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Comunicado: agenda de eventos alterada em função do COVID-19

Em razão dos últimos acontecimentos envolvendo o novo Coronavírus (COVID-19), especialmente na Região Sudeste, a ABRH-SP comunica que estão suspensos todos os seus eventos presenciais até o dia 15 de Abril de 2020, incluindo também os de suas sete regionais (Baixada Santista/ Campinas/ Centro-Oeste/ Metropolitana Oeste/ Noroeste Paulista/ Sorocaba e Vale do Paraíba). A medida visa à prevenção e à segurança de nossos associados e colaboradores em relação à expansão do Coronavírus.

A ABRH-SP está atenta sobre as necessidades de todos os profissionais de RH e nossos associados, por isso, abrimos uma nova agenda on-line para possam participar de nossos eventos. Acesse nossa agenda: https://abrhsp.org.br/eventos/

Aos que adquiriram ingressos para os nossos eventos presenciais, o valor será estornado automaticamente de acordo com as instruções do Sympla. Não é necessário solicitar o cancelamento dos ingressos.

Os grupos de estudos acontecerão de forma on-line durante os meses de Março e Abril através da plataforma zoom.us. Nos dias já confirmados, os participantes receberão todas as orientações via e-mail.

Para mais informações, estamos à disposição pelo telefone (11) 99433-8660.

Assim que tivermos as novas datas de realização dos eventos, entraremos em contato.

Atenciosamente,
Diretoria Executiva ABRH-SP

Março de 2020

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8 perguntas sobre a implantação emergencial de home office

Nestes dias atípicos e de grande preocupação com a disseminação do coronavírus, o home office é a saída para tirar das ruas, transporte público e empresas boa parte dos trabalhadores que podem exercer suas atividades em casa. Implantar um programa de home office, assim às pressas, porém, exige conhecimento sobre o processo e uma série de cuidados. Na entrevista a seguir, Wolnei Tadeu Ferreira, integrante do CORHALE, braço legislativo da ABRH em todo o Brasil, e diretor executivo da Sobratt – Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades, responde a 8 perguntas sobre o tema. Confira:

1) Ainda há certa confusão sobre o conceito de home office. Você poderia explicar?

WTF – É importante deixar claro que o home office ou teletrabalho só se destina a colaboradores que executem suas atividades de forma intelectual, a distância, através dos sistemas de informação e comunicação. O que disciplina a atividade é o artigo 75-B da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, acrescentado após a chamada Reforma Trabalhista, Lei 13.467/2017, e que considera o teletrabalho a prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação, que, por sua natureza, não se constituam como trabalho externo.

2) Quais cuidados as empresas que não adotavam o home office precisam ter nessa fase de implantação?

WTF – A empresa deve firmar com o colaborador um contrato, de caráter emergencial, em que são estabelecidas as regras de controle de jornada, horas extras, prevenção e comunicação de acidentes, entre outros tópicos. É um processo que deve envolver as áreas de RH, Jurídica e TI, além dos gestores e colaboradores. Nas empresas menores em que não há essas áreas estruturadas, o contrato deve ser firmado diretamente entre o proprietário e o colaborador. Para tirar dúvidas sobre home office, a Sobratt publicou o documento Orientações para Implantação Emergencial do Home Office nas Empresas, no qual estabelece as responsabilidades das áreas envolvidas para que cada empresa desenvolva o processo de acordo com as suas características e grau de conhecimento do assunto. Vale conferir: https://bit.ly/2U3279w.

3) Como as empresas devem acordar o ponto?

WTF – Podem ser adotadas formas alternativas como login e logout no sistema, quando possível, ou controle manual feito pelos próprios colaboradores. É importante orientar os gestores de que ninguém está disponível em tempo integral. A jornada de trabalho deve ser observada para evitar horas extras. Assim como o colaborador, mesmo em casa, deve estar à disposição da empresa no período da jornada.

4) Como fica a concessão de benefícios, como vale-transporte e vale-alimentação?

