitação organizada em duas etapas (on-line e presencial), onde 10 saíram vencedores ao cumprirem todos os pré-requisitos. Eles conquistaram um troféu na cerimônia de premiação realizada em 1º de novembro, em São Paulo (SP), mais uma quantia para investimento em suas ações. Desde a primeira edição brasileira, já foram registradas 1.087 inscrições e premiados 156 jovens, que receberam 1.300 horas de treinamento e impactaram mais de 160 mil pessoas positivamente.

“É uma grande satisfação revelar, engajar e prestigiar pessoas criativas e inspiradoras, que mostram determinação, força, empenho e imaginação para transformar ideias em soluções inovadoras, capazes de melhorar a realidade de nosso país por meio da contribuição em questões sociais, ambientais e econômicas”, ressalta a diretora de Impacto Social da Laureate Brasil, Rosa Moraes. “Buscar esse equilíbrio na cadeia produtiva deixa um legado benéfico para o nosso futuro.”

Mais informações sobre o Prêmio Laureate Brasil – Jovem Empreendedor Social estão disponíveis no site www.premiolaureatebrasil.com.br e na fanpage www.facebook.com/premiolaureate. Para saber mais vale acessar também www.iyfnet.org e www.youthactionnet.org.

Fonte: O Estado de São Paulo, 02 de Dezembro de 2018.

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Realizações da gestão 2016-2018

Eleita para o período de janeiro de 2016 a dezembro de 2018, a gestão atual da ABRH-SP está próxima de encerrar seu mandato. Theunis Marinho (presidente), Lilian Guimarães (vice) e os diretores Carlos Silva (Jurídico e Financeiro), Edna Bedani (Aprendizado e Conhecimento), Ely Bisso (Planejamento e Gestão), Guilherme Cavalieri (Executivo de Regionais), Fernando Lima (Integração das Regionais) e Luiz Drouet (Comunicação e Marketing) estiveram à frente de grandes realizações e inovações no período.

Um dos principais resultados da gestão foi o aumento recorde de 84% na receita financeira da entidade, comparando-se o exercício de 2015 com o de 2018. “Considerando-se que uma associação tem que, entre seus principais objetivos, reverter suas receitas em benefícios para seus associados e ter sempre uma reserva de caixa para o exercício seguinte, a ABRH-SP, com esse recorde de receita, mudou o patamar de atividades relevantes para os associados. Apesar das dificuldades macroeconômicas do país, através da profissionalização da sua equipe comercial, conseguiu manter a quantidade total de associados em cerca de 4.000”, destaca Theunis.

Os eventos de desenvolvimento e os Grupos de Estudos continuaram sendo uma das atividades mais importantes, realizados tanto na sede como pelas Regionais. Entre os eventos, o principal destaque foi a realização de três edições do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, sempre em parceria com a ONU Mulheres. O evento tornou-se um sucesso de público e alcançou grande repercussão na mídia. Também homenageou grandes lideranças femininas com o troféu Personalidade CONALIFE: em 2016, a empresária Luiza Trajano; em 2017, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia; e, em 2018, uma das pioneiras no estudo dos direitos das mulheres no Brasil, a ex-senadora Eva Blay.

Ao longo dos três anos, a Associação também deu todo o suporte para o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas e para o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, cujo objetivo é influenciar as leis que afetam as relações trabalhistas no país.

Confira as demais realizações do período:

ABRH-SP Premium – Lançamento do novo plano na categoria Pessoa Jurídica, que oferece vantagens financeiras consideráveis.

ABRH-SP Vale do Paraíba – Inauguração da sétima Regional em 30 de agosto de 2017. 

TRHansição de Carreira – Programa ofereceu gratuitamente aos associados que estivessem em transição de carreira serviços como coaching e outplacement. Quarenta e oito profissionais aderiram à iniciativa.

RH CONECTA – A plataforma de conhecimento on-line foi reapresentada com um novo formato: uma websérie com vídeos acessados gratuitamente, sempre com o conteúdo relacionado ao tema Futuro do Trabalho e a curadoria da Associação.

Embaixadores do RH – Lançamento do fórum exclusivo de debates entre CEOs e RHs sobre temas de alta relevância para a gestão de pessoas nas organizações. Dois encontros já foram realizados.

Histórias do RH no Brasil – Lançado pela ABRH-SP no início do mês passado, o livro Histórias do RH no Brasil registra a trajetória das gestão de pessoas do Período Colonial até a atualidade, além de contar a história da Associação desde a sua fundação.

