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Liderança com conexão

A conexão existente entre o cavaleiro e o cavalo em uma prova de hipismo, e todo o processo que envolve a preparação do animal até a hora H do salto, têm muito em comum com os processos de liderança no ambiente corporativo.  Essa foi a premissa de Flávia Oliveira Ramos, formada em executive coaching e life coaching pelo ICI (Integrated Coaching Institute), na palestra A Verdadeira Liderança Acontece com a Conexão, apresentada na sede da ABRH-SP, no dia 7 de novembro.

Flávia se baseou na sua larga experiência como amazona para traçar o paralelo entre homens e cavalos, e entre hipismo e ambiente corporativo. “O cavalo não é territorialista, tem uma natureza nômade; precisa estar em movimento para não morrer; tem boa memória, mas vive no presente; e sintoniza a frequência cardíaca com o cavaleiro na hora de saltar.”

Segundo Flávia, não existe comando e controle no hipismo: “Eu me conecto com o cavalo e dou a direção”. Por isso, o autoconhecimento é fundamental. Não à toa, se trata de um esporte dominado por sêniores, pois os cavaleiros ficam melhores com a idade. Ela destacou ainda as diferenças para o ambiente corporativo: o hipismo é um esporte em que homens e mulheres competem em igualdade e o seu concorrente é uma referência e faz de você um competidor melhor.

Fonte: O Estado de São Paulo, 17 de Novembro de 2019.

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Abordagem mais holística para o desenvolvimento de habilidades

A seção RH Digital tem ouvido semanalmente executivos de Recursos Humanos e gestores de pessoas sobre o tema da Transformação Digital. A entrevistada desta semana é Luciana Camargo, vice-presidente de Recursos Humanos na América Latina da IBM. Confira:

GESTÃO DE PESSOASComo a Transformação Digital tem mudado o RH de sua empresa?
LUCIANA CAMARGO – A Transformação Digital implica a revisão de modelos de negócio, na adoção de plataformas para expandir conhecimento e competir em novos mercados, mas uma das maiores barreiras ao progresso está na transformação das pessoas e da cultura organizacional. Nesse cenário, o RH torna-se fundamental. Na IBM, a área de RH tem evoluído em quatro principais aspectos. O primeiro está relacionado à cultura. Buscamos colocar o funcionário no centro, para que tenha a melhor experiência em todas as soluções de RH. Esse movimento é acompanhado por mais autonomia e responsabilidade com o desenvolvimento de suas próprias carreiras e seus skills, e em seu tempo. Assim, desenvolvemos novas mentalidades e habilidades diferentes para tirar proveito das novas capacidades de negócios. Temos também abraçado novas formas de trabalhar buscando viver os valores de uma cultura Agile, usado design thinking e práticas e ferramentas colaborativas. Segundo, aprendizagem contínua. Há cinco anos, três a cada 10 funcionários tinham os skills apontados como as características do futuro; hoje oito a cada 10 têm esses skills. É fundamental conscientizar todos sobre a importância de aprender continuamente e ter abertura para as mudanças. Na IBM, isso não é missão apenas de RH, mas de todos. Terceiro, diversidade e inclusão. Uma cultura inclusiva, livre de preconceito e assédio, que abraça o pensamento diverso e na qual as pessoas acreditam e se sentem parte, é também uma das nossas prioridades. Por último, adoção da ciência dos dados e da tecnologia. Usamos people analytics e soluções cognitivas de RH. Acreditamos que o uso do dado para uma gestão mais científica de RH, associado às tecnologias de nuvem e inteligência artificial, entre outras, pode ajudar na tomada de decisão, aumentando a inclusão e reduzindo o viés, além de proporcionar a personalização com um foco genuíno na experiência do funcionário. As novas tecnologias e a arquitetura corporativa melhoram as experiências dos clientes e dos funcionários, fornecem insights para gerar criatividade e engajam.