WTF – Como no período não haverá deslocamento residência-empresa e vice-versa, a empresa não precisa manter o vale-transporte. No caso do vale-alimentação, se isso for uma obrigação prevista em norma sindical, não poderá ser subtraído ou reduzido, salvo se houver previsão na própria norma nesse sentido. Do contrário, deve ser mantido. Caso o benefício seja concedido espontaneamente pela empresa, sua eliminação ou redução fica a cargo de cada uma.

5) Que medidas devem ser adotadas para evitar o vazamento de dados e documentos?

WTF – A área de TI deve definir a infraestrutura necessária – equipamentos e programas – para a execução das atividades em home office e orientar o colaborador em relação às questões de segurança da informação, como segurança da rede Wi-Fi e pacotes de antivírus, por exemplo. Cuidados ainda maiores com essa questão devem ser tomados se, nesse momento emergencial, o colaborador utilizar o próprio equipamento. (Leia nesta página as dicas de segurança digital para colaboradores remotos compartilhada pela IBM).

6) Quem nunca trabalhou na modalidade pode enfrentar dificuldades de adaptação? Que orientações podem ser dadas para os profissionais?

WTF – A palavra-chave do home office é disciplina. Disciplina para cumprir a jornada de trabalho à risca, para fazer os intervalos necessários, se levantar da cadeira de vez em quando, fazer alongamentos. Outra boa orientação é a pessoa não trabalhar de pijama ou deitada no sofá, por exemplo. Ela deve acordar, se vestir como se fosse sair de casa, inclusive porque provavelmente terá reuniões por videoconferência, e precisa estar pronta para isso. O profissional deve entender que não estará em férias no período.

7) Também é preciso estar atento às questões de ergonomia.

WTF – Sim. O colaborador deve seguir em casa as mesmas orientações que valem na empresa para evitar problemas de saúde no futuro. De modo geral, escolher um local com mínimas condições para o trabalho, boa iluminação natural ou artificial, evitando que a luz reflita diretamente na tela, e usar mesa e cadeira adequadas. Ele também deve prestar atenção na postura e fazer alongamentos como recomendado.

8) Outro desafio é a adaptação da família, principalmente das crianças. O que fazer?

WTF – A saída é estabelecer um “acordo familiar” para que não haja interferência por parte dos habitantes da residência nas atividades do colaborador. É preciso explicar o momento atual, os motivos dessa mudança na rotina e pedir o apoio de todos, inclusive das crianças.

Fonte: O Estado de São Paulo, 22 de Março de 2020.

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Flex Office/ Flex Work: o exemplo da Braskem

Nem todas as empresas estão enfrentando maiores dificuldades para colocar os colaboradores trabalhando em casa por causa da pandemia do Covid-19. Na Braskem, por exemplo, tudo ocorreu facilmente. “Assim que a decisão foi tomada, em poucas horas comunicamos os integrantes do mundo inteiro para que ficassem nas suas casas”, conta Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas, Marketing, Comunicação e Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Isso só aconteceu porque a empresa já havia implantado há um ano e meio tanto o Flex Office, que permite que a pessoa trabalhe onde quiser e nos dias em que quiser; como o Flex Work, em que ela pode trabalhar em qualquer lugar da Braskem. Modalidades que, para serem viabilizadas, exigiram uma série de investimentos, da compra de notebooks para todos os colaboradores dos escritórios à melhoria nas redes de comunicação, além da capacitação dos líderes e integrantes desse novo conceito.

“Agora, nessa situação emergencial, se eu não tivesse uma infraestrutura adequada e toda a mentalidade da liderança e das pessoas preparadas, teria um pouco mais de dificuldade”, reconhece Marcelo. Segundo ele, no caso das empresas que não se prepararam para o movimento de flex office ou de home office, a segurança e a saúde das pessoas devem vir em primeiro lugar e isso pode significar até mesmo ter de abrir mão do trabalho em favor da saúde.

“O segundo aspecto é disponibilizar todos os recursos necessários para que a pessoa trabalhe de casa, como um notebook que acesse a rede da empresa e tenha todo o sistema de segurança da área de TI para reduzir qualquer vulnerabilidade à invasão”, acrescenta Marcelo, que considera essencial, nessa situação atípica que estamos vivenciando, todos os lados terem bom senso.