Trabalho Novo – Apoio ao Programa Trabalho Novo, da Prefeitura de São Paulo, que insere pessoas em condição de rua no mercado de trabalho por meio de parcerias com empresas solidárias. Com a intermediação da ABRH-SP, McDonald´s, Franz Café e Vivenda do Camarão, entre outros, aderiram ao Trabalho Novo. Até agora, o programa empregou 2.350 moradores de rua e capacitou 5.078.

FindeRH – Concebido para conectar o mercado de RH em um único canal, o aplicativo FindeRH foi lançado em parceria com a D´Lucca & Jota Comunicações.

Atualização do Estatuto Social – Sob a coordenação do presidente do Conselho Deliberativo, Donizetti Moretti, foi aprovada, em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 2017, a ampla atualização do Estatuto Social da entidade.

Fonte: O Estado de São Paulo, 02 de Dezembro de 2018.

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CIEE homenageou Theunis Marinho pelo incentivo e decisivo apoio

Um dos parceiros mais antigos da ABRH-SP, o CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola homenageou, no dia 30 de outubro, o presidente da Associação, Theunis Marinho, pelo apoio nos três anos da sua gestão.

Superintendente Nacional de Atendimento do CIEE, Luiz Gustavo Coppola entregou a placa para Theunis “em gratidão pelo incentivo e decisivo apoio concedido ao CIEE, indispensáveis à consecução dos seus projetos, voltados à capacitação da juventude estudantil para o mercado de trabalho e exercício da cidadania”.

Nas suas palavras de agradecimento, Theunis disse: “Essa homenagem é uma grande honra, já que o relacionamento com o público jovem e o seu desenvolvimento são uma das prioridades da ABRH-SP e pessoalmente minhas como ex-CEO de uma empresa de origem germânica. O escritor e pensador alemão Goethe já dizia algo assim: se você quiser conhecer o futuro de uma nação, basta observar como são os cuidados com os seus jovens”.

Perfil dos jovens

A homenagem foi realizada durante o evento promovido pelo CIEE, na capital paulista, que apresentou para instituições de ensino e profissionais de Recursos Humanos de empresas o resultado da pesquisa realizada pela Toledo e Associados sobre o perfil dos jovens.

Entre os participantes do evento, estavam o conselheiro vitalício e ex-presidente da ABRH-SP, Luiz Luzzi, e o consultor Nelson Savioli, ex-diretor da ABRH-Brasil.

Apresentado pela diretora de Planejamento do instituto de pesquisa, Maria Aparecida Toledo, o levantamento, encomendado pelo CIEE, apontou que os universitários estão otimistas em relação ao futuro profissional e desejam ter mais experiências práticas na sala de aula. “Os jovens são altamente conectados, na sua maioria (85%) dominam o inglês e têm o desejo latente de fazer um curso no exterior”, disse Maria Aparecida.

Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Novembro de 2018.

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Entenda o poder do trabalho em rede

Mostrar que conhecer e gerir estrategicamente as redes informais de relacionamento pode potencializar a colaboração, a motivação e a inovação dentro das organizações é o objetivo da palestra “O poder do trabalho em rede”, que a ABRH-SP promove em 6 de dezembro, das 9 às 11 horas, em sua sede.

O antropólogo digital e organizacional, com mais de dez anos de experiência em consultoria global para empresas líderes, Ignacio García Zoppi, será o palestrante do evento, que é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 100.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Novembro de 2018.

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Blue Week do CONARH traz descontos ainda maiores para associados da ABRH-SP

De amanhã à sexta, 30/11, a ABRH-Brasil promove a Blue Week, a semana de descontos de 10% nas inscrições do CONARH 2019 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. Para os associados da ABRH-SP, a promoção é ainda mais significativa, pois o desconto incide sobre o preço já especial, de R$ 2.880. Os 10% a menos também são válidos para os não associados, sobre o valor de R$ 3.660.

Vale lembrar que os preços de R$ 2.880 para associados e R$ 3.660 para não associados permanecem até 31 de dezembro, quando ocorre a virada de tabela.

Em 2019, o CONARH, que acontecerá entre 13 e 15 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista, completa 45 edições. O congresso já tem o tema central definido: #Humanize. A expectativa da ABRH-Brasil e da ABRH-SP, respectivamente promotora e copromotora institucional do CONARH, é proporcionar em 2019 uma experiência ainda mais completa, com muito conteúdo combinado à arte, cultura e emoção.

