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Diálogos LAB – Espaço de investigação sobre diálogos nas organizações

“Aventurar-se causa ansiedade, mas deixar de arriscar-se é perder a si mesmo… E aventurar-se no sentido mais elevado é precisamente tomar consciência de si próprio.” – Søren Kierkegaard Diálogo foi um dos temas mais mencionados na mídia, nas organizações e pelas pessoas nos últimos anos. E, embora a maioria concorde que é o caminho mais adequado para os desafios de hoje, poucos se detêm a investigar como melhorar as interações e trocas. O que mais se observa, diante de divergências, são debates e discussões em que, ao final, as partes saem com as mesmas convicções, ainda que um dos lados seja vitorioso. E não é raro que essas interações se tornem confrontos com intolerância, agressividade e até violência. Diante desse cenário e buscando uma forma de troca e aprendizado diferente do debate ou da discussão, propusemos uma nova possibilidade de Grupo de Estudos na ABRH-SP, no formato de um laboratório. Em encontros durante o ano, pesquisamos – a partir de questões estimulantes – os diálogos nas organizações, buscando maior riqueza das perspectivas, combinadas com leveza, cuidado, companhia e conexão. Nos orientamos, principalmente, pelo trabalho de David Bohm e pelas abordagens da Comunicação Não Violenta de Marshall Rosenberg e da Teoria U de Otto Scharmer. Os relatos dos participantes apontam para uma experiência rica no grupo de associados envolvidos, que teve diversidade suficiente para todos se enriquecerem com novas perspectivas sobre as questões de poder, preconceito, gênero e diversidade no mundo corporativo. A prática dialógica proporcionou o fortalecimento de conexões entre os participantes que relataram também o desenvolvimento da escuta ativa e de mais consciência sobre si com a atenção na suspensão dos nossos pressupostos. Esta foi, assim, também uma aventura de se conhecer por um exercício reflexivo individual e coletivo.   Por Fernando Baganha, facilitador do Grupo de Estudos Diálogos LAB, de São Paulo   Fonte: O Estado de São Paulo, 30 de dezembro de 2018.

Clareza no processo de coaching

Ás vezes, a demanda de coaching vem assim: “preciso de mais presença executiva” ou “tenho que desenvolver pensamento estratégico”. Em um processo de coaching, um dos mais importantes passos é buscar clareza do que se precisa desenvolver. No primeiro caso, a questão que se coloca é: o que faz uma pessoa que demonstra “presença executiva”? Apareceram aspectos relacionados às habilidades sociais, relacionamento com pessoas de outras áreas e a capacidade de influência. Desdobrando um nível, apareceram diversos comportamentos, dentre eles “escutar por completo e demonstrar, ainda que não concorde”. Comportamentos podem ser desenvolvidos. No segundo caso, o esclarecimento do que significa “pensamento estratégico” foi particularizado para a posição do cliente, um gestor comercial, algo que se traduziu em ampliar o conhecimento sobre produtos e mercados. As ações foram participar de fóruns e eventos que ajudassem a entender as estratégias de mercado, quais seriam os novos produtos, novas tendências de consumo e questões que não faziam parte do dia a dia do profissional comercial e que faltavam desenvolver para ampliar seus horizontes e refletir-se no seu repertório. As pessoas mudam os comportamentos que quiserem. Todavia, o trabalho de coaching não é, nem poderia ser, algo que altere a personalidade da pessoa. Alguém que se reconhece organizado, e adora fazer coisas com altíssima qualidade e sem erros, não se tornará a pessoa mais criativa do mundo. Poderá desenvolver vários comportamentos criativos, mantendo o mesmo jeito de ser. E só fará isso se a mudança fizer sentido, pois caso contrário não haverá empenho em desenvolver essas habilidades. Todo trabalho de coaching começa com a busca da clareza a respeito de aonde se quer chegar, e como esses caminhos fazem sentido em relação aos valores e propósitos da pessoa – dois aspectos fundamentais para começar bem um projeto de coaching. Por Dante Mantovani, integrante do Grupo de Estudos Introdução ao Processo de Coaching, de São Paulo   Fonte: O Estado de São Paulo, 30 de Dezembro de 2018

