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Qual o papel do HR business partner?

Diretora de Recursos Humanos da Laureate Education, Inc., Marcela Mange Niemeyer trabalha no escritório corporativo da rede de ensino em Baltimore (EUA), onde dá suporte às áreas globais de TI. Nesta quarta (26/09), ela estará na sede da ABRH-SP, das 9 às 11 horas, para falar sobre o papel do HR business partner, visto por Marcela como uma das atividades mais promissoras para o RH tanto no presente como no futuro. Ela também vai abordar as tendências para 2023.

O evento, que é gratuito para associados da ABRH-SP, está com as vagas esgotadas.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

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6º Fórum de Inclusão de PcDs acontece sexta, em Campinas

Promovido pela ABRH-SP Campinas, o 6° Fórum de Inclusão de Pessoas com Deficiência – Além da Lei de Cotas e o 1º Fórum Diversidade acontecem nesta sexta, 28 de setembro, das 8 às 17h30, no Auditório Dom Gilberto da PUC Campinas (R. Professor Dr. Eurycles de Jesus Zerbini, 1516).

O evento, que é gratuito, reunirá diversos especialistas para discutirem sobre a necessidade, os benefícios e a importância do tema inclusão da diversidade nas organizações. A proposta é debater os aspectos mais amplos da diversidade, como a inclusão de gêneros, racial, etária e cultural, além das Pessoas com Deficiência, que têm sido foco do fórum desde a sua primeira edição, em 2013.

A programação do evento foi organizada em blocos: cases de inclusão de empresas como Siemens, Citrosuco, Galvani, e DHL; a inclusão sob a luz da educação e do uso de novas tecnologias, com a participação de representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas e do CIAPD – Centro Interdisciplinar de Atenção à Pessoa com Deficiência da PUC Campinas; e olhares da diversidade para discutir a inclusão racial, de PcDs, refugiados e transgêneros.

Em paralelo aos debates, haverá a aplicação da vivência “No caminho com os Migrantes” pela Sietar Brasil, e o jogo de Inclusão de Pessoas com Deficiência da Amankay, além da exposição de fornecedores de produtos para o público de Recursos Humanos.

Inscrições:  https://abrhsp.org.br/eventos ou (19) 3294-3307

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Gamificação é a grande aliada na seleção de trainees da Laureate Brasil

Muitas empresas brasileiras abrem inscrições para diversos processos seletivos de trainees. Em um cenário tão competitivo, como atrair candidatos qualificados, que estejam alinhados com a cultura da organização? Uma saída é investir na eficiência e atratividade de recursos digitais, justamente para atender aos anseios de uma nova geração de profissionais cada vez mais conectada.

Soluções inovadoras possibilitam mais agilidade e assertividade no perfil dos candidatos buscados atualmente pelas empresas que almejam renovar antigos modelos. E foi com base nessa premissa que, no ano passado, a Laureate Brasil implantou pela primeira vez no país a ferramenta Lifelike, em que não é mais necessário preencher formulários de inscrição ou fazer os tradicionais testes, já que toda a interação se inicia a partir de um clique. O resultado foi tão gratificante que a edição deste ano seguirá no mesmo formato.

Os números refletem a performance diferenciada que a organização conquistou com essa abordagem: um crescimento de 85% na quantidade de inscritos de 2016 para 2017. No final, sete jovens foram escolhidos para as posições de trainees 2018. O período de inscrições para a turma de 2019 encerra-se no dia 19 de outubro e podem participar candidatos de qualquer área de formação, desde que tenham concluído os estudos entre julho de 2016 e dezembro de 2018. Inglês intermediário/avançado e disponibilidade para viagens ou mudanças também são requisitos fundamentais.

O processo seletivo será feito predominantemente de maneira mobile, via celular, computador ou tablet, otimizando o recrutamento, uma vez que apenas os finalistas participam da etapa presencial. Na prática, os interessados protagonizarão um case com problemas situacionais e voltados à realidade do mercado educacional, dentro de um contexto no qual é possível avaliar comportamentos, reações e conhecimentos técnicos, de acordo com as competências pré-definidas pela Laureate. É a tecnologia ajudando na escolha dos talentos humanos mais aderentes ao programa com duração de 24 meses.