Para saber mais, acesse:  https://conarh.org.br, ou envie uma mensagem para congressista@conarh.org.br.

Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Novembro de 2018.

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Pesquisa aponta: 85% dos RHs não desempenham atividades estratégicas

A mudança das condições do mercado de trabalho e a incessante corrida no mercado competitivo acabam exigindo planejamentos minuciosos que envolvam todos os departamentos de uma organização, inclusive o RH, que tem sido centro de grandes debates sobre a importância de sua autonomia e protagonismo.

Apesar de o conceito de Recursos Humanos estratégico ter sido destaque no meio corporativo, será que a área está de fato atuando e exercendo sua soberania? De acordo com um estudo realizado pela ProPay S.A, 85% dos profissionais de RH não desempenham as atividades estratégicas que foram apontadas.

A pesquisa HR Trends 2019 contou com a participação de aproximadamente 500 profissionais da área com cargos considerados estratégicos dentro das empresas, sendo 81,4% dos respondentes líderes ou gestores de Recursos Humanos. Durante a pesquisa, os participantes compartilharam suas percepções sobre o valor estratégico de 28 atividades de RH desempenhadas hoje no mercado brasileiro. A análise de dados permitiu a divisão das atividades em três pilares: operacional, tático e estratégico.

Atividades como segurança e medicina do trabalho e folha de pagamento foram consideradas operacionais. Já atividades como a gestão de benefícios estratégicos (plano de saúde e odontológico, previdência privada, seguro de vida, incentivo acadêmicos, etc.), políticas de inclusão e diversidade, além de projetos sociais e de sustentabilidade, foram classificadas como táticas para pelo menos 54,6% dos respondentes.

Ao menos 54,3% dos respondentes acreditam que as atividades do RH relacionadas à experiência e à motivação do colaborador, inovação e indicadores são de maior valor estratégico, uma vez que o RH consegue trabalhar em parceria com as áreas de negócio da companhia. Atração de talentos, cultura organizacional e treinamento e desenvolvimento foram os pontos mais citados como sendo estratégicos.

Através desse estudo é perceptível que as atividades táticas e operacionais já possuem uma cadeia estrutural formada, porém as estratégicas ainda apresentam uma baixa atuação nas companhias. Regras e padrões do mercado competitivo mudam rapidamente e não é fácil responder a tais mudanças com a mesma rapidez. Por isso, pesquisas dessa natureza norteiam profissionais de RH e resultam em novos insights para este momento cercado de desafios.

Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Novembro de 2018.

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O poder do trabalho em rede

Antropólogo digital e organizacional, com mais de dez anos de experiência em consultoria global para empresas líderes, Ignacio García Zoppi vai falar sobre o tema “O poder do trabalho em rede” no Ciclo de Palestras que a ABRH-SP promove em 6 de dezembro, das 9 às 11 horas, em sua sede.

Segundo Zoppi, as organizações precisam transformar a maneira como pensam e se relacionam, começando de dentro. Por isso mesmo, ele pretende mostrar que conhecer e gerir estrategicamente as redes informais de relacionamento pode potencializar a colaboração, a motivação e a inovação dentro das organizações.

O evento é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 100.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Novembro de 2018.

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Saúde tem preço sim e custa caro

No mundo corporativo, quando damos um zoom na área de RH, especificamente na gestão de Benefícios, identificamos que manter o custo do plano de saúde dentro dos valores orçados é com certeza um dos maiores desafios.

De acordo com a pesquisa HR Trends 2019, realizada pela ProPay, 55,95% dos entrevistados consideram a gestão de Benefícios Estratégicos como uma atividade tática, ou seja, uma atividade importante que se encontra entre o meio termo entre operacional e estratégico. A gestão de Benefícios não é uma tarefa simples, pois o Plano de Saúde faz parte desse contexto.

Fatores que provocam elevação dos custos

Existem condições que são capazes de desorganizar as contas dos planos de saúde. O primeiro fator é o epidemiológico. Ele se dá com a redução das doenças transmissíveis e o aumento e prevalência das doenças crônicas. Nesta área os tratamentos são de longa duração e na maioria das vezes de alto custo. No Brasil as doenças crônicas são responsáveis por mais de 70% do total de mortes.

