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CORHALE – Debate sobre o eSocial na ABRH-SP

O Corhale – Comitê RH de Apoio Legislativo promoveu na quarta passada, na sede da ABRH-SP, um evento sobre as preocupações e os desafios para os empregadores gerados pelo eSocial, o Sistema de Escrituração Fiscal Digital que irá mudar a forma como as organizações lidam com as obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias e trabalhistas no país. 

Durante o evento, Rafael Kieckbusch, especialista em Política e Indústria da gerência executiva de Relações do Trabalho da CNI (Confederação Nacional da Indústria), apresentou a palestra magna sobre o tema. A programação também incluiu exposições de Rutílio Rachelle, gerente de RH do Grupo Abril; Roberto Martins, diretor da Regional Baixada Santista da ABRH-SP e membro do Corhale; e Abdias Melo, diretor da ABM&C Consultoria. Todos participaram de um debate com a mediação de Vera Boscatte, analista/administradora do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA/CONAB.

As colocações dos palestrantes ajudaram o público a entender melhor os desafios do novo sistema. A seguir, algumas delas:

 Kieckbusch: “O eSocial terá grande impacto no que tange a vida laboral: 5 milhões de empresas e 38 milhões de trabalhadores serão diretamente impactados pelo sistema. Isso não é só um problema de Recursos Humanos. O RH é uma peça de uma engrenagem que precisa atender o que o governo quer”.

Rachelle: “O problema não é desenhar o sistema para atender ao eSocial, mas, como as obrigações são descentralizadas por áreas da empresa, arrumar as informações e fazer o saneamento da base de dados para passar para a receita. É preciso investir internamente na consolidação dos dados para que eles sejam coerentes”.

Martins: “Já faz muito tempo que o governo vem avisando que ia fazer algo como o eSocial. A gente não estava entendendo ou não querendo entender. As empresas e os escritórios de contabilidade não estão preparados para o eSocial, nem o profissional de RH, que se afastou muito do subsistema de departamento de pessoal do qual nasceu”.

Melo: “A grande questão do eSocial é cultural. A solução é conscientização, conscientização, conscientização. Não tem fluxo, não tem regra, mas as empresas podem começar fazendo um diagnóstico da realidade. Também é importante: avaliar o impacto do eSocial; envolver a alta gestão; definir equipe multidisciplinar para tratar da questão (não só o RH); rever os processos para atender aos pré-requisitos; reunir o que está disperso; e avaliar o cadastro e o conteúdo das informações”.

 

Página ABRH-SP – 8 de dezembro

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