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O QUE PESA NA HORA DE FICAR OU SAIR?

O que é decisivo na hora de optar por continuar na empresa em que se trabalha? Essa pergunta faz parte da rotina dos headhunters e dos RHs, mas você sabe a SUA resposta?

Com a era do trabalho no modelo industrial em queda, diante de modelos mais flexíveis, lançar um olhar sobre as práticas que dão certo é mais do que fundamental para construir a equipe certa para o seu negócio. Para quem está na equipe, pensar com consciência sobre o assunto alinha desejos e perspectivas.

“A gente está vendo no mercado um momento bem desafiador. Tão crítico quanto escolher bem contratar, escolher bem quem demitir”, lembra Johannes Castelano, diretor de RH da Adama. “Quando se fala em atração e retenção, tem que dar senso de causa para o candidato. Sem ele, não tem engajamento”, explica o executivo.

Atualmente no setor de agronegócios, Johannes participou da startup de duas companhias aéreas, Gol e, mais recentemente, da Azul. Para ele, foi esse senso de causa que fez com que esta última crescesse em ritmo acelerado e com uma cultura forte. Entre os números gerais citados, contratar o profissional certo reverte em 85% para o negócio. No polo oposto, equipes despreparadas geram 76% de impacto negativo.

Então, qual a fórmula que sugere? “O que fizemos foi focar no funcionário. Funcionário feliz faz cliente feliz e cliente feliz faz o acionista feliz. Para isso, os executivos davam o exemplo, não só ao incorporar a cultura, mas ao praticar na frente de trabalho”, relembra. “Estou fazendo o mesmo na Adama. Levamos os diretores para conhecer nossos distribuidores. Nenhuma companhia do setor tem essa política tão próxima. Ao ir até cada um, conhecer pelo nome, o distribuidor se sente prestigiado, ouvido, respeitado. Resultado? Em menos de um ano os pedidos aumentaram de R$ 10 milhões para R$ 50 milhões e o share da prateleira de 10% foi para 15%.  “Quem não quer ficar em uma empresa que trabalha com uma política orientada para pessoas? Se ajudamos o nosso fornecedor a se estruturar melhor, dentro de casa a postura é a mesma. Quando você começa a contar essa história, as pessoas querem fazer parte.”

O diretor ressalta que, quando se fala que o maior patrimônio da corporação são as pessoas, nem sempre é assim. “O maior patrimônio são as pessoas certas”, diz ele. “Com alto nível de preparação: sabe o que fazer, como fazer e quer fazer. Ou seja, tem conhecimento, habilidade e atitude. Esse é o funcionário para atrair e reter. Mesmo em tempos difíceis, é preciso manter esse perfil na empresa. Para que, assim que o mercado começar a reagir, a força esteja preparada para acompanhar com rapidez o movimento e aproveitar esse tempo frente à concorrência. Uma das formas de estar preparado é não deixar o talento ir embora.”

Fonte: O Estado de São Paulo – 8 de abril de 2016

23 de Junho: Um dia para as mulheres

Recentemente, a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, em viagem à Argentina, aproveitou a ocasião para falar para jovens mulheres sobre a importância de se prepararem para serem líderes. Contou como ela mesma enfrentou o sexismo e, por diversas vezes, por exemplo, ouviu pessoas perguntarem ao seu irmão que carreira iria seguir e para ela com que tipo de homem iria se casar.

Representante de uma nova geração, a atriz Emma Watson, mais conhecida pela saga Harry Potter, hoje embaixadora da ONU, levanta a voz repetidamente para defender:   “Queremos acabar com a desigualdade de gêneros e, pra isso, precisamos que todos estejam envolvidos”.

Duas gerações e o mesmo propósito. E já que todos precisam estar envolvidos, perguntamos:

O que você faz, o que pode fazer no dia a dia para que isso aconteça?

Se você ainda não sabe responder a essa pergunta, temos uma proposta. Reserve o dia 23 de junho para descobrir como, no primeiro Congresso Nacional de Liderança Feminina, o CONALIFE.