CORHALE acompanhou 266 proposições neste ano

CORHALE acompanhou 266 proposições neste ano Do total de 2018, 79 (30%) sofreram algum tipo de movimentação, sendo que 40 delas tinham Notas Técnicas emitidas pelo comitê Ao longo de 2018, o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo acompanhou 266 proposições de parlamentares originadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, número superior ao de 2017 e 2016 quando foram monitoradas, respectivamente, 244 e 199. Do total deste ano, 79 (30%) sofreram algum tipo de movimentação, sendo que 40 delas tinham Notas Técnicas emitidas pelo CORHALE com pareceres favoráveis ou desfavoráveis para influenciar a posição dos parlamentares – o comitê decidiu não se posicionar sobre 17 delas. Os números foram apresentados por Iradj Eghrari, diretor-gerente da Ágere Cooperação em Advocacy, assessoria do CORHALE no Congresso Nacional, no dia 11 de dezembro, na sede da ABRH-SP. Eghrari fez um balanço das atividades do ano: “Por causa das eleições, poucos projetos caminharam nas casas legislativas – para se ter uma ideia, apenas a proposição que dispensa os funcionários para exames de câncer ginecológico e urológico se tornará lei – e foram somente 36 novas proposições apresentadas, ante 58 em 2017. Várias tinham o intuito de alterar ou anular a reforma trabalhista, que entrou em vigor no final de 2017”. Ele explicou como funciona o trabalho de monitoramento das proposições, que inclui o levantamento semanal daquelas de interesse do CORHALE, o acompanhamento do trabalho feito nas comissões e o encaminhamento da Nota Técnica ao relator e aos demais deputados integrantes das comissões para influenciar a posição adotada. Das 266 proposições de interesse acompanhadas, 153 tinham Nota Técnica do comitê. Sobre o CORHALE Atualmente braço legislativo da ABRH em todo o Brasil, o CORHALE, criado e mantido pela ABRH-SP desde 2009, tem como propósito acompanhar e influenciar a formação das leis que afetam as relações trabalhistas. O comitê mantém um site próprio – http://corhale.org.br/ – para disseminar a sua produção técnica e promover o debate e o consequente aperfeiçoamento das questões que permeiam as relações de trabalho no Brasil. Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de dezembro de 2018.

Confraternização em Campinas teve posse da nova diretoria

NOTA A ABRH-SP Campinas encerrou suas atividades do ano com uma confraternização realizada no dia 13 de dezembro, no IFF Bar, em Campinas. A festa foi aberta com a cerimônia de posse da nova diretoria para o triênio 2019-2021. O evento teve ainda o stand-up sobre o tema Protagonismo e Atitude, com a palestrante Vania Ferrari, conhecida pelas apresentações bem-humoradas e inteligentes. Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de dezembro de 2018.

Executivas de RH falaram da vivência no Vale do Silício

Executivas de RH falaram da vivência no Vale do Silício Em setembro deste ano, Claudia Meirelles, head de Recursos Humanos da Itaúsa, e Maria Susana de Souza, vice-presidente de Recursos Humanos da RaiaDrogasil, executivas de RH que a partir do ano que vem passam a integrar a Diretoria Executiva da ABRH-SP, respectivamente como diretora e vicepresidente, participaram de uma missão pelo Vale do Silício, o centro do mundo quando se fala em inovação. Na semana em que estiveram por lá, Claudia e Susana visitaram as universidades de Stanford (tradicional) e Berkeley (entre as cinco maiores e melhores do mundo), a Singularity, instituição de educação executiva sediada no centro de pesquisas da Nasa, e algumas empresas (Google, PayPal, Tesla, LinkedIn e Netflix) que têm mudado o jeito como se fazem as coisas. Elas visitaram ainda a Plug and Play, incubadora e aceleradora de startups, e a Ideo, berço do design thinking. Para falar sobre essa experiência, as executivas apresentaram a palestra Vivências no Vale do Silício, no último dia 13, na sede da ABRH-SP. “O que a gente mais queria era conhecer a cultura de cada empresa”, disse Claudia. Se a cultura de meritocracia é uma característica do Google, que oferece todo tipo de facilidades para os colaboradores, na PayPal se valoriza muito a qualidade de vida. Já na Tesla, segundo Susana, há uma cultura de muito trabalho, grande responsabilidade, mas também de grandes feitos. “A possibilidade de entregar um propósito é o que move as pessoas na empresa. Elas não precisam estar num ambiente colorido e com sofás para se sentirem felizes”, disse Claudia. As executivas destacaram o modelo revolucionário da Netflix, de muita liberdade, com altíssimo senso de responsabilidade em um ambiente de absoluta confiança e com muita agilidade na tomada de decisões. No final da palestra, as executivas fizeram um resumo do que viram por lá: liberdade com alta responsabilidade; olhar para a inovação como um novo jeito de pensar e agir; existência de várias formas de colaborar; atenção ao contexto; visão ampliada e consciência para o todo; conexão com as megatendências; contatos e leituras ampliados; e propósito e significado. Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de janeiro de 2018.

