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MULEHRES QUE ELAS CHEGARAM LÁ

Dois talentos, duas histórias e uma mesma posição: a direção de RH. Claudia Meirelles e Soraya Bahde, frente a frente, no último +Café&+Gestão, levantaram os pontos fortes que as levaram a posições  de destaque.

Soraya, 32 anos, definiu-se como representante da geração Y. Formada em administração com habilitação em comércio exterior, disse que a paixão por lidar com pessoas surgiu quando dava aulas de inglês. Quando começou na Abbot, caiu na cadeira que cuidava de remuneração e gostou de RH. Na Accenture, teve a oportunidade de ocupar uma função mais generalista, o que ampliou a visão e atuação ao entender a alocação de talentos por projeto. A inquietude a levou a querer experimentar o terceiro setor. Na Fundação Estudar fez outplacement para os talentos que voltavam ao Brasil. Mas, sentiu falta do ambiente empresarial. Voltou ao mundo corporativo em uma empresa nacional, a TAM e teve a chance de inverter os papéis e fornecer soluções de RH para os escritórios da companhia, ao redor do mundo. Lá, surgiu a oportunidade que direcionou sua carreira: o spin off da Multiplus. “Uma responsabilidade muito grande porque eram trezentos funcionários, mas os resultados financeiros gerados eram muito significativos”. O convite da Alelo consolidou a performance pessoal.

Claudia, que adiou a maternidade até os 35, lembrou que a cobrança para a geração X, da qual faz parte era bem diferente. Criada para estudar e ser independente, as oportunidades de trabalho que surgiram tinham que ser positivas: “Entrei em organizações que não davam opção. Essa questão da qualidade de vida não existia. Mulher tinha que provar seu valor. Fiz uma carreira construída tijolo a tijolo. No começo, sem as facilidades da tecnologia – ficha a ficha, quem lembra?” O momento de grande decisão na carreira foi abrir mão de uma posição internacional: ”Viajava muito. Optei por uma posição no Brasil, mas com alcance global”.

Questionada sobre as diferenças entre eles e elas, foi taxativa: “A mulher tem mais coragem de assumir as decisões que toma. Não tem medo de recomeçar, mudar a direção e retomar em outro momento”.

Pergunta que veio do público: quais as dificuldades, do ponto de vista delas, com elas? “Controlar as emoções”, diz Claudia. “A competitividade excessiva com outras mulheres”, ressalta Soraya.

Na mensagem para lidar com mulheres (e homens) concordaram: saber ouvir. 

Próximo +Café&+Gestão será dia 24 de abril, com o tema: Liderança Positiva.

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