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Workshop terá como tema a tomada de decisão

Voltado para gestores de pessoas, o workshop promovido pela ABRH-SP “Como é a tomada de decisão em termos de neurociência e resiliência?” está programado para 18 de julho, das 14 às 18 horas, na sede da Associação. Mestre e doutor em Psicologia, pós-doutor em “O Coaching Psicológico” e diretor científico da Sociedade Brasileira de Resiliência (Sobrare), George Barbosa será o facilitador do workshop, que tem como objetivos capacitar os participantes a entenderem conceitos básicos de como a neurociência fundamenta a resiliência, gerar conhecimento e familiaridade da aplicação prática na gestão de si mesmo e dos outros e exercitar a comunicação na gestão de pessoas.
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Lançada 3ª Pesquisa sobre o Papel do RH na Gestão e Resolução de Conflitos

“Um conflito mal administrado é um dos maiores geradores de prejuízos desnecessários, tanto para as organizações quanto para os indivíduos que nelas trabalham”, afirma Marc Burbridge, um dos integrantes do grupo de estudos de gestão de conflitos da ABRH-SP e especialista no tema. A relevância do assunto já foi demonstrada em diversas pesquisas realizadas por grandes instituições.
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Presidente da MetLife, Raphael de Carvalho, fala sobre tendências em benefícios e dos 20 anos da empresa no Brasil

Em 2017, a MetLife realizou pesquisas quantitativas online para o Estudo sobre Tendências de Benefícios para Funcionários no Brasil. Foram ouvidos mais de 300 empregadores, informando o que oferecem de benefícios aos funcionários, e 500 funcionários detalhando suas atitudes, opções e práticas atuais. Entre as principais conclusões do estudo, que é bastante extenso, está a de que aumentar a percepção de valor sobre o pacote de benefícios pode alavancar o engajamento dos funcionários no trabalho. Nesta entrevista, o presidente da MetLife, Raphael de Carvalho, fala sobre alguns tópicos da pesquisa, a liderança feminina na empresa e como enxerga o momento econômico do país.

GESTÃO DE PESSOAS – Os resultados da pesquisa apontam que, quanto mais o funcionário valoriza os benefícios, mais engajado e comprometido ele está em seu emprego. Como oferecer mais e melhores benefícios em momentos de baixo crescimento como o vivido atualmente no país?

RAPHAEL DE CARVALHO – É preciso ser mais criativo e se ajustar a pressões de margens mais apertadas, o que tem impacto na área de benefícios. Temos observado as empresas mais seletivas e focadas onde há percepção de valor. Por exemplo, antes havia benefícios universais, mas com baixíssima adesão dos funcionários. O que tem sido feito é ajustar para um grupo que realmente usa o benefício e diminuir para quem não usa. Dental é um caso clássico. Outro exemplo é o redesenho dos benefícios de seguro saúde. Porém, eliminação ou diminuição drástica de benefícios não temos visto. Uma tendência global é um pouco de flexibilização. Isso se fala há muito tempo, mas só agora é possível fazer melhor graças às plataformas de sistemas dos provedores.

GP – Outro tópico da pesquisa aponta que apenas 40% dos funcionários no Brasil disseram que sentem ter controle em relação às suas finanças. Outros dados mostram que o estresse financeiro afeta a produtividade. O que as empresas têm feito nesse sentido?

RC – Na MetLife, levamos bastante a sério a questão da educação financeira. O estudo fala que os impactos em produtividade e absenteísmo de problemas com dívida são mais relevantes a curto prazo que a programação com a aposentadoria. É um tópico importante. Entretanto, no Brasil, a educação financeira ainda é emergente, muito embora já até existam empresas locais, pequenas consultorias se organizando para prover esse tipo de serviço e procurando até seguradoras como parceiras para levar esse complemento aos funcionários.

GP – Braço filantrópico global da seguradora, a Fundação MetLife também investe em programas de educação financeira?

RC – Sim. Aqui no Brasil, por exemplo, fizemos uma parceria com os personagens do programa Vila Sésamo para falar de educação financeira em várias escolas de 16 estados do país, durante três anos. Fiquei positivamente surpreendido com o sucesso do programa, que tratava de madeira lúdica a importância do planejamento financeiro para alcançar os sonhos. Também estamos promovendo um concurso global para identificar e apoiar fintechs que trabalhem para a inclusão financeira.

GP – A MetLife tem se destacado nos principais rankings que apontam a valorização da liderança das mulheres nas empresas. Como isso acontece?