GP – Na sua opinião, o que pode ser feito para preparar os trabalhadores para os impactos dessa Transformação Digital nos seus empregos e carreiras, evitando ampliar os índices de desemprego do país?
LC – Acreditamos que as empresas não conseguirão resolver os desafios de recapacitação apenas com treinamento formal e com mais contratações, mas, sim, com uma abordagem mais holística para o desenvolvimento de habilidades, de forma mais personalizada, ajudando cada pessoa a buscar novas formas de aprendizagem e a desenvolver habilidades individuais e técnicas. A tecnologia pode ajudar muito nesse sentido. Um estudo recente, feito pelo IBV chamado Enterprise Guide to Closing the Skills Gap, mostra que empresas que estão em Transformação Digital precisam adotar uma mudança fundamental, que significa o foco nas pessoas e suas qualificações. Somente 41% dos CEOs afirmam ter as qualificações dentro de suas empresas em termos de skills e recursos para executar a estratégia de negócios. Esse é um trabalho conjunto entre empresas privadas, governos e instituições de ensino. Na IBM, por exemplo, temos um programa chamado P-TECH, que já está em andamento no Brasil e em outros seis países da América Latina, promovendo o desenvolvimento de competências profissionais vinculadas à ciência, tecnologia, engenharia e matemática e preparando os alunos para a economia digital. Também promovemos este ano a Maratona Behind the Code, uma competição de programação que ajudou 27 mil desenvolvedores brasileiros a ampliar seus skills nas mais novas tecnologias de mercado; e lançamos o IBM Skills Academy, que treinará universidades selecionadas em uma variedade de especialidades – desde humanística até as áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) –, e as universidades, por sua vez, instruirão os alunos.

Fonte: O Estado de São Paulo, 17 de Novembro de 2019.

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Os impactos da reforma sindical na área de Recursos Humanos

A reforma sindical, que está sendo arquitetada pelo governo federal e deverá ser apresentada em breve, e suas consequências para empregados e empregadores, principalmente para a área de RH, foram tema do evento Reforma Sindical – O que vai mudar?, que o CORHALE, braço legislativo da ABRH em todo o Brasil, realizou na última quarta, na sede da ABRH-SP.

Diretor Jurídico da ABRH-SP e coordenador do CORHALE, Carlos Silva foi o mediador do debate, que teve as participações de Eduardo Pastore, consultor na área das Relações do Trabalho da Fecomércio/SP; Fabiano Zavanella, membro da Comissão Especial de Direito do Trabalho da OAB SP; e Mário Bittencourt, atualmente sócio-diretor da BBCA.

Pastore fez uma apresentação em que falou das discussões anteriores sobre a reforma, que começaram em 2013 com o Fórum Nacional do Trabalho, e das mudanças que podem ocorrer com o projeto do governo atual: “A principal alteração deve ser a mudança de um modelo de unicidade sindical para um modelo de pluralidade. A questão do custeio dos sindicatos também deverá continuar sendo voluntária por meio da contribuição espontânea”.

Na avaliação de Pastore, a adoção desse novo modelo exigirá uma participação muito mais intensa do RH nas negociações. “A área também terá o papel de conter o ímpeto da empresa de achar que pode fazer tudo. O empregador não pode enxergar essas mudanças como uma oportunidade para vilipendiar direitos”, alertou Zavanella. Por outro lado, para ele, os sindicatos não podem ser uma entidade de cofres cheios e assembleias vazias.

Já para Bittencourt, o RH terá um papel fundamental na educação e orientação dos demais funcionários em relação às mudanças. “Será uma transformação difícil e complicada, e não vai ser uma tarefa fácil para nós de RH”, reiterou. Entretanto, para Pastore, a reforma sindical pode ser encarada como uma oportunidade para todas as partes reaprenderem a negociar juntas. “O capitalismo se faz saudável pelo confronto”, lembrou.

Fonte: O Estado de São Paulo, 17 de Novembro de 2019.

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Seu emocional é inteligente?

