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GAMES E APPS: COMO USAR PARA CRIAR LAÇOS

Em uma sessão de GameJam, durante o CONARH, mês passado, foram criadas mais de 150 sementes de jogos e, durante os quatro dias, o aplicativo recebeu mais de 350 mil hits, 3 mil downloads. Quer tradução?

 

Fernando Seacero, Sócio Diretor da i9ação, empresa que proporcionou as duas experiências, explica melhor. “ A proposta de criação do game era um jogo de tabuleiro e, como inspiração, propusemos temas como liderança, feedback, integração entre áreas, produtividade e comunicação e trabalho em equipe. Como eram quase duas mil pessoas, fizemos uma parceria com alunos da Anhembi Morumbi, treinamos cada um, para que dessem assistência a cada uma das mesas. Ali quase ninguém se conhecia, diferentemente do que acontece nas empresas, onde também já chegamos com um propósito mais claro, mas, mesmo sem se conhecerem, os participantes conseguiram gerar as sementes – primeira etapa de construção do game. Depois dessa etapa, em geral, iríamos avaliar se ficava no tabuleiro ou se seria mais integrado virar um game eletrônico, por exemplo. O importante é pensar em soluções de forma conjunta. Já tivemos games com foco em perfuração de petróleo, melhoria de processos…”

A gameficação se apoia na ativação de três sistemas cerebrais: neo córtex, que mantém o foco no racional, límbico (estimulado por cores, símbolos, música…) e o reptiliano (responsável pela movimentação corporal e tomada de decisões).

 

Ele diz que a escolha pelo tabuleiro une gerações, já que, não importa a idade, todos, em algum momento, já jogaram nessa plataforma ou mesmo jogos com cartas. “Tanto nas empresas quanto no Congresso o engajamento foi excelente. Aliás, o público participou não só dessa atividade, mas surpreendeu com o uso intenso do aplicativo.”

O aplicativo CONARH 2015 teve 3 mil downloads e mais de 350 mil hits, em quatro dias, e chegou a ser considerado pelos críticos de tecnologia como o melhor aplicativo em circulação, nesse período. A criação dessa plataforma interativa visava algumas intenções e necessidades: “A primeira era servir de guia com horários e informações sobre as atividades. Queríamos também que as perguntas para palestrantes e avaliações ficassem registradas e tivemos a participação maior do que no ano anterior. Também era importante que fosse um facilitador para o networking. Então, o participante podia inserir seus dados nessa parte do aplicativo e se colocar disponível para a troca de informações com outro participante. Nada de cartões de visita mais”, brinca Seacero.

Segundo ele, com esse novo recurso, ficou mais fácil estudar o comportamento dos inscritos, estratificando os mais participativos, por exemplo.

 

 Fonte: Folha de Alphaville – 11/09/2015

 

 

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