Estamos reunindo o depoimento de mulheres que chegaram a posições de liderança no Brasil. Vamos mapear juntas as mudanças que precisam ser feitas. Essa iniciativa da ABRH-SP é parte do memorando de entendimento que a Associação assinou com a ONU e que inclui a adesão ao movimento HeForShe. “Com base nos pilares Conhecimento, Inspiração e Atitude, estão sendo construídos os temas dos debates e das palestras e são convidados os participantes e conferencistas”, informa o presidente Theunis Marinho.

O pilar Conhecimento terá conteúdos relacionados às vantagens concretas da diversidade de gêneros para os negócios. O pilar Inspiração vai debater o desenvolvimento e crescimento profissional feminino e o equilíbrio entre carreira e vida pessoal. Já o pilar Atitude terá como foco a atração e contratação de mulheres pelas empresas e os caminhos para a recompensa e o reconhecimento equânimes entre gêneros.

Envolver a todos significa, também e principalmente, ter homens que abracem esse processo. E, por isso, eles estão no Comitê de Conteúdo. Sérgio Piza (Klabin) é um dos representantes. ”A ocasião é uma forma de nos conscientizarmos de pequenas mudanças que podem trazer grandes resultados”, lembra Mário Faccioni Jr., diretor da Regional Metropolitana Oeste. “São muitas as pesquisas que comprovam que mais mulheres no board impulsionam os números positivos. Então, não tem desculpa para não abrir espaço. O CONALIFE vai ser uma oportunidade para encontrar os caminhos e colocar em prática em todos os ambientes, não só no trabalho.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 01 de abril de 2016

GESTÃO DE DESEMPENHO: SUA OPORTUNIDADE PARA CRESCER

Como construir uma cultura forte, com políticas e metas claras sobre desempenho? Em outras palavras, como medir aspectos como produtividade, proatividade e aperfeiçoamento de competências? Essa questão, talvez a principal em todas as organizações, é certamente das mais polêmicas no RH.

Tema de um dos Grupos de Estudos da ABRH-SP Metropolitana Oeste, “Gestão de Desempenho” é um processo que tem início, meio e tomada de decisão contínua. Cada empresa deve pesquisar, avaliar e implementar o modelo que se adeque a sua realidade, perfil e cultura organizacional”, diz Janaína Maia, diretora de Capital Humano do Walmart e coordenadora do grupo.

Em palestra aberta, na última semana, Janaína contou um pouco da sua experiência na empresa e trouxe à luz preocupações que serão trabalhadas no grupo. “O desafio de Recursos Humanos é garantir o alinhamento entre as metas individuais e departamentais com as estratégias organizacionais.”

Na estratégia de gestão de pessoas, o sistema Gestão de Desempenho equilibra a balança do Reconhecimento e Recompensa. Mede o nível de conhecimento da organização e o nível de comprometimento dos profissionais. Também tem grande influência nos processos de feedback.  “Feedbacks estruturados, claros e cuidadosos proporcionam benefícios, quando feitos por meio de instrumentos efetivos de aprendizagem e desenvolvimento do liderado e do líder”, resume.

O uso de coaching, por exemplo, é uma boa maneira de captar anseios e sugestões que, muitas vezes, não chegam por canais mais formais. É também uma boa bússola para a área de treinamento. Janaína acredita que “o alinhamento de expectativas é extremamente importante. O profissional deve deixar claro suas aspirações e obter da sua liderança um feedback das suas aptidões para o caminho almejado”.

Para ela, “um processo de Gestão de Desempenho efetivo depende, sobretudo, de uma liderança eficaz e eficiente, que constitua o elo de alinhamento entre indivíduo e as estratégias da empresa. Cabe à liderança a promoção das adaptações necessárias para gerar a sinergia”.