A Regional Metropolitana Oeste realiza em 10 de dezembro o workshop Seu Emocional É Inteligente? Alinhando o Circuito da Razão e Emoção. Facilitado pela coach e palestrante Vera Martins, autora dos livros Seja Assertivo! e O Emocional Inteligente, o workshop tem como objetivo desenvolver nos participantes a autoconsciência e autogestão emocional, assim como a consciência social e gestão dos relacionamentos por meio do uso de técnicas assertivas de fortalecimento dos circuitos neuronais.

Ao longo de um dia inteiro de atividades, das 9 às 18 horas (com 1 hora de intervalo para o almoço), serão explorados os temas: Os componentes da Inteligência Emocional; As estruturas neurais envolvidas na formação das emoções; Impactos das experiências negativas e positivas na formação de crenças; A comunicação assertiva na expressão madura das emoções e dos sentimentos; e Vivências de técnicas para fortalecer o circuito neural da razão e emoção.

O workshop, que acontece no Orgânico Coworking – Alpha Square (Avenida Sagitário, 138), em Alphaville, custa R$ 500 para associados da ABRH-SP; não associados pagam R$ 800.

Mais informações: eventos@abrhsp.org.br

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ABRH-SP apoiou eventos na Fiesp e FGV Eaesp

A ABRH-SP apoiou dois importantes eventos para a área de RH realizados nesta semana, ambos com a participação do presidente da entidade, Guilherme Cavalieri, nos debates. Na segunda-feira, dia 28, ele foi um dos especialistas convidados para participar do seminário promovido pela Fiesp, na sua sede, na capital paulista, que propôs uma reflexão sobre práticas inclusivas para os negócios e como essas ações podem aumentar a competitividade e aprimorar a reputação empresarial. Além de Guilherme, participaram do debate Elise Racicot, consulesa do Canadá e diretora do Programa Comercial do Canadá no Brasil; Flavia Vieira Bombardier, country HR da Bombardier; Jorgete Lemos, coordenadora do grupo de trabalho de Diversidade do Comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Fiesp; Luciana Freire, diretora executiva Jurídica da Fiesp; Raquel Cruz, CEO da empresa Feitiços Aromáticos; e Theo van der Loo, ex-presidente da Bayer e atualmente fundador e CEO da NatuScience, entre outros. Já na manhã de terça-feira, dia 29, Guilherme representou a Associação no Fórum Internacional Líderes e Culturas Organizacionais que Engajam e Inspiram, realizado pela FGV Eaesp, no próprio auditório, na capital paulista. O presidente da ABRH-SP mediou o painel “Engajamento: Políticas e práticas que engajam e inspiram”, que contou com as participações de Jacqueline Santana Fontes, diretora de Recursos Humanos da Cencosud; Jason Ward, vice-presidente executivo de Pessoas e Clientes da Azul Linhas Aéreas; Luís Delfim, presidente da Softys Brasil; e Paulo Cunha, Public Sector Country Manager da Amazon Web Services.

Fonte: Assessoria de Comunicação – novembro/2019

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Confira a agenda da semana

A ABRH-SP promove dois eventos nesta quinta, 7 de novembro. A Verdadeira Liderança Acontece com a Conexão é o tema da palestra programada para a sede, das 14 às 16h30, com Flávia Oliveira Ramos, formada em executive coaching e life coaching pelo ICI (Integrated Coaching Institute).

“A verdadeira liderança é fruto da busca pela liderança de si mesmo. Trata-se de um processo no qual, por meio do autoconhecimento e autodesenvolvimento, o líder reconhece, acolhe e integra suas vulnerabilidades e direciona, com consciência, sua potência. O objetivo da palestra é fazer com que os participantes aprendam a desenvolver a sua autoconexão e a capacidade de se conectar com os outros para liderar melhor”, explica Flávia.

