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TEMAS EM DEBATE: Ética e afetividade são importantes no feedback

A forma institucionalizada de dar feedback com data marcada, praticada pela maioria das empresas de três em três meses, funciona muito pouco, pois a situação que gerou o feedback, e poderia ser mudada por ele, já ficou para trás, no passado. É o que pensa a psicóloga Solange Ramounoulou, diretora da VIR – Clínica para o Desenvolvimento Humano, que esteve na sede da ABRH-SP, na última quinta-feira, para falar sobre a ferramenta que vem sendo cada vez mais utilizada pelas organizações.

Os principais pontos que contribuem para o sucesso do feedback foram o foco da palestra. Para Solange, além de não partir do pressuposto de que as pessoas são abertas às mudanças, pois elas não são, é preciso ser ético (no sentido de não ser crítico ou julgador), afetivo (para despertar coisas boas no outro), descritivo e específico (as pessoas só conseguem mudar um ou dois comportamentos de cada vez), fazer um convite para a pessoa e ser oportuno. “O mais difícil de tudo é não julgar”, destacou a palestrante.

Ela apontou a regra de ouro das relações: falar na primeira pessoa e utilizar o verbo no tempo presente, de preferência verbos que indiquem uma ação, como penso, sinto, analiso e considero. Solange lembrou ainda o roteiro que deve ser seguido por quem dá feedback: primeiramente estabelecer o contato, depois pedir uma autoavaliação com perguntas, levantar os pontos positivos de quem recebe, apresentar os pontos a serem aprimorados e voltar aos pontos positivos para alavancar e estimular a vontade de a pessoa crescer.

Fonte: O Estado de São Paulo – 28 de setembro de 2014

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