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TEMAS EM DEBATE: Terceirização e trabalho temporário: modernização em pauta

Vander Morales, presidente do Sindeprestem, sindicato que reúne empresas de trabalho temporário e serviços terceirizáveis, esteve na ABRH-SP na última quinta. Ele apresentou questões sobre essas modalidades de trabalho que geram emprego, renda e movem a economia, mas ainda requerem grande esforço da sociedade para serem modernizadas e melhor regulamentadas a fim de cumprirem plenamente seus papéis no país de hoje.

Segundo Morales, as principais metas para atualização e regulamentação do setor passam obrigatoriamente pela atualização da lei 6.019/74, que rege o trabalho temporário. “Nos moldes que propomos, haveria a inclusão de cerca de 580 mil jovens de 18 a 25 anos em situação de primeiro emprego, 480 mil trabalhadores acima dos 40 anos, que voltariam a desenvolver algum tipo de atividade com vínculo formal, e a prestação de serviços temporários para o setor agrícola. Pelo menos este ano estão tramitando dois projetos de lei e um de medida provisória que abordam a situação dos jovens e o temporário no meio rural”, disse.

Sobre a terceirização, Morales destacou que a regulamentação geraria 3,5 milhões de postos de trabalho com carteira assinada, contribuindo para acabar com a informalidade e injetar cerca de R$ 7,8 bilhões mensais na economia. “Tanto o trabalho temporário quanto a terceirização vieram para ficar. No sistema produtivo há lugar para vários tipos de contratos, não só para o clássico contrato bilateral de trabalho”, afirmou Morales.

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