No mesmo dia, a Regional Noroeste Paulista promove a sua edição do Fórum de Saúde ABRH-SP, com o tema Saúde e Alimentação 4.0. O evento, que tem sido realizado pelas Regionais, acontece em Ribeirão Preto, das 8 às 12 horas, no Auditório Lagoinha (R. Antônio Moisés Saadi, 1155). A programação terá cases das empresas Rodonaves e Santa Helena.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Novembro de 2019.

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Reflexões sobre atitude e carreira profissional

“A carreira é uma causa nossa, que carregamos na mochila”. “No amanhã, teremos quatro ou cinco carreiras ao longo da vida e iremos empreender com nossos filhos e netos”. “Quanto mais soluções você oferecer, mais a sua carreira estará perto do sucesso”. Essas foram algumas reflexões geradas na palestra Carreira, Ontem, Hoje e Amanhã, que aconteceu na última quarta, na sede da ABRH-SP.

Respectivamente CEO e diretora de Operações e Novas Parcerias da consultoria Satôria, Isabel Árias e Vanessa Rosa comandaram o encontro, que propôs alguns trabalhos em grupo aos participantes para que eles aprofundassem as reflexões sobre atitude e carreira profissional.

Isabel falou do que pode fazer a diferença na carreira: ter caráter; aprender a aprender; ter flexibilidade emocional para lidar com pessoas e expectativas diferentes; ser genuíno e cidadão do mundo; ser “grupo”; e investir no diálogo e na Comunicação Não Violenta. E deu algumas dicas importantes para esse momento disruptivo: “Inspire-se pelo exemplo; lidere pelos pontos fortes das pessoas; participe de um projeto social; cuide bem da saúde da sua carreira; pratique a empatia; transforme as reclamações em sugestões; e experimente, permitindo-se errar”.

Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Novembro de 2019.

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Capacitação customizada e alinhada às necessidades do mercado de trabalho

A seção RH Digital tem ouvido executivos de Recursos Humanos e gestores de pessoas sobre o tema da Transformação Digital, um dos pilares da diretoria executiva da ABRH-SP. O entrevistado desta semana é o diretor de RH da Edenred do Brasil, José Ricardo Amaro. Confira:

GESTÃO DE PESSOAS Como a Transformação Digital tem mudado o RH de sua empresa?

JOSÉ RICARDO AMARO – O crescimento de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial tem trazido a oportunidade de mudarmos sensivelmente a abordagem de Recursos Humanos na organização, passando de um estágio em que o foco era zelar pela excelência de processos tradicionais de gestão de cargos e salários, treinamentos, ações de desenvolvimento do capital humano e atração de talentos, para uma fase na qual a interpretação de indicadores tem sido o grande valor agregado gerado pela área de gestão de pessoas. Estamos falando da gestão focada em People Analytics, que permite análises qualitativas e quantitativas que estão cada vez mais se tornando um grande fator de tomada de decisão para a liderança da empresa. Com a assertividade e o correto diagnóstico dessas informações, os gestores de RH (atuando cada vez mais no papel de parceiros de negócios), aproximam-se mais dos gestores, apoiando-os com a interpretação de dados que ajudam a definir decisões estratégicas sobre gestão de pessoas.

Outra mudança importante no RH de nossa empresa é a otimização de processos e o aumento de produtividade, resultado da robotização que proporciona muito mais agilidade e assertividade em processos transacionais, que não podem deixar de ser realizados, bem como com a parceria com startups que aceleram algumas rotinas e processos operacionais da área de RH.

GP – Na sua opinião, o que pode ser feito para preparar os trabalhadores para os impactos dessa Transformação Digital nos seus empregos e carreiras, evitando ampliar os índices de desemprego do país? 

