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TEMAS EM DEBATE: Gestão da singularidade

Capacidade que uma organização ou um gestor tem de maximizar a performance de sua equipe, construindo estratégias diferenciadas para talentos em níveis diferenciados de performance, engajamento e aprendizagem, a gestão da singularidade tem obtido resultados significativos nas empresas onde foi adotada: ganhos que podem chegar a 23% do potencial de meta e a 20% nos fatores críticos que melhoram o engajamento, por exemplo.

Os números são do consultor em talentos humanos e diretor da Entheusiasmos, Eduardo Carmello, que apresentou na quinta passada, na ABRH-SP, a palestra Gestão da Singularidade: Estratégias diferenciadas para talentos diferenciados.

Como explicou Carmello, é precisa olhar o gestor para falar de singularidade. O gestor tradicional joga damas, ou seja, comunica, engaja e capacita todos os integrantes da equipe de forma igual. Já o gestor da singularidade joga xadrez. Ele tem a capacidade de oferecer estratégias diferenciadas para pessoas diferenciadas. “E sabe como aprimorar o colaborador de alta, média e baixa performance”, enfatizou Carmello.

 Não se trata, porém, de conhecer as características, personalidades e necessidades pessoais de cada colaborador, porque isso não necessariamente melhora o desempenho da equipe, mas, sim, de oferecer orientação, engajamento e capacitação estratégica condizente com os níveis diferenciados de entrega, comprometimento e aprendizagem de cada um. “A gestão da singularidade permite ganhos coletivos a partir do desenvolvimento do sujeito”, completou Carmello, que ressaltou a importância da adoção de métricas para avaliar o crescimento da equipe quando o modelo de gestão da singularidade é implantado.

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