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GRUPOS DE ESTUDOS – Tendências em Educação Corporativa

O jornal Gestão de Pessoas destina algumas edições do ano para a publicação de artigos de integrantes dos Grupos de Estudos da ABRH-SP. Carreira, resiliência e Treinamento e Desenvolvimento são os temas escolhidos desta edição (as ideias contidas nos artigos não refletem necessariamente a opinião da ABRH-SP).

 

Por que investir em Treinamento e Desenvolvimento

Produtividade, excelência no atendimento ao cliente, superação de metas, resiliência, criatividade e muitos outros ingredientes são requeridos para que as organizações sobrevivam e se perpetuem. Esses são os grandes desafios mundiais das empresas no momento atual. E para se obter tais resultados entra em cena a peça-chave dessa engrenagem – o ser humano. 

Mesmo diante de tal realidade, nos deparamos frequentemente com afirmações de que várias empresas não estão investindo como deveriam no desenvolvimento das pessoas que integram o ambiente produtivo. 

Muitos profissionais alegam que os investimentos têm sido priorizados para programas normativos, aquisições de acervos tecnológicos ou outras alocações voltadas aos “negócios da empresa”. E, dessa forma, assistimos mais e mais processos normativos e tecnológicos se instalando e sendo o centro das atenções nos ambientes organizacionais.Tudo isso requer mudanças profundas e urgentes nas formas de ver “o negócio da empresa”.

No contexto atual, estamos cada vez mais alicerçados pelos avançados processos tecnológicos, compostos por equipamentos de última geração, matéria-prima de alta qualidade, dentre outros enfoques nessa linha. Só que o fator humano é mais decisivo na medida em que esses componentes dependem da ação humana.

Devemos nos lembrar de que passamos por uma grande revolução industrial há mais de um século,em que o homem era parte integrante do processo mecanicista. Precisamos ter plena consciência de que é necessária a integração do homem em todo e qualquer processo de aprendizagem, não somente àqueles voltados a aspectos normativos e tecnológicos.

As organizações precisam ser o agente de desenvolvimento dos seus integrantes através da assertividade no estabelecimento de políticas de treinamento e desenvolvimento. Para tal, é necessário instituir na organização programas que aperfeiçoem as pessoas em sua plenitude, orientando-as e educando-as, visando ao estímulo e ao desenvolvimento de suas competências técnicas e habilidades comportamentais.

Em muitos ambientes de trabalho, verificamos ainda a atitude de vários profissionais investindo pessoalmente no autodesenvolvimento, financiando seus próprios programas de aperfeiçoamento, uma vez que a empresa está alheia a tal necessidade. 

Essa prática não deixa de ser válida, considerando-se a necessidade de desenvolvimento da empregabilidade do profissional. Quando esses planos estão alinhados também com os propósitos organizacionais, é algo salutar, caso contrário, profissional e empresa seguirão em caminhos opostos.

 

Jacqueline Cerqueira é facilitadora do Grupo de Estudos Tendências em Educação Corporativa

 

Página Semanal ABRH-SP – 28 de dezembro

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