JRA – Temos duas formas de preparar os trabalhadores para essa nova abordagem trazida pela Transformação Digital. A primeira, e a que deve levar um maior tempo para colher os resultados esperados, é a total reestruturação da grade curricular do ensino médio e do ensino superior. Acompanhando o conteúdo arcaico e pouco pragmático que ainda é adotado pelas instituições de ensino, percebemos o imenso descolamento entre o que é ensinado nas escolas e universidades com o que é esperado nas organizações em termos de conhecimento e habilidades, para não chegarmos também às questões de comportamentos e atitudes, que não são o foco deste contexto. Faz-se urgente a reestruturação do conteúdo de aprendizagem das instituições de ensino, buscando maior sinergia e usabilidade de conceitos e demandas do atual mundo corporativo.

A segunda forma de preparar os trabalhadores para essa era digital é complementar o pouco pragmático conteúdo, trazido na bagagem dos colaboradores, com uma capacitação customizada e alinhada às necessidades do mercado de trabalho. Esse complemento a que me refiro é o tradicional investimento em educação corporativa, tanto sob a ótica de capacitações técnicas, quanto sob a ótica de capacidade de gestão. A alta direção das empresas ainda precisa dedicar parte de seu orçamento para o contínuo aprendizado de sua força de trabalho, o que comprovadamente gera retorno para ambos os lados – empresa e trabalhador. Todavia, o trabalhador não deve delegar essa responsabilidade para a empresa. Mais do que nunca, o protagonismo de carreira é uma característica essencial no mundo profissional, em que o autodesenvolvimento deve partir da iniciativa de cada um, independentemente do apoio ou subsídio da organização.

Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Novembro de 2019.

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Fórum Diversidade ganhou edições em Campinas e no Vale do Paraíba

Realizado pela ABRH-SP no interior paulista, o Fórum Diversidade ganhou novo formato neste ano, com a promoção do evento por duas Regionais – Campinas e Vale do Paraíba – e um único tema: O Que Te Move e o Que Te Impede? Enquanto a edição do Vale do Paraíba já aconteceu (veja abaixo), a de Campinas está programada para o próximo dia 12 novembro, das 8 às 17 horas, no Vitória Hotel Concept.

O evento de Campinas terá seis painéis ao longo de um dia inteiro de atividades. O primeiro deles, Diversidade na Prática, apresentará cases de organizações como Johnson & Johnson, Samsung, Sodexo e Instituto Magnus. O segundo, Diversidade e Conteúdo – O papel do CEO na inclusão da diversidade, terá a participação de Theo van der Loo, ex-presidente da Bayer e atualmente fundador e CEO da NatuScience.

Entidades como ONU Mulheres e Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) participam do painel Diversidade e Conexões de Propósito. Já no painel Diversidade na Pele, o destaque é a participação de Raquel Alves, filha do escritor Rubem Alves e fundadora da empresa Arquitetura do Sensível, que falará sobre sua história de vida. No encerramento, o painel Diversidade na Real apresentará uma reflexão prática sobre o que foi discutido ao longo do evento.

Vale do Paraíba

Realizada em 15 de outubro, a edição do Vale do Paraíba reuniu um público de 200 pessoas no Teatro Colinas, em São José dos Campos. O evento, que superou as expectativas, teve a participação como palestrantes de Cristina Kerr, CEO da CKZ Consultoria em Diversidade & Inclusão, e Amanda Costa, jornalista e empresária.

Foram debatidos temas como: vieses inconscientes; impactos da diversidade e inclusão; a combinação de diversidade e inclusão que leva à inovação; e os benefícios e desafios para ter ambientes mais inclusivos e diversos nas corporações.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/forum-diversidade—o-que-te-move-e-o-que-te-impede__666149

Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Novembro de 2019.

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O limite é a criatividade humana

Executivo de Recursos Humanos aficionado por Tecnologia e Inovação, Marcelo Nóbrega é o entrevistado da seção RH Digital, que ouve semanalmente executivos de RH e gestores de pessoas para ampliar as reflexões sobre o tema da Transformação Digital no mundo do trabalho.

GESTÃO DE PESSOAS – Como a Transformação Digital tem mudado o RH de sua empresa?