“Não é mais necessário enviar currículos ou preencher formulários para concorrer a uma vaga”, afirma a diretora de Desenvolvimento Organizacional da Laureate Brasil, Cristiana Gomes. “O importante é identificar pessoas alinhadas com a nossa cultura, com aderência ao nosso propósito e ao negócio em que estamos inseridos. Estamos cuidando da experiência dos candidatos em todos os momentos do processo seletivo, sabemos que a escolha também é deles, portanto nos preocupamos em compartilhar o máximo possível de informações para auxiliá-los na decisão final”, completa.

Mais informações sobre o Programa de Trainees 2019 da Laureate Brasil estão disponíveis na página do Facebook www.facebook.com/traineelaureate ou direto nos sites traineelaureate2019.com.br e traineeslaureate2019.cm.cr. Toda a comunicação será realizada via e-mail e/ou SMS para o correio eletrônico, e/ou telefone informado na plataforma de inscrição.

Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de Setembro de 2018.

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Evento discutiu a inserção das informações de segurança e saúde no trabalho no eSocial

Na terça passada, o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo e a AGSSO – Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional realizaram no Centro de Convenções Rebouças, na capital paulista, um debate, aberto ao público, sobre Segurança e Saúde no Trabalho e o eSocial.

O evento começou com as apresentações individuais dos especialistas convidados: José Alberto Maia, auditor-fiscal no Ministério do Trabalho, onde coordena o Grupo Especial de Trabalho para o desenvolvimento do Projeto eSocial; Orion Sávio Santos de Oliveira, analista de Políticas Sociais em exercício na Subsecretaria do Regime Geral de Previdência Social da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda; Manoel Jardim Monteiro, special advisor da Accenture (representou a CNF – Confederação Nacional do Sistema Financeiro nos grupos de trabalho para elaboração do eSocial); e Lucineia Nucci, coordenadora do Comitê de Segurança e Saúde Ocupacional do SINDHOSP – Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado de São Paulo. Na sequência, a diretora da AGSSO e da ABRH-Brasil, Eliane Aere, mediou o debate e as perguntas feitas pela plateia.

Confira, a seguir, as principais questões abordadas pelos especialistas:

José Alberto Maia: “O eSocial é um projeto de construção coletiva que nunca pegou cor de partido, independentemente da situação política do país. É um registro de todos os fatos importantes da vida do trabalhador, que não gera obrigações novas. Envolve, porém, todas as áreas da organização. Minhas recomendações para as empresas têm sido que elas criem um grupo de trabalho para discutir o eSocial, leiam os manuais do sistema e mergulhem nos processos internos. Quando os processos são feitos de acordo com a legislação, a transição para o eSocial é tranquila”.

Orion de Oliveira: “O eSocial veio com o objetivo de melhorar a vida de todos e envolve várias áreas da empresa. Segurança e Saúde no Trabalho (SST) está sofrendo mais porque, ao contrário das demais áreas, não estava acostumada ao envio de registro eletrônico. Com o eSocial, porém, SST voltou para a mesa de gestão da empresa. O governo só vai conseguir melhorar a fiscalização com informação de qualidade e informação de qualidade vem com o eSocial”.

Manoel Monteiro: “SST tem características distintas que exigem atenção especial e cuidados. É um segmento altamente heterogêneo e fragmentado, com múltiplos fornecedores nas etapas do processo e grande número de players envolvidos e, ao contrário do RH, com baixo índice de automação. SST deve enxergar as oportunidades desse momento e gerir o risco ambiental com controles efetivos, assegurar o uso religioso dos equipamentos de proteção, gerir e desenvolver fornecedores e não apenas cumprir as obrigações”.

Lucineia Nucci: “SST tem peculiaridades em relação a outras áreas, porém o prestador de serviços de saúde nunca é ouvido nesses projetos. São vários questionamentos [que envolvem os eventos de SST no eSocial], alguns deles trazidos pela reforma trabalhista, por exemplo, como colocar no sistema as decisões tomadas nas convenções coletivas de trabalho. Da mesma forma, como lidar com a interferência da legislação estadual. São muitas dúvidas e questionamentos”.

Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de Setembro de 2018.

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Agilidade no aprendizado, uma lição a ser praticada

Já se vão mais de 30 dias do 44º CONARH, congresso de gestão de pessoas realizado pela ABRH-Brasil, e os assuntos abordados continuam ressoando, principalmente pela sua atualidade. Para mim, dentre tantas palestras de grande relevância para o dia a dia do RH, registro o tema trazido pelo diretor do CCL – Center for Creative Leadership, George Hallembeck: Learning Agility.

Entendo que se trata de uma abordagem de excelência para as empresas de forma geral. George nos trouxe importantes reflexões acerca do tema, principalmente em dias como os que vivemos: dinâmicos, por vezes turbulentos, repletos de inovação, tecnologia e – para o bem de todos – de muitas oportunidades. Claro, inclusive as de aprendizado.

Raras as exceções, todos precisamos lidar com essas variáveis, sem que se tornem fardo ou aumentem a pressão que já se faz presente quase como parte natural das nossas atividades.

Por todos esses aspectos é que, quanto mais aproveitarmos o conhecimento disponível e o colocarmos em prática, melhor a qualidade e os resultados. E o mais empolgante: líderes contribuindo com seus liderados e vice-versa.

Isso me leva a uma reflexão sobre o que as pessoas valorizam no trabalho. Invariavelmente, no topo da lista, pesquisas apontam para elementos como: flexibilidade, aprendizado, evolução na carreira e reconhecimento, dentre outros.

A agilidade no aprendizado, quando estimulada, nos leva a desenvolver – ou aprimorar – rapidamente a capacidade de aprender, adaptar e, principalmente, colocar em prática conhecimentos e experiências nas condições de constante mudança. Funciona como uma chave para destravar as lições que aprendemos.

Para que essa competência se torne realidade é preciso estar atento a quatro práticas importantes:

1- Ter a vontade de se colocar em situações desafiadoras, que podem ampliar as experiências, enxergá-las como oportunidades de novos conhecimentos e, com isso, gerar crescimento.

2- A agilidade no aprendizado é um processo marcado pela proatividade constante na busca por experimentar. Perguntar “como?”, “por quê?” e “por que não?” é essencial para ganhar perspectiva e complementar conhecimentos.

3- Compreender que aprender não termina com a experiência momentânea. Buscar feedback e dedicar tempo para refletir sobre ela são elementos críticos para internalizar profundamente as lições aprendidas. Lembrar-se de que, na maioria das vezes, é essencial criar hábito para que seja possível lidar com desafios futuros de maneira realista, com abertura para novos aprendizados, quase em nível diário.

4- Outro aspecto importante é ter a convicção de que uma lição não está completamente aprendida até ser aplicada. Acessar princípios de experiências anteriores e aproveitá-los para “navegar” em novas e desafiadoras situações. Adotar prontamente novas perspectivas baseadas na compreensão do que funcionou – e do que não funcionou – em outras situações é primordial. Além disso, distingue os colaboradores que têm maiores possibilidades de se destacarem como ágeis no aprendizado.

Esses elementos capturam a base para que as pessoas possam progredir aprendendo. Entretanto, a diferença daqueles que aprendem de forma ágil é o constante engajamento e a aplicação desse aprendizado em suas experiências. Como consequência, elevam o nível dessa habilidade continuamente.

Por fim, para essa agilidade acontecer, é preciso que seja estimulada pelo líder ou pelos liderados, dentro das próprias equipes, como uma espécie de autogestão. Os resultados certamente aparecerão de forma rápida e gratificante. Thanks, George!

*Sócio-diretor da Cenarium Training & Coaching e integrante do comitê de criação do CONARH 2018

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Regional Campinas promove a 6ª edição do Fórum Inclusão de Pessoas com Deficiência

A abertura dos fóruns será feita por Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP. Ele lembra que esse grande evento já está consolidado como um dos principais espaços de discussão e proposição de ações sobre o tema e que a Associação tem levantado a bandeira da inclusão das PcDs no mercado de trabalho de maneira muito consistente.