“Aqui na Braskem já aceitamos há muito tempo fazer uma reunião com a pessoa em casa e ouvir barulho de criança, de cachorro… A gente permite isso e não se incomoda porque estamos na rotina da pessoa. Também é importante não ter pré-conceito, que é o conceito prévio, de achar que quem está em casa não está trabalhando. Nós não temos esse julgamento. Precisamos confiar nas pessoas, que elas são responsáveis pela realização do seu trabalho onde quer que estejam”, recomenda Marcelo.

Fonte:  O Estado de São Paulo, 22 de Março de 2020.

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5 dicas de segurança digital

A IBM tem compartilhado algumas dicas de segurança digital para colaboradores remotos. Confira 5 delas:

1) Escolha seu Wi-Fi com cuidado. Até redes legítimas hospedadas por estabelecimentos confiáveis podem estar vulneráveis à espionagem digital. Evite redes públicas e use uma VPN (Rede Virtual Privada) para obter segurança adicional, inclusive em casa, se possível.


2) Preste atenção aos documentos e redes de impressão compartilhadas. Para arquivos digitais, use as ferramentas aprovadas pela sua empresa para esse fim. Evite usar impressoras públicas ou compartilhadas para imprimir documentos confidenciais.

3) Cuide de seus arquivos digitais. Mantenha o sistema operacional do seu computador atualizado com base nas orientações da sua empresa. E não esqueça de fazer backup de seus arquivos regularmente para que seus dados estejam seguros em caso de erro, perda ou ataque cibernético. Sempre use as ferramentas aprovadas pela empresa para essa finalidade, como por exemplo ferramentas em nuvem.

4) Proteja-se com senhas. Verifique se seus dispositivos estão seguros usando um PIN ou senha seguros. Além disso, não se esqueça de usar um gerenciador de senhas para garantir que suas senhas sejam únicas e difíceis de adivinhar.


5) Cuidado onde clicar. Phishing é uma tentativa fraudulenta de obter informações confidenciais, se fazendo passar por uma entidade ou pessoa. Empresas de tecnologia, mídias sociais e streaming de conteúdos audiovisuais compõem as 10 principais marcas que os cibercriminosos estão falsificando nas tentativas de phishing.

Fonte: O Estado de São Paulo, 22 de Março de 2020.

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ABRH-SP comemora hoje 55 anos

Foi com o objetivo de ampliar a troca de experiências e melhores práticas que jovens profissionais da área de Administração de Pessoal – como o Recursos Humanos era chamado na época – decidiram se juntar para criar uma associação que os representasse em nível estadual. Assim nascia, em 15 de março de 1965, a ABRH-SP, com o nome Associação Paulista de Administração de Pessoal (APAP).

Meses depois, a própria ABRH-Brasil seria criada a partir da entidade paulista. Uma das primeiras realizações da APAP foi a participação no II Ciap – Congresso Interamericano de Administração de Pessoal, organizado na Venezuela em maio de 1965. Durante o evento, o Brasil foi escolhido para sediar a edição seguinte do congresso, o que precipitou a formação de uma entidade em âmbito nacional: a Associação Brasileira de Administração de Pessoal (Abape), em novembro daquele ano.

De lá para cá, a ABRH-SP construiu em história muito rica, que tem sido o resultado do trabalho voluntário de centenas de profissionais da área de Recursos Humanos que se dedicaram e se dedicam ao crescimento da entidade e da comunidade de RH. Atualmente, a associação tem uma ampla representatividade em todo o estado de São Paulo por meio de suas sete Regionais – Baixada Santista, Campinas, Centro Oeste, Metropolitana Oeste, Noroeste Paulista, Sorocaba e Vale do Paraíba – e como missão: “Construir e difundir de maneira inspiradora e colaborativa o conhecimento e conteúdo em gestão, valorizando e desenvolvendo pessoas e organizações para a evolução da sociedade brasileira”.

