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Feminino e masculino

Basta olhar sua empresa para perceber que existe um ritmo acelerado de mudanças e transformações. Tudo é colocado na berlinda das revisões, e a liderança não passa incólume. Como afirmam Raj Sisodia e Nilima Bhat, no recém-lançado livro Liderança Shakti (Editora HSM), “a liderança existia para manter a ordem; hoje, trata-se de saber navegar na ambiguidade. No passado, muitas coisas eram centralizadas; hoje funcionamos conectados em rede com nossos pares. (…) O poder era mantido com rédeas curtas e agora é distribuído. (…) O líder era o chefe inquestionável, poderoso e controlador; agora o líder precisa ser um catalisador, inspirador que dá poder”. Em outras palavras, o que os autores dizem é que, antes, predominavam os aspectos masculinos na liderança. Agora, é preciso dar mais espaço aos aspectos femininos. E nada melhor do que, no mês do Dia Internacional da Mulher, colocar na mesa para discussão o feminino (e o masculino) no trabalho, nos homens e nas mulheres! E esse é o tema central da edição de março da revista Melhor – Gestão de Pessoas.

E por falar em revisão, a edição também traz uma entrevista com Alexandre Pellaes, especialista em novos modelos de gestão, fundador da Exboss e sócio da 99 Jobs. Para ele, vivemos numa era de ressignificar o trabalho, porém, empresas, indivíduos e o RH ainda não sabem muito bem como fazer isso. “A organização precisa ter uma discussão saudável com os seus colaboradores no sentido de repensar os papéis de empresa e funcionário. Trata-se de uma conversa pesada, pois os personagens desse diálogo saem da zona de conforto”, diz.

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Fonte: O Estado de São Paulo, 15 de Março de 2018.

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