“O 6º Fórum Inclusão de Pessoas com Deficiência ‘Além da Lei de Cotas’ e o 1º Fórum Diversidade se propõem a refletir sobre modelos, inspirar a superação de diferenças, quebrar barreiras e reunir pessoas, seguindo firmemente o propósito de inovação e amadurecimento que gravita em torno do tema inclusão e diversidade”, diz Fabiola Lencastre, diretora da Regional.

Três painéis ocuparão a programação da manhã. O primeiro apresentará cases de inclusão, de empresas e organizações, como Siemens, Galvani, DHL, Citrosuco e Sinicesp – Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo.

O segundo painel – Desmistificando a Inclusão sob a Luz da Educação e do Uso de Novas Tecnologias – abordará os índices de eficiência e recolocação de PcDs, principalmente na Região Metropolitana de Campinas, e os avanços tecnológicos que favorecem a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho. Participam do debate representantes do CIAPD – Centro Interdisciplinar de Atenção à Pessoa com Deficiência e ProAcess – Programa de Acessibilidade da PUC Campinas, da Fundação para o Desenvolvimento da Educação de São Paulo, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas e da Amankay, instituto que se dedica à produção e disseminação de informações que promovam a inclusão de segmentos sociais marginalizados.

Já o terceiro painel Olhares da Diversidade trará para discussão temas como etarismo (discriminação etária e geracional), inclusão racial, de refugiados e transgêneros. Participam dos debates representantes da PUC Campinas, Sietar Brasil – Society for Intercultural Education Training and Research e Transempregos, projeto de empregabilidade para pessoas transgêneras.

No período da tarde, o painel Olhares da Diversidade terá a apresentação de mais cases de Inclusão, agora das empresas Unilever, 3M e KPMG. Na sequência, O que levamos para casa?, considerações finais sobre os fóruns.

O evento terá ainda apresentações artísticas e uma programação paralela composta por espaço de exposição de fornecedores de produtos para o público de RH, a vivência No Caminho com os Migrantes, organizada pela Sietar Brasil, e um jogo de Inclusão de Pessoas com deficiência, da Amankay.

6º Fórum Inclusão de Pessoas com Deficiência e 1º Fórum da Diversidade

Data: 28 de setembro

Local: PUC Campinas – Auditório Dom Gilberto (R. Professor Eurycles de Jesus Zerbini, 1516), em Campinas

Horário: das 8h às 17h30

Inscrições: http://bit.ly/forumcampinas

Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Setembro de 2018.

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Seu emocional é inteligente?

Desenvolver nos participantes a autoconsciência e a autogestão emocional, assim como a consciência social e a gestão dos relacionamentos, através do uso de técnicas assertivas, é o propósito do workshop “Seu emocional é inteligente? Alinhando o circuito da razão e da emoção” que a ABRH-SP promove na sede, das 8 às 13 horas, em 31 de outubro. A coach e palestrante Vera Martins, autora dos livros Seja Assertivo! e O Emocional Inteligente, apresentará o conteúdo do workshop, pela Regional Metropolitana Oeste em 13 de novembro, das 8h às 13 horas, no auditório da Anhembi Morumbi de Alphaville, em Barueri.

Associados da ABRH-SP pagam R$ 390; não associados, R$ 690.

Mais informações e inscrições: eventos@abrhsp.org.br ou (11) 5505-0545

Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Setembro de 2018.

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Paixão, propósito e aprendizagem

Sócio e Chief Operations Officer da Paradigm Language Support, Rolf Helmuth Goldberg apresentou a palestra Paixão, Propósito e Aprendizagem, na manhã da última quinta, na sede da ABRH-SP.

A palestra abordou os quatro fatores de aprendizagem essenciais como um caminho para atingir os objetivos: o primeiro é a necessidade; o segundo, a paixão; o terceiro, a exposição a inputs externos que levam ao aprendizado; e o último a conveniência.

Goldberg disse que a maioria acredita que tem de aprender para usar, quando deveria ser ao contrário: usar para aprender. Para ele, associar a aprendizagem a algo de que a pessoa gosta ou faria naturalmente ajuda muito. Outro fator importante é o propósito, que leva as pessoas a irem além do que iriam normalmente. Já o medo é o principal fator limitante.

 

 

Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Setembro de 2018.

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