Prêmio Sim à Igualdade Racial 2019 traz como tema mulheres negras

O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) realiza no Hotel Copacabana Palace, no dia 14 de maio de 2019, o Prêmio Sim à Igualdade Racial. O evento tem como tema central mulheres negras no mercado de trabalho e acontece durante o IV Jantar Beneficente Sim à Igualdade Racial. No ano passado estiveram presentes CEOs de grandes empresas e celebridades que apoiam a causa como Bruno Gagliasso, Glória Maria, Iza, Regina Casé e Fátima Bernardes. Assinado pelo artista plástico Vik Muniz, o Prêmio Sim à Igualdade Racial foi criado para reconhecer nomes e empresas que se destacaram na promoção da igualdade racial nos setores da Educação, Empregabilidade e Cultura durante ano. O evento busca arrecadar fundos para os projetos e ações do ID_BR. As cotas e ingressos individuais continuam disponíveis. Para o ano de 2019, o instituto planeja lançar laboratórios em escolas públicas, a criação de um centro de referência em estudos de igualdade racial em universidades e fortalecer parcerias com a ABRH-SP. “Desde 2016, com a realização do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, a ABRH-SP tem discutido com as organizações não só a importância da equidade de gênero em cargos de liderança nas empresas, mas também a necessidade de mecanismos que incluam as mulheres negras no mercado de trabalho, pois são elas que enfrentam os maiores desafios e mais sofrem com a discriminação. Um dos principais entraves para o crescimento do Brasil é a desigualdade, que só pode ser enfrentada com ações firmes no sentido de proporcionar oportunidades iguais para a população negra a fim de que todos possam crescer”, diz Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP. Ele lembra que a parceria com o ID_BR está relacionada com esse compromisso da entidade. A diretora executiva do instituto, Luana Génot, explica que a questão racial é estratégica para o mercado. “Profissionais negros com competência e formação já existem e precisam ser absorvidos pelo mercado. Temos ações propositivas para mudar culturas corporativas. Quem investe em igualdade racial cresce”, afirma Luana.   Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de dezembro de 2018.23

Perfil e propostas da nova Diretoria Executiva (Parte 2)

