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Preparado para uma empresa internacional?

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA TRABALHAR EM UMA EMPRESA INTERNACIONAL?

 

Qual o perfil do profissional global? Quais os desafios de organizações para que consigam sucesso fora de suas fronteiras? Como a cultura e gestão corporativas contribuem para a internacionalização?

Participação acalorada, no último +Café&+Gestão. O CFO Brazil da Tata Consultancy Services, Bruno Rocha, levantou pontos importantíssimos para quem faz ou quer fazer parte de empresas que atuam em cenários internacionais.

Para entender esse aspectos, primeiramente, relembrou os fatores que levam uma companhia a sair da zona de conforto e buscar em outros países mais desafios: economia de escala com distribuição de custos fixos e estoques, e competição, incentivando a especialização e inovação; maximização dos seus ativos, de know-how, internacionalização da cultura e de relacionamentos; deter a concorrência e acessar novos mercados.

 Ao estudar a empresa que quer se candidatar ou empresa onde trabalha separe cada um dos itens acima. Vai ajudar a entender a estratégia e posicionar sua carreira.  Lembre-se: “a cultura é um processo cumulativo, resultante da experiência e história das gerações anteriores. O papel dos fundadores é determinante,” ressalta Rocha. “E a cultura é crítica”, lembra, “as pessoas precisam saber como agir em determinadas situações e ter uma expectativa quanto ao comportamento das outras. Também é preciso  entender o que se espera delas: como agir, como chegar à solução e interagir com todos os stakeholders. Esse escopo acaba influenciando qual o perfil de profissional desejado e que profissional promover.”

Segundo ele, em uma cultura de muitas fronteiras, uma orientação precisa ser clara: “é importante saber de quem é a meta! Você reporta para o país ou para unidade de negócios? Tem empresa que tem as duas. E qual você usa para bonificar e analisar resultados? Esse é um item que influencia no motivacional da equipe.

E o líder dessa equipe, como deve ser? Quem é esse talento além fronteiras? “Líderes com habilidades aumentadas: maior sensibilidade, maior controle, intuição, política, tolerância, visão mais de longo prazo e habilidades sociais. Uma pessoa que lida bem com subjetividade, incerteza, desconforto, risco, insegurança, conflitos e costumes. Afinal, o cliente também é multinacional.”

Rocha usou o ranking da Fundação do Cabral para mapear as multinacionais brasileiras no exterior: 89. Que áreas? Construção – Odebrecht é a primeira. Gerdau e Votorantim seguem. Sobre as dificuldades para ampliar as possibilidades para outras empresas, o diretor da Regional Metropolitana Oeste, Fernando Lima, considerou: “Os países têm que ser apoiados pelo governo e não temos tido uma política clara para esse apoio”. Entre as observações feitas pelos participantes, a percepção de que o investimento não é protegido dos riscos. E foram citados exemplos de companhias que ganharam outra inscrição lá fora, como forma de proteger de tempestades a original, aqui no Brasil. Enxergar todos os ângulos ajuda a orientar a carreira para as atuações em diferentes países.

 

Folha de Alphaville – 05/07/2015

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