Mesmo que você ainda não seja líder, prepare-se. O grupo que discute o assunto se reúne uma vez por mês. Poucas pessoas para que a atenção no desenvolvimento seja plena: “Participar de Grupos de Estudos agrega valor no desenvolvimento do profissional, proporciona diferencial competitivo em processos seletivos, além de ressaltar competências essenciais que as empresas buscam nos candidatos,” ressalta Janaína.  

Mais informações: rmo@abrhsp.org.br 

 

Fonte: Folha de Alphaville – 01 de abril de 2016 

QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: quando ela chega até você?

Quem responde é Gustavo Casarotto, da Metadados.  CEO, com perfil focado na Inovação, ele olha lá para fora com a visão de quem prepara o futuro – agora. Você acompanharia?

Para quem não conhece bem o termo, a Quarta Revolução Industrial é uma economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade de pessoas. Foi tema do famoso encontro de Davos, deste ano. E por que importa para a sua carreira? Porque substitui totalmente a lógica atual de produção. “A nossa referência é a linha de produção linear. Se eu quero fazer um produto novo, contrato pessoal para isso e coloco dentro da minha fábrica – talentos e máquinas. Com essa nova estrutura, não precisa trazer para dentro, treinar e desenvolver até alcançar o resultado. A empresa tem a ideia e busca colaboradores fora que já são especializados em desenvolver aquele segmento. Ganha tempo e agrega inteligência”, explica Gustavo. “Se você precisa de um software que agregue ao seu negócio, não precisa aprender a desenvolver o software, mas vai buscar no mercado quem faz e faz bem. O  segredo do produto, que o brasileiro adora guardar para si, passa a ser aberto. É o caso da Netflix que abriu para que colaboradores encontrassem a ´fórmula´ mais interessante para sua rede de servidores.”

E como afeta os profissionais? “Quem já está no mercado, vai ter que mudar a maneira de pensar para achar soluções com essa nova lógica. Conviver com a inovação.” Já quem está na escola e faculdade, segundo ele, já vai chegar mais preparado. “Tecnologias, como a impressora 3-D, que já começam a aparecer nesses ambientes de educação, serão mais corriqueiras no novo modelo. Elas possibilitam a fabricação em escala menor, com qualidade.”

Por isso, um dos primeiros setores que deve se desenvolver mais rapidamente é o de brinquedos. Pois, a flexibilidade e a criatividade são grandes. Brindes e até calçados estão na lista dos que devem despontar antes. Já a construção civil, que, em alguns países mais desenvolvidos, já vive sob as novas regras, aqui vai demorar. “Enquanto, na China, já fizeram uma casa com impressora 3-D em 24 horas, aqui temos outros fatores. Em países com inverno rigoroso, os prazos de construção são curtos. Por isso, a tecnologia cai bem. Mas os custos são altos. Aqui, temos mão de obra barata e um clima que amplia a temporada de atividades. Não há ainda por que migrar para essa solução.”

Quer se preparar melhor? A resposta pode estar nesta mesma página.

Fonte: Folha de Alphaville – 24 de março de 2016

PROFISSIONAIS DE PESO COMANDAM PEQUENOS GRUPOS QUE VOCÊ PODE PARTICIPAR

Em que lugar você pode trocar informações diretamente com talentos que estão hoje à frente de empresas de destaque? Bem aqui em Alphaville.

 

Muitos sonham em ter a chance de debater os grandes temas do momento com que está em evidência. Essa é a oportunidade para os que se engajam nos Grupos de Estudos da ABRH-SP. “Esses grupos são pequenas células de conhecimento para estimular o desempenho no mercado de trabalho, seja na empresa em que cada um atua atualmente, seja para impulsionar uma recolocação”, resume Pedro Carneiro, consultor e voluntário na ABRH-SP.

Conheça alguns dos facilitadores:

Janaína Maia, diretora de Capital Humano da Walmart Brasil, dedica as poucas horas que sobram na correria da semana a esse contato com os participantes. Ela está à frente do time de Gestão de Desempenho. São momentos em que não só traz experiência, mas também provoca a participação de todos.