Em continuidade à matéria publicada no domingo passado, mais dois integrantes da Diretoria Executiva da ABRH-SP, que assume em 1º de janeiro de 2019 para um mandato de três anos, falam sobre a sua afinidade com a área de RH, os motivos que os levaram a integrar a gestão e as suas propostas para a entidade. São eles: Carlos Silva (Jurídico e Financeiro) e Luiz Drouet (Diretor de Desenvolvimento e Expansão das Regionais). Confira: Carlos Silva: “Aos 14 anos ingressei na área de RH de uma empresa metalúrgica e, a partir daí, me encantei com a área. Por 38 anos exerci cargos em todos os subsistemas de Recursos Humanos. Sempre tive fascínio por estar junto com as pessoas, ouvi-las, orientá-las e prevenir conflitos. Também desde cedo (1972) comecei a participar de grupos informais de RH. Em 2004, passei a integrar o Conselho Deliberativo da ABRH-SP e, em fevereiro de 2007, fui convidado pelo dr. Wolnei Ferreira, na época diretor Jurídico da entidade, para trabalhar na reorganização das Regionais. Desde 2011, participo como diretor Jurídico nomeado das gestões da Associação.  Além dos aspectos cotidianos, como analisar contratos de parcerias, prestação e fornecimento de serviços, irei aconselhar, sempre que requisitado e necessário, quanto aos aspectos jurídicos envolvidos nas diversas ações empreendidas pela nova diretoria. E assim, juntamente com os demais diretores, dedicar esforços para o atingimento dos objetivos da ABRH-SP. Também pretendo contribuir com a disseminação do conhecimento do mundo do trabalho para influenciar o possível na melhoria da condição social, política e econômica do país, e, principalmente, servir a comunidade de RH e de gestores de pessoas”. Luiz Drouet: “Foi na minha trajetória na Amcham-Brasil, onde iniciei como trainee e atuei quatro anos como gestor da organização para o interior de São Paulo, que aprendi a importância dos processos envolvendo pessoas e me apaixonei pelas práticas de atração e gestão de talentos. Desde então, em todas as minhas passagens executivas, priorizei o foco em gente, participando ativamente das práticas de seleção e desenvolvimento. O convite para participação na Diretoria Executiva veio como uma oportunidade incrível de aprendizado com grandes referências do mercado, ao mesmo tempo em que tenho o prazer de compartilhar minha experiência de gestão profissional de entidades. A ABRH-SP tem um propósito incrível e uma reputação muito sólida, mas há muito a avançar em sua profissionalização e estrutura de suporte aos voluntários e associados. As regionais da ABRH-SP representam um ativo altamente estratégico para a seccional. É através delas que a entidade vem crescendo em associados e representatividade, ao mesmo tempo em que torna mais acessível este relevante trabalho até diferentes regiões do estado. A consolidação das regionais e o crescimento da atuação através de novas operações são as prioridades para os próximos três anos de gestão”. Novos conselheiros tomaram posse em 29/11 No dia 29 de novembro aconteceu a posse dos novos integrantes dos conselhos Deliberativo e Fiscal para o triênio 2019-2021. Durante o evento, os presentes elegeram Cesar Gomes como presidente do Conselho Deliberativo e, respectivamente, como primeira e segunda vice-presidentes, Ana Maria de Freitas e Lilian Guimarães. “Como presidente do Conselho Deliberativo, pretendo que realizemos um trabalho que ajude a impulsionar as ações da Diretoria Executiva. Um trabalho que acompanhe o dinamismo de nossos tempos, com uma visão moderna e ágil, orientado para os propósitos e objetivos da ABRH-SP. Vamos usufruir a grande competência e maturidade que nos é colocada à disposição pelos membros deste Conselho. Além disso, temos um novo Estatuto, recentemente aprovado, e iremos atuar na consolidação das inovações nele contidas. Seremos um Conselho Deliberativo, com muito envolvimento e contribuição”, disse Gomes. Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Dezembro de 2018.
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Eventos de encerramento de 2018

Já na segunda passada aconteceu a celebração do ano promovida pela Regional Sorocaba com a apresentação da palestra de Alberto Roitman, Chief Creative Officer da Nexialistas Consultores. Música ao vivo e comida de boteco animaram os participantes do evento, que aconteceu no donQuiê, em Sorocaba. Também a Regional Campinas realizou seu evento de encerramento das atividades do ano na noite da última quinta, no IFF Bar, em Campinas. O destaque da programação foi o stand-up sobre o tema Protagonismo e Atitude, com a palestrante Vania Ferrari, conhecida pelas apresentações bem-humoradas e inteligentes.

Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Dezembro de 2018.

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O poder das redes informais

Antropólogo digital, especializado na análise de redes organizacionais, Ignacio García Zoppi esteve na sede da ABRH-SP, no último dia 6, para falar sobre o poder do trabalho em rede. “Em um mundo hiperconectado, volátil e complexo, desvendar e estimular as redes informais de trabalho é crucial para a transformação e adaptação da organização”, disse Zoppi logo no início da palestra. Segundo ele, não existem muitos especialistas na análise de redes organizacionais, que ainda é pouco conhecida, porém pode ser aplicada para o desenvolvimento das organizações, na medida em que conhecer e gerir estrategicamente as redes informais de relacionamento pode potencializar a colaboração, a motivação e a inovação. “O poder de transformação está na sinergia entre as redes formal e informal”, ressaltou. O palestrante ainda falou das principais aplicações da análise de redes. Entre elas, gestão de talentos e identificação de líderes informais (para saber se o talento está ou não jogando a favor da empresa); diagnóstico de clima organizacional; definição da estratégia de comunicação e de relacionamento interno; gestão de rede de conhecimento; e estímulo a redes de trabalho mais flexíveis, colaborativas e inovadoras. Ele destacou ainda o importante uso para a promoção da diversidade organizacional.

Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Dezembro de 2018.

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Parceria entre ABRH-SP e Santander ajuda empresas e pessoas a prosperarem

Especialistas em finanças pessoais costumam citar três mandamentos para uma vida financeira próspera e feliz: gastar, poupar e doar. Gastar com o que é importante para cada um, fazendo boas escolhas; poupar para emergências, sonhos e, também, para o longo prazo; e doar (tempo ou dinheiro) para quem mais precisa. Para ajudar as pessoas nessas tarefas, o Santander oferece às companhias planos de previdência corporativos com foco na preparação da aposentadoria de seus funcionários, que podem ter a contribuição das empresas ou somente dos colaboradores. As condições comerciais geralmente são mais favoráveis do que as obtidas por uma pessoa física diretamente nas instituições financeiras e as contribuições são debitadas diretamente na folha de pagamento. Empresa e colaboradores podem deduzir suas contribuições da base tributável, respeitando algumas regras. Na outra ponta, a da doação, o Santander coordena o maior programa de mobilização de recursos incentivados do Brasil, o Amigo de Valor. Em sua 17ª edição, o programa espera angariar R$ 18 milhões por meio da contribuição de seus funcionários e clientes. Serão financiados 67 projetos que beneficiam 8,5 mil crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade social. É uma oportunidade para que pessoas físicas e empresas direcionem os recursos do Imposto de Renda aos Fundos Municipais dos Direitos das Crianças e Adolescentes, que investem no desenvolvimento de projetos voltados para menores em situação de risco social. Empresas associadas da ABRH-SP e seus funcionários, que sejam clientes do Banco, têm até o dia 14 de dezembro para doar. Contribuir é simples. No site do Amigo de Valor, o cliente poderá fazer a doação on-line com débito em conta, além de conhecer e escolher o projeto para o qual deseja contribuir. Acesse www.santander.com.br/amigodevalor. O alinhamento de visões entre a ABRH-SP e o Santander vai permitir alcançar resultados cada vez maiores nessas frentes. Com olhos para o presente dos menos favorecidos e no futuro dos colaboradores.

Fonte: O Estado de São Paulo, 09 de Dezembro de 2018.

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Perfil e propostas da nova Diretoria Executiva (Parte 1)

