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Demissão Assistida, saiba mais

Demissão Assistida: oportunidade e responsabilidade

Mais comum em setores como telecomunicações, bancos, química, petroquímica e farmacêutico, esse recurso vem sendo mais procurado por empresas de outros segmentos para minimizar o estresse pré-enxugamento. Você sabe como aderir a um programa desses?

Clima de tensão se administra. Expostos ao constante noticiário sobre a economia no país, os colaboradores já chegam na empresa com aquela sensação de que “vai sobrar”. E, realmente, são muitos os reflexos diretos do encolhimento que vêm chegando ao RH. “Os programas de transição de carreira surgem como uma maneira de tranquilizar o funcionário: a empresa não vai abandoná-lo, nem mesmo diante da possibilidade de desligamento. Isso reforça a cultura e ameniza o inevitável”, resume Fernando Lima, diretor da Regional Metropolitana Oeste.

Para Karin Parodi, CEO do Career Center, “oferecer ferramentas para o crescimento pessoal e profissional de seus funcionários agrega valores dentro e fora da organização, construindo uma visão positiva da empresa, melhorando os processos internos e externos. Os funcionários que passam pela demissão assistida têm mais chance de recolocação e, muitas vezes, em posições melhores”.

Entre as atividades oferecidas, a estruturação da pesquisa de mercado: que empresas têm perfil com sinergia com esse profissional, quais podem ter oportunidades em desenvolvimento e como se apresentar com discurso adequado para o momento daquela instituição. “É preciso enxergar a carreira como um negócio próprio, com a dedicação de um empreendedor ativo”, completa Karin.

Quando é oferecido um coaching, o profissional que presta este auxílio ajuda o colaborador a encontrar caminhos compatíveis e promissores com perguntas. As dúvidas são naturais, mas as respostas não podem chegar prontas. É um processo de descoberta. Requer mente aberta e um esforço para atualização e renovação que é individual. Ninguém pode percorrer esse caminho por você, mas pode te dizer que pegando esse ou aquele viés você costuma se deparar com essa ou aquela oportunidade. E nem sempre depende de cenário econômico”, alerta Fernando.

Se o RH da sua empresa ainda está na dúvida sobre adotar, se ainda está colocando custos e benefícios na balança, Fernando lembra que esse esforço economiza outros que podem ser maiores: o de reter talentos essenciais e o de atrair os talentos certos, quando for novamente necessário. “Com essa visão responsável, quem está dentro sabe que pode ficar mais tempo e, se não conseguir desenvolver a carreira, terá ajuda na hora de sair. E quem está fora vê no programa de outplacement (demissão assistida) mais uma segurança para abraçar o novo time.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

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