O envolvimento é uma das características mais reconhecidas pelos gestores, em todo o mundo. E, por isso, também dá o clima do time de Educação Corporativa, comandado por Luciano Maffia. Ele atuou como reitor da McDonald´s University Latam, uma das maiores e mais famosas universidades corporativas do mundo. Responsável pelo Gerenciamento da Universidade Corporativa e no desenvolvimento de programas para alta liderança em 20 países. “Ninguém entra em um grupo desses e sai sem transformar esse aprendizado em práticas de destaque”, lembra Pedro. Luciano tem ao seu lado nas orientações outro talento reconhecido: Ana Gabriela Ribeiro Dezan é lidera a área de Talentos Humanos do Franz Café, que é composta pelos setores de Educação Corporativa, Capital Humano e Departamento Pessoal.

Da Ramazzini Engenharia, vieram os dois comandantes do time de Gestão em Saúde e Segurança: Márcia Ramazzini e Rinaldo César da Silveira. Ele tem ampla experiência em Marketing. Ela, engenheira civil e mestre em Saúde Ocupacional. Dezoito anos em consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

Time de remuneração estratégica? Outros dois profissionais reconhecidos: Joaquim Leria, que trabalhou em empresas, como Saint-Gobain, Allianz Seguros e Grupo Arcor, e atualmente é sócio-diretor da Leria & Associados. E Marcelo Samogin, diretor da Remunerar.

Coaching? Todo mundo acha que sabe o que é e como faz, mas as mudanças no setor deixam essa equação mais complicada. Por isso, à frente do grupo está o diretor da Regional da ABRH-SP, Mário Faccioni Júnior. “Estar mais perto de áreas polêmicas ajuda a multiplicar o conhecimento de forma amadurecida. E as dúvidas somem para dar espaço às soluções”, lembra ele.

Buscando apoio para se desenvolver, gastando pouco e potencializando as oportunidades? Então, corra: os grupos têm poucas vagas e estão fechando. Serão 8 encontros presenciais no ano, mas a troca é contínua. Empurrão fundamental num ano de cenários complicados no RH nacional.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 24 de março de 2016

Busca por eficiência: Você pode ajudar?

Quando se fala em busca por eficiência nas empresas parece que a iniciativa e obrigação vêm de cima, já formatadas, sem chance de participar. Mas não é bem assim. Selecionamos um case que mostra como cada colaborador pode ser de extrema importância na construção de resultados. Leia e faça você também as mudanças.

Era uma quarta-feira, do mês de dezembro de 2001. “Nesse dia paramos a produção da fábrica e quatrocentos funcionários deixaram de produzir 200 mil reais. Nossa preocupação não era só o faturamento, mas envolver todo mundo na construção de um ambiente de trabalho melhor, onde todos passariam a ser colaboradores comprometidos e felizes”, contou Eder Regis Marques, gestor da Embalagens Jaguaré, em São Paulo. 

Essa busca por eficiência começou porque os gestores da Jaguaré não aguentavam mais aquele modelo tradicional de negócios, no qual manda quem pode e obedece quem deve.  

Durante um ano, eles se afastaram da fábrica de três a quatro dias, a cada dois meses, para participar de treinamentos que mudariam completamente os rumos do negócio.

“Como empresa, a gente sempre quis ser próspero, dividir riquezas e gerar emprego, mas queríamos fazer isso com ética e valorizar as pessoas”, explicou.

Aplicaram um método, chamado Metanoia (quer dizer em grego mudar o próprio pensamento), primeiro com gestores e depois toda a liderança da fábrica.

E o programa defende justamente isso, mudar para encontrar o equilíbrio entre três pilares: corpo, mente e alma.

“O corpo envolve todo mundo no processo. É tudo aquilo que você pode quantificar na empresa. A mente envolve os clientes. Como eles o veem? Como você os enxerga? Eles o valorizam? 

E, por fim, a alma que reúne todos os colaboradores. É importante saber como eles se sentem, se eles vão felizes para o trabalho, o que eles levam dali para casa. Eles sentem medo, confiança?”