MARCELO NÓBREGA (aqui ele fala sobre as inovações implantadas na Arcos Dourados/McDonald´s, onde até recentemente foi diretor de RH) Uma das inovações implementadas nos últimos tempos foi um chatbot no Help Desk que esclarece as dúvidas dos funcionários sobre folha de pagamento, benefícios e outras questões do relacionamento dele com a empresa. Num primeiro momento, nossa expectativa era ganhar eficiência,  pois muitas das perguntas são repetidas uma vez que boa parte do nosso quadro é de pessoas na sua primeira experiência de emprego. Como é de se esperar, várias questões são comuns a todos os que entram no mercado de trabalho. Para eles, obviamente, são importantes. Mas imagine o atendente do Help Desk dando as mesmas explicações repetidamente todos os dias. O chatbot faz isso sem se entediar e dando o mesmo nível de atenção a todos. Para nossa surpresa, o chatbot não apenas resolveu questões triviais e corriqueiras, como também melhorou o entendimento dos funcionários. Sentimos isso na complexidade das perguntas que passamos a receber. Os funcionários começaram a aprender com a Luíza, nosso chatbot. A interação com ela se tornou uma oportunidade de aprendizado. A experiência com os bots, porém, não parou por aí. A Luíza foi desenvolvida com o auxílio de uma consultoria e na forma tradicional que conduzimos grandes projetos corporativos. Tudo muito controlado, com equipe, objetivos, prazos e orçamentos bem definidos. Durante a implementação, nos demos conta de que estávamos sendo bem conservadores na adoção dessa nova tecnologia. A verdadeira ruptura veio quando resolvemos ensinar a equipe de RH a programar bots. Dessa forma, cada membro do time pode desenvolver seus próprios assistentes pessoais virtuais para ajudá-los nas tarefas do dia a dia. O que virá por aí? Difícil dizer. O limite é a criatividade humana.

GP – Na sua opinião, o que pode ser feito para preparar os trabalhadores para os impactos dessa Transformação Digital nos seus empregos e carreiras, evitando ampliar os índices de desemprego do país?  

MN – Não é verdade que a tecnologia destrói empregos. Basta comparar o nível de desemprego e robotização do Brasil com aquele de países como Estados Unidos, Alemanha ou Japão para entender que essa questão é bem mais complexa. É óbvio que a tecnologia exige novas habilidades. E, em primeiro lugar, é dever de cada um de nós buscar esse aprendizado por conta própria continuamente. Por outro lado, vejo uma deficiência na educação básica que precisa ser resolvida nesse sentido. Disciplinas como matemática, estatística e programação (ou coding como se diz nos dias de hoje) devem ser aprofundadas. As empresas, claro, podem e devem ajudar nesse aprendizado. No entanto, se aprende pouco em sala de aula. Tampouco se trata de hard skills. O principal é o mindset correto para o aprendizado e o digital. Não se trata mais de uma tendência. É um movimento que não tem volta ou limites. É preciso buscar experiências, até corriqueiras, que ajudarão as pessoas a adotar o mindset correto, acostumar-se às novidades e, por fim, transformarem-se em agentes de mudança. Nem todas cumprirão todos os estágios, mas também não é necessário. Comece buscando informação em fontes inéditas para você. Leia revistas, converse com pessoas, vá a locais, frequente cursos que são inteiramente novos. Use tecnologia no seu dia a dia. Desligue a TV e ouça podcasts, assista vídeos no YouTube, leia livros digitais. Explore a infinidade de apps que existem para melhorar a sua produtividade. Faça um curso de coding, analytics ou marketing digital. E você não precisa gastar muito dinheiro com isso. Existem muitos cursos gratuitos on-line.

Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Outubro de 2019.

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Promovido pelo CORHALE, evento discutiu a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

O que a área de Recrutamento e Seleção de sua empresa faz com os currículos que recebe para preencher uma vaga? Descarta? Arquiva? Por quanto tempo? Se você acha que não há por que se preocupar com isso, é melhor pensar diferente e se preparar para quando a lei 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), entrar em vigor em agosto do ano que vem.