A longevidade da Associação se deve a sua capacidade de renovação e de antecipação das tendências e mudanças que afetam a área e a sociedade como um todo. Nestas cinco décadas e meia, a ABRH-SP superou turbulências político-econômicas, grandes greves de trabalhadores, crises internacionais e modismos e soluções prontas para se consolidar como a principal associação de RH do país pelo pioneirismo e inovação nas práticas que adota e nas suas realizações, a exemplo do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, que este ano chega a sua quinta edição.

Para Guilherme Cavalieri, presidente da ABRH-SP, a Associação chega vigorosa aos seus 55 anos graças ao incansável trabalho dos voluntários que se envolveram e se envolvem com a causa de maneira apaixonada ao longo de todo esse tempo. “A ABRH-SP e a comunidade de RH são muito gratas a todos eles”, conclui Guilherme.

Fonte: O Estado de São Paulo, 15 de Março de 2020.

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RH no Fórum Econômico Mundial

Ao contrário do que se pode imaginar, há uma presença do RH em todos os grandes temas discutidos no Fórum Econômico Mundial (WEF) de Davos, encontro anual que reúne a elite política, econômica, empresarial, científica e cultural para debater os problemas do mundo. Essa é a visão de Leyla Nascimento, presidente da WFPMA – World Federation of People Management Associations, que participou do fórum deste ano, realizado em janeiro na pequena estação de esqui da Suíça.

Ao lado de Glaucimar Peticov, diretora executiva do Bradesco, que também esteve em Davos, Leyla falou pela primeira vez sobre as conclusões do fórum durante o eventoAs Perspectivas do RH no Fórum Econômico 2020”, realizado pela ABRH-SP em 5 de março, no Salão Nobre da FGV, na capital paulista, e que reuniu um público de mais de 100 pessoas. Ambas foram recepcionadas, na abertura, por Guilherme Cavalieri, presidente da ABRH-SP, e pela professora Maria José Tonelli, coordenadora do FGV – NEOP (Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas).

“O fórum tem como objetivo encontrar soluções para as questões que afetam a vida das pessoas”, resumiu Glaucimar. “Estiveram presentes aproximadamente 3 mil inscritos que participaram de 700 painéis realizados no período do evento. Dá para perceber que os desafios têm muita similaridade entre os países, com graduações diferentes, e que também há muita troca de informação pelos participantes. Entre eles, altos executivos de empresas, que são convidados porque há um entendimento de que só estando na agenda desses grandes líderes a mudança realmente acontecerá no mundo.”

Leyla falou dos temas que já fazem parte das áreas de RH e que estiveram nas mesas de debates de Davos: a questão da sustentabilidade – “O mundo está em estado de urgência, em um momento muito delicado na sustentabilidade”; do empoderamento feminino; do acolhimento de refugiados; e do poder dos jovens – “Como os jovens estão mobilizando o mundo e o lugar onde vivem”.

Outro tema sempre presente nos debates da área, os benefícios e riscos da Inteligência Artificial também tiveram destaque em Davos, segundo Leyla. A mensagem deixada é de que a IA dará suporte com informações e dados, mas os profissionais terão de saber tomar as melhores decisões. Quanto ao futuro do trabalho – uma das questões que mais preocupam a ABRH-SP –, ela falou que a estimativa é de ter de requalificar 1 bilhão de trabalhadores e que haverá grande demanda por habilidades cognitivas e por profissionais com capacidade para resolver problemas.

Fonte: O Estado de São Paulo, 15 de Março de 2020.

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Por que a “Aprendizagem Significativa” pode promover o engajamento?

Falar de “Aprendizagem Significativa”, neste momento em que temos que surpreender os colaboradores em sua jornada de aprendizagem, é inspirador.

Os primeiros estudos sobre a Aprendizagem Significativa surgiram a partir de 1963 pelo pesquisador norte-americano David Paul Ausubel e, em 1970, tornaram-se relevantes com as contribuições de Joseph Novak, que falavam de ativar o “cérebro” e o “coração” no processo de aprendizagem.

Para Ausubel, “aprender significativamente” é ampliar e reconfigurar ideias já existentes na estrutura mental. Com isso, a pessoa é capaz de relacionar e acessar novos conteúdos.