Não há dúvida: quem trabalha num ambiente leve vai produzir mais. No começo o faturamento da Jaguaré caiu 20%, mas, no ano seguinte, os resultados apareceram e os lucros aumentaram 140%. 

Nos últimos 15 anos, a empresa passou por duas crises financeiras no país. E enfrenta esta agora com muita confiança. 

“Por causa da crise, por exemplo, a gente percebeu que só se falava em números e faturamentos por aqui. Aí, sabemos que é hora de parar, juntar a equipe para encontrar o melhor caminho para todos”, finaliza Regis.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 11 de março de 2016

FGV LANÇA FERRAMENTA PARA EMPREENDEDORES

A plataforma digital tem sete ambientes com temas diferentes. Um deles é empreendedorismo e inovação e oferece auxílio para quem pretende montar um novo negócio. Jovens recém-formados, profissionais que não encontram colocação no mercado, criativos com uma ideia nova, os perfis de quem busca abrir uma empresa se multiplicam diariamente. Mas, em um cenário que permite poucos erros, como fazer com que essa iniciativa encontre solidez? “A FGV é uma escola  de administração, economia e finanças, por isso, diante dessa procura, sentimos necessidade de apoiar ativamente essa parcela da população. Existem diversos cursos que dão informações muito básicas sobre o processo de abertura e de formatação do negócio. Nossa intenção é dar ferramentas que serão usadas em uma metodologia que conduz a formatação, do princípio até o contato com o empreendedor”, diz o professor Geraldo Falcão, responsável por esta área de plataforma.

Não precisa ser aluno da faculdade para poder participar.  “Queremos dar acesso a todos que precisem. Por isso, o valor é bem popular: R$ 25,00 por mês para profissionais liberais. Com isso, o empreendedor terá uma sessão de mentoring mensal com um dos consultores cadastrados e passará por sete etapas até estar realmente pronto para apresentar o projeto de forma consistente para possíveis patrocinadores. Aliás, os patrocinadores também estarão na plataforma e, antes de apresentar um ao outro, estudamos o potencial de sucesso dessa união para os dois. Queremos eliminar ao máximo os riscos, porque queremos colaborar para criar negócios viáveis”, resume o professor.

Em cada etapa, o empreendedor terá tarefas a cumprir, muitas delas jurídicas, diz Geraldo: “Não é uma simulação. Os estudos que são feitos  em cima de dados reais, para fundamentar o plano de negócios,que ajudamos a buscar e validar. Há tarefas, como o reconhecimento de patentes, que serão executadas de verdade para que se passe para a próxima fase. Acreditamos que demore cerca de seis meses entre apresentar a ideia e estar com ela realmente pronta para submeter a financiadores”.

O sistema apresenta ainda uma blindagem para que não haja exposição desnecessária dessa inovação. “Não podemos expor o participante. A plataforma foi construída para proteger essa ideia e manter a confidencialidade”, acrescenta. Cada usuário tem uma área em que só acessa seus arquivos e uma lista de tarefas e documentos de apoio disponibilizados pelo mentor. Nesse espaço, tem o chat, para se quiser conversar com outros membros da comunidade. Outro recurso é montar um blog pessoal, onde pode, por exemplo, reunir todas as publicações de referência em um só lugar. Há inclusive o software de atividade econômica, que, durante essa fase de formatação, é de uso gratuito. A plataforma está em fase de testes. Entra no ar nos próximos dias. Mais informações: http://www.thinktank-innovations.wiki.br

Fonte: Folha de Alphaville 

11 de Março de 2016

 

TRABALHO NAS STARTUPS: VOCÊ TEM O PERFIL?