Criada para disciplinar o tratamento de dados por pessoas ou organizações de direito público e privado, independentemente do meio, a lei regulamenta e estabelece regras a respeito da coleta e do armazenamento de dados pessoais de clientes, usuários e colaboradores, e seu compartilhamento. O objetivo é  garantir direitos à privacidade e inviolabilidade da intimidade.

Como já deu para perceber, a questão do currículo é apenas uma das preocupações que os RHs, gestores de pessoas e profissionais responsáveis pelas Relações Trabalhistas terão com a LGPD. E foi justamente para aprofundar os debates sobre seus diferentes aspectos que o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, braço legislativo da ABRH em todo o Brasil, realizou, no último dia 17, o evento LGPD – A lei que vai transformar todo o fluxo de informações.

Participaram como debatedores Ana Claudia Beppu, sócia do escritório Mundie Advogados; Eduardo Pastore, advogado trabalhista e consultor na área de Relações do Trabalho da Fecomercio/SP; Henrique Macedo, líder de Compliance da GE Power América Latina; e Tomás Paiva, advogado da Mundie Advogados. Diretor Jurídico da ABRH-SP e coordenador do CORHALE, Carlos Silva foi o mediador.

Ana Claudia explicou o contexto da criação da lei e das diferentes legislações ao redor do mundo, entre elas, a General Data Protection Regulation (GDPR) da União Europeia, e disse que a LGPD foi bem recebida pelo mercado e a comunidade jurídica. Junto com Tomás Paiva, ela detalhou os principais aspectos da lei, que é bastante extensa e prevê sanções administrativas, incluindo multas, para quem descumpri-la.

Eles explicaram, por exemplo, a diferença entre dados pessoais – toda informação relacionada a pessoa identificada ou identificável, como nome, RG, CPF, e-mail – de dados pessoais sensíveis, que são aqueles que podem gerar qualquer tipo de discriminação, a exemplo de origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, entre outros.

Também fizeram uma reflexão sobre o consentimento, que é toda manifestação livre, informada e inequívoca pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma finalidade determinada. Será que o consentimento do empregado é livre? Ele tem como se recusar a dar seu consentimento?, questionaram.

Eduardo Pastore também perguntou como fica o princípio da autonomia da vontade do empregado para falar não. “Essa é só uma das questões. A lei é um imenso desafio para a área de Relações Trabalhistas, mas é preciso prevenir para que tudo isso não vire passivo trabalhista”, disse. Ele lembrou ainda que 80% dos problemas jurídico-trabalhistas não são problemas jurídicos, mas, sim, problemas de gestão.

Na prática

Henrique Macedo falou sobre como a GE tem lidado com a LGPD. “A área de Compliance resolveu liderar a adequação à lei para ter a certeza de que vamos cumpri-la e prevenir os riscos. No entanto, não queremos liderar sozinhos, pois todas as áreas da empresa serão afetadas”, assinalou. Segundo ele, o trabalho de adequação se encontra na fase de mapeamento. “Estamos conversando com várias pessoas de diferentes departamentos para saber como elas tratam as informações. Teremos ainda as etapas de revisão e treinamento”, explicou.

Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Outubro de 2019.

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+Café&+Gestão

A Regionais Baixada Santista e Metropolitana Oeste realizam nos próximos dias suas edições da modalidade de eventos +Café & +Gestão. Usando o Estresse para Potencializar Resultados nas Organizações é o tema da palestra de Andrea Sarno, diretora da Avena Consultoria, programada para esta quinta na FGV Santos, das 8h30 às 10h30. No dia seguinte, Luiz Edmundo Rosa, diretor da ABRH-Brasil, fala sobre o tema Como Está a Saúde da sua Empresa, das 8h às 10h30, em Barueri, no WeWork.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos/

Fonte: O Estado de São Paulo, 20 de Outubro de 2019.

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Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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