RC – Posso dizer que, em relação à questão de integração e não diferença de gênero para progressão da carreira numa empresa, nunca vi nada como a MetLife e estou aqui só faz quatro anos. A liderança feminina faz parte do DNA da organização, entrou na veia. Não é assunto nos nossos comitês, tanto que, atualmente, 60% da nossa liderança em todos os níveis é composta por mulheres. No total da empresa, elas são 66%. Talvez isso se explique também pela questão de a gente gostar muito de pessoas com pontos de vista diferentes para construir soluções melhores. Aqui discutimos ideias, não pessoas, e hierarquia não é ser dono da verdade. Portanto, há uma valorização da diversidade como um todo.

GP – Até agora as perspectivas mais otimistas em relação ao crescimento da economia não se confirmaram. Como o sr. enxerga o atual momento do país?

RC – Olhamos para horizontes de tempo mais longos, mas ficamos muito atentos às variações de curto prazo porque temos de fazer ajustes, tanto na tática quanto na estratégia. Acreditamos que o direcional do Brasil é bom. As decisões tomadas em relação à questão de maior liberdade de mercado são boas. Entretanto, como qualquer direcional, a trajetória pode ter percalços. Para falar a verdade, sou muito otimista. Só vejo o país melhorando quando você vê a fotografia de mais longe.

GP – A MetLife completa, em 2019, 20 anos de Brasil. Como o sr. avalia a presença da empresa no país?

RC – Enxergo a trajetória como bem-sucedida. Começamos do zero. Tomamos a decisão de não fazer aquisições, mas crescer organicamente. No início, aproveitando muito do que a MetLife já tinha como seu ponto forte fora do país, que era o seguro de grandes empresas e a relação com grandes corretores. A partir dessa base, entraram novos negócios, primeiro previdência, depois seguro dental. Hoje nosso foco são as Pequenas e Médias Empresas – quase um terço do faturamento da nossa carteira – e Pessoa Física.

Fonte: O Estado de São Paulo, 16 de Junho de 2019.

Como Ampliar Seu Networking

Networking. Essa palavra tem sido cada vez mais presente no mercado de trabalho. Para quem a conhece, sabe de sua importância, para quem ainda não conhece, fique sabendo que networking nada mais é do que a sua rede de contatos, que se bem recheada, pode ser extremamente importante para a sua carreira e sucesso profissional. 

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Uma visão mais otimista sobre o futuro do trabalho

Definido como o espaço que relembra o passado, marca o presente e ilumina o futuro, o Farol Santander, localizado no Centro de São Paulo, ao lado do Mosteiro de São Bento, foi palco do evento gratuito sobre O Futuro do Trabalho que a ABRH-SP promoveu na manhã da última terça em parceria com a Universia.

A abertura do evento ficou por conta do presidente da ABRH-SP, Guilherme Cavalieri, e do CEO da Universia, Anderson Pereira. Guilherme destacou a importância de tratar um tema do futuro no Farol Santander, “um lugar icônico, próximo de onde a cidade de São Paulo foi fundada, que permite olhar para a frente, mas preservando nossas raízes”. Na sequência, foram apresentados os resultados da Pesquisa Raio-X Universia – Um panorama dos jovens brasileiros no mercado de trabalho, promovida pela Universia.

Com o mantra “Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos”, Gil Giardelli, web ativista, colunista da BandNews FM e membro da WFSF (Federação Mundial de Estudos do Futuro), iniciou a palestra O Recursos Humanos do Futuro: Al Economy – Inovação e Economia Digital para o RH.

Gil falou com mais otimismo sobre o futuro do trabalho ao mencionar a criação de mais vagas apesar das previsões pessimistas dos estudos dos pesquisadores de Oxford que apontam a perda do emprego para as novas tecnologias. Mesmo assim, ele lembrou que 9 das 10 formações universitárias mais procuradas pelos brasileiros, como administração, por exemplo, sofrerão um tsunami nos próximos anos. “As pessoas que estão saindo das universidades estão preparadas para o novo mundo?”, questionou, lembrando que, segundo estudos, são necessárias 160 horas de dedicação semanais para se manter atualizado no mundo de hoje. Também lamentou o fato de que o Brasil é o único país que não tem uma cadeira de estudos do futuro.

Segundo o palestrante, cientista de dados foi considerado o melhor emprego dos últimos dois anos. Engenheiro de nanorobôs e arquiteto de novas realidades também são profissões em alta. Já a sociofísica é a nova fronteira da física. “Não dá mais para dividir as pessoas em Humanas, Exatas e Biológicas.”

Também fez uma provocação aos RHs presentes – “Por que temos pouquíssimos CEOs vindos da área de gestão de pessoas?” – e afirmou que está chegando ao fim a era dos CEOs financistas. “Não dá mais para ter um conselho financista composto só por homens.”

Ele falou ainda de atividades como mineração espacial, gestão climática, edição genômica, terapia genética, o ser humano como centro de tudo, o que chamou de H2H (Human to Human), e mathematical thinking no lugar de design thinking. “Setenta por cento da economia mundial vão passar pela inovação”, afirmou, completando que o mundo está muito melhor, mas “falar de coisas boas não dá ibope”.

