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Do Outro Lado da Mesma Empresa

Para ampliar a discussão sobre cultura em empresas que têm pé em mais de um país, resolvi compartilhar algumas questões que surgiram ao longo da minha experiência. A provocação inicial é: o quanto replicar um modelo de vendas, por exemplo, é efetivo?

 

Sim, vamos falar aqui de vendas, que é o contato direto com o consumidor. Ou seja, com a cultura local. Estamos falando aqui de B2B, mas se aplica perfeitamente a B2C. Num cenário como o do Brasil, de economia criativa, comportamentos minimamente peculiares (não estou me limitando às práticas flagradas na Lava-Jato), como colocar o portfólio debaixo do braço e bater de porta em porta? A versão moderna do caixeiro viajante, ainda muito usada pela acomodada economia europeia, funciona no nosso território continental? Quem tem que dizer é a matriz ou a equipe local? Sua empresa se detém para ouvir esse time e suas sugestões?

Acredito que a estratégia da equipe de vendas fala muito sobre a cultura. Mas essa cultura só sobrevive em diferentes línguas se soubermos interpretar os diferentes costumes, de diferentes países, de nichos de empresas nesses países, de hábitos e gerações pode quebrar a rigidez e realmente construir uma base de relacionamento e, quando falo relacionamento, quero dizer: clientes sólidos. O quanto sua companhia está pronta para aplicar esse exercício diariamente?

 Folha de Alphaville – 05/07/2015

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