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Congresso discutiu como o país pode acelerar para ser mais competitivo

Depois de meses de preparação e dedicação de muitos voluntários, terminou na quinta passada a 38ª edição do CONARH, realizada pela ABRH-Nacional com a copromoção da ABRH-SP. Ao longo dos quatro dias do evento, foram aprofundadas as discussões sobre como as empresas e o país podem acelerar para ser mais competitivos.

Como falou a presidente da ABRH-Nacional, Leyla Nascimento, na abertura do congresso, o Brasil vive um momento de destaque na economia mundial, mas, nessa hora em que deixamos de ser o país do futuro para viver o aqui e o agora, é preciso acelerar mais, o que passa necessariamente pelas pessoas. “Temos de superar os gaps, ampliar as boas práticas, sem deixar de lado o futuro das gerações”, disse Leyla.

Ao todo, 170 palestrantes se apresentaram no evento. Na magna de abertura, o diretor-presidente da Natura, Alessandro Carlucci, propôs um desafio aos congressistas: rever os atuais modelos de gestão de pessoas. “A maioria dos desenhos de gestão é antiga. Estamos habituados a focar no que falta às pessoas e investir o tempo tentando melhorar o que, muitas vezes, não é o ponto forte delas. Não seria mais interessante estimular o que têm de melhor, incentivar a colaboração, independentemente da função? Quantas empresas não seriam mais eficientes e melhores de trabalhar usando o sistema colaborativo? Nosso principal desafio é como fazer as pessoas se sentirem melhor, o que refletirá na organização.”

Empreendedor premiado por ter criado o site de compras coletivas Peixe Urbano, líder absoluto no seu segmento no mercado brasileiro, e atualmente CEO do site, Julio Vasconcellos também foi um dos conferencistas do congresso. Depois de tantas experiências nas mídias sociais, ele disse que gostaria de ser convidado para dirigir a área de RH em uma empresa de TI. “A área mais responsável pela inovação em uma companhia é a de Recursos Humanos. É ela que tem de passar o senso de urgência da inovação. Por trabalhar com gente, precisa exercer a função de facilitadora de uma cultura inovadora”, afirmou.

Entre os palestrantes internacionais, o espanhol Javier Fernández Aguado, diretor geral do Mindvalue Group e autor de mais de 30 livros, falou sobre a alma das organizações. “O conceito de alma se perdeu nas organizações quando perdemos o latim”, disse o palestrante. “Companhia écum-panis, é onde se compartilha o pão. Não é o lugar onde acionistas enriquecem à custa de empregados. Quando as pessoas param de se preocupar com as pessoas e os projetos e passam a se preocupar só com os ganhos, a alma se perdeu. Uma empresa precisa ter dois objetivos caminhando juntos: eficiência econômica e social. Se falta ética e justiça numa organização, num grupo, num país, não há alma”, afirmou.

Ao todo, o CONARH 2012 contou com o trabalho de 2.600 profissionais envolvidos na sua construção, 100 voluntários e 34 patrocinadores, ocupou 28 mil m² no Transamerica Expo Center e apresentou a maior tela de projeção  indoor do país para eventos corporativos.

ABRH-SP na feira de negócios

A ABRH-SP marcou presença entre os 123 expositores daquela que é considerada a maior feira de negócios do segmento de gestão de pessoas da América Latina. Em um estande de 80 m², muito bem localizado, a Associação apresentou a sua rede social própria: a People – O RH Conectado, lançada há três meses. O espaço, que contou com a presença constante dos diretores e conselheiros da entidade, também foi um ponto de networking dos profissionais de Recursos Humanos que participaram do evento.

Página do Estado 19 de Agosto

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