Dois princípios a norteiam: o “não-arbitrário”, ou seja, no processo de aprendizagem todos nós temos uma matriz ideacional e organizacional que ancora novos conhecimentos; e a “substantiva”, que significa que os novos conhecimentos se transformam em novas estruturas cognitivas e não se expressam literalmente da forma como são absorvidos, são renovados.

O aprendiz é protagonista porque são consideradas as suas experiências, mínimas ou não, e porque ele é capaz de produzir novos conteúdos que acabaram de ser assimilados. Ou seja, o conhecimento se torna duradouro.

Ausubel dizia: “Quanto mais sabemos, mais aprendemos”. Ele recomenda duas condições para que a aprendizagem significativa aconteça: 1) o conteúdo a ser ensinado deve ser potencialmente revelador; e 2) o estudante precisa estar disposto a relacionar o novo conteúdo de maneira consistente e não casual (deve fazer sentido).

Nesse aspecto, o papel do RH se torna ainda mais desafiador, pois trabalha a motivação dos colaboradores para o aprendizado e inova as formas de aprendizado dentro do ambiente corporativo.

Este artigo é dedicado ao João Marcos Varella e George Barbosa, facilitadores do Grupo de Estudos “Neurociência na Resiliência” e inspiradores do conhecimento.

Fonte: O Estado de São Paulo, 15 de Março de 2020.

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5ª edição do CONALIFE terá como tema “Mulheres em Movimento”

Neste Dia Internacional da Mulher, a ABRH-SP anuncia a realização da quinta edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina. O evento, promovido pela ABRH-SP com o apoio da ONU Mulheres, terá como tema central “Mulheres em Movimento”, que aborda a mulher nas quatro dimensões: indivíduo, família, empresa e sociedade.

Ainda com data a ser definida, o congresso, que acontecerá no segundo semestre de 2020, traz uma mudança significativa em sua governança. “Estamos felizes e estimulados com os avanços conquistados até agora e acreditamos que cumprimos integralmente o objetivo do CONALIFE nas quatro primeiras edições, quando fomos apoiados, no Comitê de Conteúdo, por profissionais líderes de RH, em sua maioria, com grande influência e presença em nossa comunidade, aos quais sempre seremos gratos”, diz Maria Susana de Souza, coordenadora geral do CONALIFE e vice-presidente da ABRH-SP.

Segundo ela, as mudanças para a renovação surgiram com o desejo de ampliar o alcance do evento. “Para tanto, convidamos para compor o novo Comitê de Conteúdo e Curadoria, cuja responsabilidade é provocar os debates para definição do conteúdo e formato do congresso, profissionais de diferentes segmentos pela relevância de suas atuações nas organizações que representam e por suas contribuições nesta agenda tão contemporânea sobre equidade de gênero.”

Além disso, com o objetivo de preservar a essência do CONALIFE e transferir o know-how adquirido nas quatro últimas edições, também foi criado o Conselho Consultivo, com integrantes da diretoria executiva da ABRH-SP e membros do comitê dos anos anteriores (veja ao lado quem participa desta edição).

Reuniões

As reuniões para definição do formato e conteúdo do congresso entre os integrantes do Comitê e do Conselho já estão em andamento. “Temos realizado encontros quinzenais, intensos e produtivos, para que a quinta edição seja mais um sucesso”, ressalta Maria Susana. “Quero já agradecer a todos pela participação e o envolvimento, especialmente ao Daniel Motta, CEO da BMI e White Fox, que tem sido facilitador do nosso trabalho e um anfitrião carinhoso ao ceder o charmoso espaço da sede da empresa para nossos encontros.”

Presidente da ABRH-SP, Guilherme Cavalieri também destaca o time de altíssima qualidade envolvido na construção do quinto CONALIFE: “Estou positivamente impressionado com a motivação e o engajamento da equipe nas reuniões. Tenho certeza de que teremos um grande evento neste ano”.

A construção do CONALIFE 2020 também conta com o apoio de Fernanda Caracciolo, diretora da ABRH-SP, Vânia de Faria, que vai atuar na captação de recursos para o evento, e Claudia Lorenz, sócia-diretora da Agência Uma.