Eleita em agosto deste ano, a nova Diretoria Executiva da ABRH-SP toma posse em 1º de janeiro de 2019 para um mandato de três anos. Liderados pelo presidente Guilherme Cavalieri, os integrantes da diretoria já têm se reunido para definir as propostas de cada área. Nesta edição, a vice-presidente Maria Susana de Souza e os diretores Charles Lukower (Comercial), Claudia Meirelles (Comunicação) e Edna Bedani (Aprendizado e Conhecimento) falam sobre a sua afinidade com a área de RH, os motivos que os levaram a integrar a gestão e as suas propostas para a entidade. Na semana que vem, os demais integrantes da diretoria terão o mesmo espaço neste jornal. Maria Susana de Souza: “Já no meu último ano do curso de Psicologia, me identifiquei com a Psicologia Organizacional, tanto que os estágios mais relevantes já foram na área. Portanto, foi um movimento natural entrar para Recursos Humanos. Ao longo da minha carreira, tive alguns convites para atuar em outras atividades, mas me mantive em RH por entender que aqui poderia realizar todo o meu potencial e entregar o melhor de mim. Minha maior aproximação com a ABRH-SP se deu quando passei primeiramente a integrar e depois coordenar o comitê de conteúdo do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina. Agora, como vice-presidente da Associação, além de conduzir o CONALIFE 2019, pretendo colaborar com o Guilherme Cavalieri e os demais integrantes da diretoria nas ações de planejamento e gestão, e também ampliar o tema sobre a valorização da diversidade e inclusão entre os associados, o que me possibilitará contribuir de forma mais ampla para os profissionais de Recursos Humanos e toda a comunidade”. Charles Lukower: “Sempre trabalhei e sempre quis trabalhar com Recursos Humanos. Sou um entusiasta da área. Desde o meu primeiro estágio, percebi o impacto que o RH causa nas pessoas. Na Associação, sou novato e ainda não conheço os seus processos perfeitamente, mas, desde as minhas primeiras conversas com o Guilherme Cavalieri, tenho falado da importância de termos uma entidade ainda mais forte e mais representativa. A prioridade tem de ser trabalhar a percepção de valor do associado para conseguir retê-lo, além do atrativo do desconto nos eventos promovidos pela ABRH, como o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas e o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina. Meu sonho é fazer com que o associado sinta a diferença na evolução da sua carreira em relação àquele profissional que não é associado da ABRH-SP. Também gostaria de atrair e trazer os jovens para a entidade a fim de contribuir para a evolução e o desenvolvimento de carreira deles”. Claudia Meirelles: “Ingressei na faculdade de Psicologia já com a intenção de partir para a área de RH. Tive a oportunidade de, já no terceiro ano, estagiar na área de Recrutamento & Seleção de uma grande empresa aérea e conhecer excelentes profissionais que me ajudaram a entender melhor o meu perfil e o quanto ele era aderente ao que se esperava do RH naquela época. Tenho genuíno interesse nas relações interpessoais e em como, através do diálogo, aprendizagem e prática, podemos transformar a cultura de uma empresa. Já na ABRH-SP ingressei em 2014 pela Regional Metropolitana Oeste. Depois de quatro anos por lá, entendi que na Seccional haveria um espaço ainda maior para que eu pudesse interagir com a comunidade de RH e compartilhar a experiência que adquiri nesses anos de carreira e vivência associativa. A diretoria de Comunicação terá como principal meta contribuir para que nosso relacionamento com associados e novos associados siga uma linha única de abordagem e que tenha um contato frequente para podermos entender as expectativas destes com a associação”. Edna Bedani: “Recursos Humanos aconteceu em minha vida. Fui convidada pela gerente de RH da empresa onde eu atuava como operadora de caixa para trabalhar na área e me identifiquei com a mesma pelo contexto que envolve facilidade na comunicação e relacionamento interpessoal, aprendizado contínuo e interesse genuíno pelas pessoas. E aqui estou há mais de 30 anos. A atividade associativa sempre fez parte da minha vida e participar da associação da minha categoria é recompensador, uma excelente oportunidade de contribuir com minha experiência e aprender muito com a experiência e o conhecimento dos associados e parceiros. A proposta da minha diretoria contempla: ampliar ações de promoção do conhecimento, interação e networking, com temas relevantes e atualizados, através de palestras, workshops e cursos, conduzidos por profissionais que dominam o assunto; ampliar parcerias com instituições da área de educação que contribuam com a atualização dos temas e serviços ofertados; e fortalecer a atuação dos Grupos de Estudos, promovendo formas alternativas (virtuais/web) de participação”.

Fonte: O Estado de São Paulo, 09 de Dezembro de 2018.

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Vivência no Vale do Silício

Grandes mudanças e inovações propostas para ditar um novo ritmo de futuro têm sido, nas sua maioria, desenvolvidas no Vale do Silício, região da Califórnia que concentra várias empresas de tecnologia e startups. A história da região e do novo jeito de fazer as coisas criado ali serão o tema do evento Vivências no Vale do Silício, que a ABRH-SP promove nesta quinta, 13 de dezembro, a partir das 9 horas, na sua sede, com as palestrantes Claudia Meirelles, head de Recursos Humanos da Itaúsa, e Maria Susana de Souza, vice-presidente de Recursos Humanos da RaiaDrogasil. Claudia e Maria Susana, que a partir do ano que vem passam a integrar a gestão da ABRH-SP respectivamente como diretora e vice-presidente (veja reportagem acima), vão compartilhar com os participantes a experiência de terem visitado recentemente o Vale do Silício. O evento é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 100. Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 09 de Dezembro de 2018.

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