Fonte: O Estado de São Paulo, 08 de Junho de 2019.

Grupo Líderes de RH: inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o Grupo Líderes de RH, mantido pela ABRH-SP. Podem integrar o grupo profissionais generalistas ou especialistas na gestão de um dos subsistemas funcionais de Recursos Humanos, com cargo gerencial e reporte direto à direção de RH ou geral da organização. As reuniões acontecem mensalmente durante uma manhã na sede da ABRH-SP ou de alguma empresa onde trabalham os integrantes.
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Como conquistar resultados extraordinários e muito mais

Como é possível aliar inspiração (liderança) e transpiração (gestão) para construir resultados extraordinários? “É comum encontrarmos lideranças visionárias, inspiradoras, fortes em relacionamento com a equipe, mas com sérias dificuldades em transformar tudo isso em resultados, ou gestores extremamente competentes em perseguir metas, manter o controle, garantir a excelência, porém deixando um rastro de pessoas descontentes com a pressão, por não estarem efetivamente engajadas com o propósito da empresa”, reflete o palestrante Rafael Takei.
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Olhares de diferentes gerações para a liderança feminina

Painel que reuniu quatro mulheres de diferentes gerações para entender o olhar de cada uma delas para a liderança feminina, Geração no Olhar – O que podemos esperar do futuro? foi um dos destaques do CONALIFE 2019 – Congresso Nacional de Liderança Feminina, realizado pela ABRH-SP, com o apoio da ONU Mulheres, no dia 23 de maio no Hotel Unique, na capital paulista.
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Experiências Educacionais Inovadoras na Prática

Facilitado por Alexandre Moreno e Yara Leal

Nesse grupo a proposta é visitar espaços de aprendizagem onde , de fato o protagonista é o aluno. Vamos conhecer projetos de educação que estão mudando o eixo, tirando o professor do centro e focando naqueles que realmente importam. A ideia é que essas visitas sirvam de inspiração e provoquem a reflexão de como levar esses novos modelos para a educação corporativa, abrindo espaço para um aprendizado mais significativo.

Início: 31 de Julho

Calendário Completo:

31/jul 28/nov

A primeira e a última reunião acontecerão na ABRH -SP das 19 às 21hs e as demais serão nos espaços educacionais que visitaremos e nos horários que eles disponibilizarem.*

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Laís Souza e Renan Dal Zotto estarão no CONARH 2019

Num mundo VUCA (abreviatura, em inglês, de Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo), o que o ambiente corporativo pode aproveitar das lições ensinadas pelo mundo do esporte? Que habilidades e competências dos atletas podem ser inseridas no dia a dia em busca de uma maior produtividade? Como num mundo em constantes mudanças e altamente competitivo é possível alcançar os melhores resultados?

Essas são algumas das perguntas a serem respondidas durante o  painel Alcançando e mantendo a alta performance. O que o esporte pode nos ensinar?, que será apresentado no primeiro dia do CONARH 2019 – 45º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, que a ABRH-Brasil vai realizar de 13 a 15 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista.

O painel reunirá os ex-atletas Laís Souza e Renan Dal Zotto para um bate-papo sob a mediação do jornalista esportivo do Grupo Globo, Mauricio Noriega. Desde 2017, Renan, que pertenceu à famosa geração de Prata, a primeira a conquistar uma medalha olímpica para o voleibol brasileiro, atua como técnico da Seleção Brasileira de Voleibol Masculino. Já Laís, que desde os 4 anos de idade se dedicou à ginástica artística, ajudou a dar visibilidade mundial ao Brasil nessa categoria. Aos 24 anos, ela concluiu sua carreira de quatro Olimpíadas e mais de cinco mundiais para se aventurar em um novo desafio: o esqui aéreo, interrompido, no início de 2014, por um acidente que a deixou tetraplégica. A partir daí, a atleta iniciou outra jornada de desafios enormes, que, assim como no esporte, vem vencendo um a um.

Com o tema central Humanize, o CONARH 2019 está com as inscrições abertas – associados da ABRH-SP podem participar com descontos substanciais. Saiba mais em www.conarh.org.br.

Fonte: O Estado de São Paulo, 02 de Junho de 2019.

O Futuro do Trabalho será tema de evento gratuito em SP

Localizado no Centro de São Paulo, o Farol Santander será palco do evento gratuito sobre “O Futuro do Trabalho” que a ABRH-SP promove nesta terça, das 9 às 12h30. A abertura do evento, que está com as inscrições encerradas, terá as participações do presidente da ABRH-SP, Guilherme Cavalieri, e do CEO da Universia, Anderson Pereira. Na sequência, serão apresentados os resultados da Pesquisa Raio-X Universia – Um panorama dos jovens brasileiros no mercado de trabalho.
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