O segundo fator é o demográfico. A migração da população para o interior dos estados levou com ela também a necessidade de tratamentos que antes eram exclusivos de grandes cidades, impactando assim o custo médico praticado nessas localidades. Empresas com colaboradores em diversas regiões precisam estar atentas na precificação e indicar para a consultoria que irá realizar o estudo a localização de cada um, pois com isso conseguirá custos mais justos.

As alterações nas faixas etárias são o terceiro fator. O envelhecimento rápido da população está impactando o custo assistencial da saúde, uma vez que a idade traz consigo necessidades adicionais de tratamentos. Estudos demonstram que 80% dos custos com a saúde se dão após os 60 anos de idade. Estima-se que, em trinta anos, 30% dos brasileiros estarão acima dessa idade, número que hoje é de 12%.

O quarto fator é a transição tecnológica e científica. Novos equipamentos, somados a uma nova geração de medicamentos, incrementam as estatísticas de sucesso no tratamento de doenças complexas e também na melhora da qualidade de vida dos pacientes com doenças crônicas. Isso faz com que as indústrias desse setor pratiquem margens de lucro acima da média de mercado, encarecendo o custo dos tratamentos. Nesse segmento, mais tecnologia significa mais custo.

Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Novembro de 2018.

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ABRH-SP promoveu o segundo encontro dos Embaixadores do RH

No último dia 8, a ABRH-SP realizou o segundo encontro dos Embaixadores do RH, iniciativa que tem como objetivo criar um fórum exclusivo de debates entre CEOs e heads de RH sobre temas de alta relevância para a gestão de pessoas nas organizações, bem como propor ações que contribuam para o desenvolvimento do país.

Desta vez, o encontro foi realizado na sede da Laureate, na capital paulista, e contou com as participações dos anfitriões Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, e Osmar Stefanini, vice-presidente de RH da Laureate Brasil, além dos CEOs convidados José Augusto Figueiredo, CEO da Lee Hecht Harrison (LHH) Brasil; Marc  Reichardt, presidente do Grupo Bayer Brasil; Marcelo Munerato de Almeida, CEO da Aon Brasil; Marcílio Pousada, CEO da RaiaDrogasil; e Ricardo Salvador Lopes, diretor da unidade de Consultoria e Gestão de Benefícios da ProPay; e dos RHs Guilherme Cavalieri, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade da Serasa Experian Brasil e Experian América Latina, e presidente eleito da ABRH-SP; Elisabete Rello, head de RH da Bayer; José Ricardo Amaro, head de RH da Edenred Brasil Lia Azevedo, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Boticário; e Maria Susana de Souza, vice-presidente de RH da RaiaDrogasil. 

Theunis abriu o encontro afirmando que a proposta da ABRH-SP é realizar pelo menos três edições por ano do Embaixadores do RH, cujo propósito é também ampliar o debate e estreitar as relações entre CEOs e heads de RH das empresas.

Stefanini apresentou o perfil da Laureate no mundo – hoje a empresa, de 19 anos, possui 1 milhão de alunos, está presente em mais de 15 países e conta com cerca de 70 mil colaboradores – e disse que a perspectiva é de crescer no Brasil, onde a Laureate tem 300 mil alunos e mais de 12 mil funcionários, além de faculdades em 14 cidades do país e 600 polos de ensino a distância (EAD).

Para Stefanini, o (EAD) ainda vai crescer muito no país: “Em poucos anos, a maioria dos estudos de graduação será feita a distância. Será uma grande transformação no mercado de educação, porque o aluno poderá fazer seu curso, por exemplo, em um estado diferente daquele onde mora”.

Ele também afirmou que não é objetivo da Laureate formar acadêmicos – as instituições públicas têm esse viés. “O nosso é formar pessoas para o mercado de trabalho, formar profissionais para ascender na carreira, por isso privilegiamos docentes que tenham também experiência profissional.”

O futuro do trabalho

Na sequência do evento, Cláudio Garcia, vice-presidente executivo de Estratégia e Desenvolvimento Corporativo para a LHH, em Nova York, apresentou a palestra “O futuro do trabalho e o trabalho do futuro – Hype”, em que ele questionou as reportagens e documentos que preveem a eliminação de muitos postos de trabalho por causa dos avanços da tecnologia. 

Garcia enumerou uma série de evidências que questionam essas previsões e mostram a existência de outras narrativas. “Nos países que mais investem em tecnologia, como Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Alemanha e Países Nórdicos, as taxas de desemprego estão abaixo de 4%. Além disso, se o mercado on-line elimina as lojas físicas, por outro lado, cria novos postos de trabalho, porque alguém precisa cuidar dos sistemas e entregar as mercadorias compradas on-line.”