Com as grandes empresas encolhendo, abrir uma empresa está deixando de ser plano B para muita gente. E as startups passam a ser uma nova fonte de empregos. São muitas as opções, criatividade é o que não falta. Mas o perfil para trabalhar nessas empresas é bem específico. Valéria Miguel, gerente de RH do Grupo Ornatus, conhecido pelo seu empreendedorismo, conta para a gente quem sem encaixa melhor: “Profissionais que não têm medo do novo, que se adaptam às mudanças e que são ágeis nas decisões. Nos processos de seleção a gente busca pessoas com iniciativa, com atitude e muita energia pra trabalhar num ambiente que muda muito. O candidato tem que ter um perfil inovador e habilidade de comunicação”, explica Valéria. “Saber trabalhar sob pressão é indispensável”, completa.

E não adianta achar que vale arriscar o olho no olho com o recrutador. Ele vai fazer um teste de análise de perfil e, ali mesmo, já pode colocar seu currículo de volta na gaveta.

Mas se você é dinâmico e, finalmente, conquistar a vaga, fique ciente de que vai trabalhar muito. Muito também quer dizer atuar em várias funções.

 E, no começo, os salários não são tentadores. Compensa? Apostar no crescimento de uma startup pode significar um futuro promissor. “Trabalhar em uma estrutura mais enxuta pode ter suas vantagens. Você tem possibilidade de crescer mais e mais rápido e, quem sabe, se tornar sócio da empresa”, lembra Valéria.

Fonte: Folha de Alphaville, 04 de março de 2016

QUAL A PERSPECTIVA PARA A ECONOMIA BRASILEIRA?

A economista Priscila Trigo, do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, fez uma análise detalhada para os participantes do primeiro +Café&+Gestão do ano.

Sabe aquele monte de índices e informações que são divulgados semanalmente, que afetam diretamente a vida dos brasileiros, mas que nem sempre fazemos a ligação entre um e outro? Pois é. Foi esse exercício que todos fizeram juntos durante o encontro.

Priscila passeou pelos dados mundiais para mostrar como a desaceleração da economia na China afeta diretamente o Brasil. “Isso implica: menor compra de insumos, produtos e commodities. Como é o caso do minério de ferro, petróleo, cobre, alumínio tudo o que a China precisava para crescer a ritmo elevado, dois dígitos”, resume Priscila.

Com a falta de apoio político da presidência brasileira para a aprovação dos ajustes fiscais no Congresso, os empresários têm feito os ajustes para a sobrevivência. Os cortes de emprego na indústria, primeiro setor historicamente afetado em todas as crises, segundo ela, “já tiveram seus maiores números até agora. Devem cortar ainda, mas 2016 é o ano de cortes no setor de serviços. Isso acontece porque é sempre mais fácil para o consumidor cortar, por exemplo, a compra de um bem do que a escola dos filhos. O tempo de resposta entre indústria e serviços é diferente. E a queda vai ficar em cerca de 10% até o fim do ano”.

Se você trabalha nesses dois setores, principalmente, é hora de conter os gastos pessoais. “O problema de segurar demais é que em algum momento o consumidor se abre e a necessidade (ou o impulso) vence. Foi o que aconteceu no Black Friday passado. A diferença de preços não era tão interessante, mas o consumidor aproveitou para comprar, principalmente, geladeira, fogão…”

E o que podemos esperar para os próximos anos? “Devemos ter quatro anos de déficit nas contas de governo. Estamos falando de R$ 4 trilhões de dívida bruta no ano passado. Tivemos uma rápida ascensão da dívida bruta, assim como países da zona do Euro, como a Grécia, mas eles têm uns aos outros, nós não temos ajuda”, alerta Priscila. “Isso quer dizer que o governo não tem margem de manobra para distribuir isenções de impostos, levar os juros para baixo, criar facilidades, como fez no passado. E, com a inflação, outro sintoma da recessão atual, a perda na renda real do trabalhador é uma certeza.” Nas projeções do banco, o cenário só começa a melhor em 2018.

Ao encerrar o encontro, o diretor da Regional Metropolitana Oeste, Mário Faccioni Jr., destacou: “O RH tem que participar muito da decisão econômica. Precisamos entender o que está acontecendo detalhadamente,  no cenário total. Isso é muito importante para as tomadas de decisões e a área de RH precisa estar cada vez mais presente em todas elas”.