Integrantes do Comitê e Conselho

Comitê de Conteúdo e Curadoria

  • Ana Paula Vitelli Morgado – diretora Regional da University of Manchester / Câmara de Comércio Britânica
  • Daniel Motta – CEO da BMI e White Fox
  • Gabriela Baumgart – empresária e conselheira
  • Luciana Staciarini Batista – sócia da Bain & Company
  • Margareth Goldenberg – sócia-diretora da Goldenberg Diversidade / Mulher 360
  • Rodrigo Forte, founder & managing partner da Exec

Conselho Consultivo

  • Adriana Carvalho, gerente da ONU Mulheres para os Princípios de Empoderamento das Mulheres
  • Lia Azevedo, diretora da ABRH-SP
  • Lilian Guimarães, vice-presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-SP
  • Maria Fernanda Teixeira, CEO da Integrow
  • Maria José Tonelli, coordenadora do FGV – NEOP (Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas)
  • Maria Susana de Souza, vice-presidente da ABRH-SP

Fonte: O Estado de São Paulo, 08 de Março de 2020

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Sorocaba lança nova edição do Momento de Carreira

Até 14 de março estão abertas as inscrições para o projeto Momento de Carreira. A iniciativa da ABRH-SP Sorocaba, que tem como objetivo contribuir para a reinserção de profissionais no mercado de trabalho, por meio de treinamentos gratuitos, acontece duas vezes ao ano desde 2017.

“Dar a oportunidade para as pessoas que irão participar do Momento de Carreira de se recolocarem no mercado de trabalho é possibilitar que elas resgatem sua autoestima, tornando-as protagonistas de sua vida. Portanto, este projeto vai além da Missão da ABRH-SP, que é ´valorizar e desenvolver pessoas e organizações para a evolução da sociedade brasileira´. Trata-se de uma ferramenta social em um momento que o Brasil registrou uma taxa de desemprego de 11%. Fazer parte do time deste projeto é um privilégio”, ressalta Aparecida Roseli Santos, diretora da Regional Sorocaba.

Os participantes receberão informações sobre atualização de currículos, LinkedIn, como se comportar em uma entrevista de emprego, além de dinâmicas que irão oferecer ferramentas de autoconhecimento e de busca de propósitos na vida e na carreira. O treinamento é gratuito e os profissionais associados à ABRH-SP Regional Sorocaba participam de forma voluntária.

O Momento de Carreira é voltado para pessoas de 28 a 50 anos, com renda familiar de até três salários mínimos. O cálculo de renda familiar por pessoa adota o Modelo Prouni, ou seja, soma-se a renda bruta dos componentes do grupo familiar. São 40 vagas disponíveis.

As aulas serão ministradas no CIEE-Sorocaba, das 18h30 às 21h30, no período de 6 de abril a 8 de junho.

Inscrições: até 14 de março, no site da ABRH-SP (http://bit.ly/momento-carreira-2020)

Fonte: O Estado de São Paulo, 08 de Março de 2020

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Liderança 4.0

As organizações do século 21 têm o desafio de sobreviver em um mundo complexo, incerto e sujeito a mudanças rápidas. As pessoas dentro delas têm acesso a grande quantidade de informação e precisam estar preparadas para atuar com autonomia e colaboração.

Neste cenário não se pode conceber uma liderança agindo como se estivesse no século 20 ou em séculos anteriores. A liderança no século 21 precisa estar alinhada com as solicitações da economia 4.0 em que estruturas rígidas e morosas são cada vez menos aceitas.

A maioria das grandes empresas brasileiras já adota métodos ágeis de gestão, nos quais squads (esquadrões ou equipes) são criados e desfeitos em função das necessidades dos projetos do momento. Uma característica fundamental dos squads é a ausência de estrutura hierárquica.

Na Morning Star, uma empresa da Califórnia, as 400 pessoas que nela trabalham organizam-se em grupos de trabalho similares aos squads, cuja interação é mediada por uma carta de intenções firmada no início de cada ano na qual estão especificadas as condutas esperadas de todos os seus membros.