Para o palestrante, a tecnologia torna as pessoas mais capazes. Ele citou como exemplo o uso do WhatsApp como ferramenta de negócios nas comunidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. “A tecnologia é tão simples de ser usada, tão intuitiva, que não é necessário um técnico para operá-la ou criar um website, porém é necessário gente que preste serviços criativos.”

Ainda para Garcia, daqui a uns cinco anos, a Inteligência Artificial vai ser o que é o Excel para as empresas na atualidade. “As ferramentas têm esse intuito de que uma pessoa comum possa interagir com o sistema. A tecnologia não está aí para técnicos ou pessoas muito sofisticadas.” Ele também afirmou que é impossível prever o futuro do trabalho. “Umas das poucas áreas em que faltam profissionais é a de segurança on-line e ninguém previu isso.”

Diante desse cenário de tantas incertezas, a solução, para Garcia, é preparar as pessoas com boas cognições, com capacidade de relacionamento e habilidade de aprender a aprender para se adaptar a qualquer realidade que emergirá no futuro.

Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Novembro de 2018.

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ABRH-SP apresentou sua nova Diretoria Executiva para a comunidade de RH

Na última segunda-feira, a Casa Itaim, na capital paulista, foi palco do evento de apresentação da nova Diretoria Executiva da ABRH-SP, que estará à frente da gestão da entidade entre 2019 e 2021. Cerca de 300 pessoas participaram do evento, que celebrou também o lançamento do livro Histórias do RH no Brasil, editado pela própria ABRH-SP.

 Atual presidente da Associação, Theunis Marinho chamou ao palco a diretoria da entidade – composta por Lilian Guimarães (vice-presidente), Carlos Silva, Edna Bedani, Ely Bisso, Fernando Lima, Guilherme Cavalieri e Luiz Drouet  – para fazer um breve balanço das realizações do triênio. “Ninguém faz nada sozinho”, ressaltou Theunis.

“Há três anos, no evento de posse da diretoria atual, eu disse que o nosso palco parecia um porto com um navio prestes a partir. Esse navio atravessou, nestes  últimos anos, águas revoltas e calmas, enfrentou sol e chuva, e está aqui novamente esperando o novo presidente, que, com o seu time, vai tocar os próximos três anos”, disse Theunis.

Ele ainda destacou que, em comparação com dezembro de 2015, a receita financeira da entidade foi aumentada em 84%, lembrando que a ABRH-SP tem a obrigação de reverter 100% dos seus recursos para os associados. “Gosto muito de uma frase do escritor e filósofo alemão Goethe, que diz: ‘Vamos sonhar grande, pois os sonhos pequenos não mobilizam os corações das pessoas’.”

Em nome de todos os conselheiros da atual gestão, o presidente do Conselho Deliberativo, Donizetti Moretti, disse que a ABRH-SP tem se empenhado continuamente para a evolução de sua forma de representação dos associados. “Para prosseguirmos assim, zelamos pela governança da entidade.” Ele citou como exemplo a realização anual de uma auditoria independente sempre acompanhada pelo Conselho Fiscal.

Presidente eleito, Guilherme Cavalieri falou da honra e da responsabilidade de iniciar essa jornada, agradeceu a Theunis Marinho pelo convite e a confiança, e aos associados que votaram na chapa. Ele também apresentou os integrantes da nova diretoria – a vice-presidente Maria Susana de Souza e os diretores Carlos Silva, Claudia Meirelles, Charles Lukower, Edna Bedani, Lia Azevedo e Luiz Eduardo Drouet –, destacou a importância das sete Regionais da entidade e agradeceu o apoio da equipe de funcionários da ABRH-SP.

“Essa diretoria vai se dedicar de maneira profunda a entender o impacto da transformação digital nas empresas, a nova atuação dos profissionais de RH nesse novo mundo e as consequências para os trabalhadores de uma maneira mais ampla”, disse Guilherme, que fez um apelo a todos os presentes: “Não podemos fechar os olhos para os 14 milhões de desempregados deste país. Temos uma responsabilidade social que não pode ser esquecida diante desse fato. Faço um convite para que todos nós possamos influenciar as políticas públicas e a gestão das empresas públicas e privadas a atuarem de maneira responsável na geração de trabalho e renda”.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 11 de novembro de 2018.11

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