Fonte: Folha de Alphaville. 04 de março de 2016

Para onde vão as empresas?

A pergunta que não quer calar envolve debates que vão desde a definição tradicional de emprego e colaborador até problemas e oportunidades do atual momento do país. E quem melhor para saber o impacto de cada um desses questionamentos em pessoas do que os que trabalham com Recursos Humanos? É com a intenção de desenhar esse retrato em movimento que o grupo de gestores de RH voltou a se reunir, agora em 2016, aqui em Alphaville. “O encontro é aberto para quem atua na área e quiser participar. Tem sempre uma palestra que puxa parte das discussões. E, em um segundo momento, amplia-se a temática para a troca de informações, experiências e opiniões. Uma contribuição riquíssima, já que é uma interação em que podem participar também consultores, que complementam a visão com diferentes olhares,” resume Mario Faccioni Jr., diretor da ABRH-SP na região.

Os encontros serão mensais e acontecerão todas as terceiras terça-feiras do mês. Neste primeiro, Alexandre Ribas, presidente da TTISI, falou sobre a importância da liderança. Um dos pontos de maior interesse do público foi quanto a participação da liderança na retenção de talentos. “Nossa meta não é discutir a estratégia e sim a operação. O que, na prática, acontece e como podemos mudar o que não está funcionando como gostaríamos”, detalha Mário.

O próximo encontro acontecerá no dia 15 de março e a palestra será de Victor Prates, diretor da Covere Consultoria Empresarial. Tema do mês? As mulheres, é claro!  Título escolhido? Você é uma Águia. Quais as contribuições femininas ao desenvolvimento das empresas e como aumentar a participação dELAS nos rumos dos principais setores da economia. Para se inscrever, mande um e-mail para: rmo@abrhsp.org.br

Fonte: Folha de Alphaville, 26 de fevereiro de 2016

ATENÇÃO PLENA: experimente o desafio

Já reparou como você chega ao fim de um dia de trabalho?

Pode até ser com a sensação de missão cumprida, afinal respondeu   todos os e-mails, fechou relatórios atrasados e ainda foi a todas as reuniões. Acelerou o ritmo e ganhou também uma dorzinha de cabeça, pontos de tensão pelo corpo, perdeu o almoço e, mesmo assim, queria ter rendido mais. A correria é tanta que a gente nem percebe que está respirando. “O estresse diário tira a nossa capacidade de pensar, inibe as ações, as tomadas de decisões e afeta as relações interpessoais”, explica Tiago Tatton, doutorando em Mindfulness pelo King’s College de Londres, que apresentou a técnica a gestores de Recursos Humanos, na sede da ABRH-SP.

 

Mindfulness parece, mas não é meditação. A busca é pela “Atenção Plena”. Muitos associam o Mindfulness à meditação dos monges budistas, mas “o método pode ser aplicado a qualquer pessoa que sofra de estresse, independentemente da cultura, crença ou religião” completa Tiago. “Como a prática do Mindfulness tem uma certa relação histórica com o budismo, prática em que a pessoa fica sentada na posição de lótus, a tendência é achar que é uma meditação. Mas não é nada disso. A gente pratica sentado numa cadeira ou em pé mesmo. É um momento para relaxar e sentir cada parte do corpo, sentir a respiração.”

O objetivo dos programas de Mindfulness é livrar o cérebro das ações condicionadas e ajudar a ter mais atenção naquilo que está fazendo e na forma como se relaciona com o trabalho e com as pessoas. É mais uma oportunidade que as empresas têm para promover qualidade de vida para colaboradores”?, ressalta. “A

prática, que se mostrou eficiente na redução de estresse e ansiedade, e na diminuição das dores crônicas, permite que as pessoas tenham mais consciência corporal. Se conhecer melhor faz diferença. A pessoa trabalha mais feliz e rende mais.”