A ação das pessoas que trabalham na empresa está baseada em dois princípios: ninguém exercerá força sobre o outro e todos se comprometem a cumprir rigorosamente aquilo que foi acordado. Dessa forma, ela se tornou a maior processadora de tomate do mundo com produção equivalente a 40% de todo o consumo norte-americano; fatura 1 bilhão de dólares por ano; existe há 20 anos; e nunca teve estrutura hierárquica nem chefes.

Estes são exemplos de liderança compartilhada, que deverá prevalecer daqui por diante nas organizações 4.0 e vindouras. O século 21 exigirá organizações saudáveis e amadurecidas nas quais as pessoas possam desenvolver todo o seu potencial pessoal e profissional e não se sintam dominadas por estruturas subjugantes. O poder não deverá ser exercido para dominar pessoas, mas para liberá-las a fazer coisas que seu potencial permitir. Assim agindo, as organizações conseguirão se adaptar ao século 21.

Artigo escrito por Haino Burmester (integrante), Meiling Canizares e Luiz Carlos Lima (facilitadores) do Grupo de Estudos de Educação Corporativa 4.0 (2019), de São Paulo

Fonte: O Estado de São Paulo, 08 de Março de 2020.

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Design Thinking – Employee Experience

A ABRH-SP Metropolitana Oeste já abriu as inscrições para o workshop Design Thinking – Employee Experience, que acontecerá em 23 de março, das 9 às 18 horas, na WeWork (Alameda Rio Negro, 1477), em Alphaville.

Sócio-diretor da Model Thinking, Wander Mendes será o facilitador do workshop, que tem como objetivo transformar o RH de um “desenvolvedor de processos” a um “designer de experiências”. Associados da ABRH-SP pagam R$ 500; não associados, R$ 800.

Mais informações: eventos@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo, 08 de Março de 2020

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RH CONECTA terá série especial sobre a LGPD

Criada para disciplinar o tratamento de dados pessoais por pessoas ou organizações de direito público e privado, independentemente do meio, a lei 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), entra em vigor em agosto deste ano.

Como a lei regulamenta e estabelece regras e formas como dados pessoais poderão ser coletados, arquivados e compartilhados, sua vigência impacta diretamente a área de Recursos Humanos. Rotinas de RH, como a seleção e armazenamento de currículos, compartilhamento de dados de colaboradores com convênios médicos e seguradoras, e até a eliminação e correção de informações de ex-colaboradores, precisarão ser revistas e adequadas à nova lei.

Para ajudar os profissionais da área nesse processo, a ABRH-SP está preparando uma série de vídeos sobre o assunto, dentro da plataforma RH CONECTA e em parceria com especialistas do escritório de advocacia Finnochio & Ustra.

“Ao todo teremos de 12 a 14 vídeos de cerca de 5 minutos cada um. A primeira metade será dedicada a aspectos e conceitos gerais da LGPD, enquanto a segunda apresentará, de forma dinâmica e pragmática, os impactos da lei nas rotinas de RH e quais as melhores práticas para se garantir a conformidade legal”, explica Veridiana Police, sócia responsável pela área Trabalhista do Finnochio & Ustra. O primeiro vídeo, por exemplo, abordará a LGPD no contexto mundial de proteção de dados e seu caráter multidisciplinar.

Além de Veridiana, participaram da gravação dos primeiros vídeos Marco Aurélio Orosz, coordenador da área de Compliance do Finnochio & Ustra, e Isadora Diniz, especialista em Direito Digital.

ATUALIZAÇÃO
Plataforma de conhecimento on-line da ABRH-SP, o RH CONECTA tem como principal objetivo promover a atualização dos profissionais de Recursos Humanos. Os vídeos podem ser assistidos no portal específico do projeto (https://rhconecta.com.br) ou pela homepage da ABRH-SP, www.abrhsp.org.br. Vale reforçar que todos os vídeos são gratuitos, bastando preencher um rápido cadastro.

Nos vídeos mais recentes disponíveis, Deize Andrade, estrategista de imagem e marca pessoal, fala sobre o poder dos embaixadores de marca interna e por que fazer employer branding.

O RH CONECTA é viabilizado através do patrocínio das empresas Consiga+ e Scaffold Education.

Fonte: O Estado de São Paulo, 01 de Março de 2020.

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Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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