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GESTÃO DE PESSOAS: A ERA PÓS RH.

Foi a época em que o RH centralizava funções como entrada e saída de pessoas, mesas e cadeiras. Naquele tempo, eram mínimas as diferenças entre recursos humanos e recursos materiais. A visão do empregado prevalecia sobre a obediência, a execução da tarefa e ao chefe, que detinha o controle. Hoje o cenário é outro: os empregados são chamados de colaboradores, enquanto seus chefes passaram a ser gestores. Essa transformação se dá ao que chamamos: gestão de pessoas, cuja principal preocupação é a valorização do capital humano da empresa.

Controle, tarefa e obediência foram substituídos pela identificação, aproveitamento e desenvolvimento do capital intelectual a partir da década de 90, com profundas mudanças nos cenários nacional e internacional, como a globalização.

A gestão de pessoas veio para humanizar as empresas, resgatando o papel dos seres humanos nas organizações, a fim de torná-los competentes para atuar em suas atividades. Consegue identificar a diferença entre funcionários e colaboradores? Se analisarmos, perceberemos que o papel do colaborador é mais participativo. Ele tem autonomia em suas atividades, cooperação nas decisões com seus gestores, facilidade na interação, aprendizagem, conhecem a empresa e participam dos negócios.

Apesar do assunto parecer atual, ainda é apenas um discurso para muitas organizações e é aí que entra mais uma vez a competência do RH. Cabe ao departamento, promover, planejar, coordenar e controlar as atividades relacionadas à seleção, orientação, avaliação de desempenho funcional e comportamental, capacitação, qualificação, acompanhamento do pessoal da instituição num todo, assim como as atividades relativas à preservação da saúde e da segurança no ambiente de trabalho da empresa.

Outra grande responsabilidade do setor é a formação do profissional que a organização deseja, objetivando seu desenvolvimento e crescimento, junto ao do próprio colaborador.

A área de gestão de pessoas tem formado uma geração de profissionais com foco em negócios e relações, ocupando espaços, substituindo perfis retrógrados que não agregam valor, dando início a um período de transição em que paredes, paradigmas e processos estão sendo demolidos.

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