 

Os programas de Mindfulness duram oito semanas. E Tiago acredita que na hora de implementar é interessante começar por gestores e supervisores para que multipliquem as técnicas e contribuam para o engajamento pelo exemplo.

 

Grandes empresas como Google, Facebook, LinkedIn e P&G têm seus programas de Mindfulness. O método também é utilizado no Parlamento Inglês e até pelos jogadores da Seleção Alemã de Futebol, que praticam desde 2006. Com certeza, os exercícios ajudaram o time a manter a tranquilidade durante os jogos da Copa do Mundo, de 2014, quando foram campeões. 

 

Quer dicas para começar a aplicar as práticas?

Mude seus hábitos: comece o dia cedo e com calma, aproveite o café da manhã sem olhar o celular. Dê uma caminhada e, durante, telefone só se for emergência. Pegue um caminho diferente para chegar ao trabalho e estacione em lugares diferentes. Ao chegar, cumprimente todos, olho no olho. Faça uma lista de coisas a fazer e prepare o dia, separando as tarefas por períodos. E deixe pausas de 5 a 10 minutos entre as horas para – respirar. Mantenha a porta do seu escritório aberta e escute os sons ao redor: agradáveis e não tão agradáveis. Converse com alguém com que não conversa faz tempo e descubra o que é importante para ele. O que essa pessoa valoriza? Ouça atentamente. Com a prática você vai descobrir outras atitudes que podem tornar o seu dia mais harmônico e verdadeiramente focado e produtivo.

O que sua empresa tem feito para melhorar o bem-estar? Conte para a gente: contato@mediapool.com.br

Fonte: Folha de Alphaville – 26 de Fevereiro de 2016

Líderes de RH em Sorocaba

No dia 07 de março, aconteceu no CIEE Sorocaba a primeira reunião de Líderes de RH da ABRH-SP Regional Sorocaba. A expectativa da regional é formar um grupo forte com a presença dos principais executivos de RH de empresas de Sorocaba e Região que eleve e fortaleça as discussões da área de Recursos Humanos. “Esse grupo estabelecerá discussões estratégicas em RH e será influenciador e tomador de decisões na região, gerando representatividade aos órgãos, entidades e associações com o apoio da Diretoria da ABRH Sorocaba”, explica Américo Garbuio Jr, Diretor Geral da Regional.

 

O grupo se encontrará a cada dois meses em reuniões fechadas, sempre com discussões a respeito de algum tema estratégico de relevância definido previamente por eles mesmo, e terá a participação de convidados importantes. “Entre os temas que o grupo levantou a necessidade de discussão estão as Expectativas e competências do profissional de RH, Liderança na Crise, Posicionamento Estratégico do RH, Relações Trabalhistas e RHs nos Conselhos de Administração. O grupo está bem animado com a oportunidade de ampliar relacionamento com outras empresas e pela rica troca de conhecimentos e experiências a que estarão expostos”, comenta Daniele Matos, Vice-Diretora da Regional. Essas reuniões ainda contarão com uma rodada das empresas, garantindo a troca de experiências e network entre os participantes.

A regional aproveitou a presença de líderes tão importantes para lançar a pesquisa “RH em Perspectiva”, que olhará a gestão de Recursos Humanos do ponto de vista dos gestores das maiores empresas da região, das entidades representativas e do poder público.  A pesquisa buscará entender qual o perfil do gestor de RH no futuro na visão desses líderes, quais assuntos dominarão a pauta de RH nos próximos 5 anos, como se faz a gestão de RH em tempos de crise, quais são as melhores práticas para atração e retenção de talentos, entre outros temas. Os líderes de RH da região terão uma contribuição valiosa e essencial nesse levantamento, e serão destaques no book que será construído e divulgado pela regional a partir dos resultados. A ideia é posteriormente ampliar a discussão para um grupo maior em evento a ser divulgado pela regional.

Mais informações: regionalsorocaba@abrhsp.org.br

(19) 3294-3307

 

Produzido por: Daniele Matos – Vice-Diretora Geral da ABRH Sorocaba

Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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