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Expectativas e percepções sobre a inclusão de PcDs

Até 31 de outubro, é possível participar da pesquisa “Expectativas e percepções sobre a inclusão de Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho”, realizada pela consultoria i.Social com a parceria da ABRH-SP, ABRH-Brasil, Catho e do GPTW (Great Place to Work). Por meio do estudo, serão identificadas as mais recentes tendências, barreiras, oportunidades e os avanços sobre a empregabilidade dos profissionais com deficiência, na visão dos públicos impactados nesse processo: as próprias pessoas com deficiência, os profissionais de RH e os líderes.

Este é o sexto ano de aplicação da pesquisa, cujos resultados, com análises sobre os dados coletados, serão disponibilizados gratuitamente pela iSocial para que todos os interessados possam ter acesso às informações e, com isso, buscar melhorias em seus processos, ações e projetos inclusivos.

Para participar da pesquisa, basta acessar os endereços: goo.gl/B3u1Dj (para pessoas com deficiência); goo.gl/VnqAHN (para profissionais de RH); e goo.gl/qLrvSL (para líderes ou gestores).

Fonte: O Estado de São Paulo, 28 de Outubro de 2018.

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A ciência por trás da positividade da Laureate Brasil

Já é comprovado que a expectativa de vida é influenciada diretamente pelas emoções, pensamentos e interações cotidianas que impactam o funcionamento do organismo das pessoas. Estudos empíricos mostram que a positividade contribui para evitar enfermidades, amplia a taxa de sobrevivência após doenças graves, aumenta a tolerância à dor, fomenta a criatividade, melhora a acuidade mental, a produtividade e a performance no trabalho. Além disso, os seres humanos exercem condutas mais altruístas e se envolvem em atividades de cidadania.

Um dos grandes exemplos de pesquisa é o efeito Pigmaleão, conhecido como Rosenthal ou profecia autorrealizável, que reforça como os indivíduos são atingidos pelos rótulos. Pense em três professores escolhidos para lecionar em três turmas diferentes, com alunos de idade entre 12 e 13 anos. No início do ano escolar, ao primeiro docente foi informado que ele estava recebendo acadêmicos acima da média; ao segundo, discentes medianos; e, ao terceiro, estudantes com péssimo desenvolvimento e histórico de faltas. No entanto, as três turmas tinham aproximadamente o mesmo desempenho.

Surpreendentemente, quais foram os resultados verificados de evolução das turmas ao final do ano letivo? As crianças que foram rotuladas como malsucedidas, em sua ampla maioria, fracassaram realmente. Já os medianos mantiveram seus resultados e os que foram tratados como excepcionais melhoraram significativamente a sua evolução. Nas empresas acontece da mesma forma: há uma forte relação na implementação de virtuosidade organizacional e na liderança positiva para gerar qualidade, inovação, produtividade, satisfação, engajamento, retenção e lucratividade.

Com base nessa premissa, a Laureate International Universities iniciou a jornada de Liderança Positiva em todas as instituições de ensino superior e escritórios da rede no mundo, que pretende energizar a cultura ao promover um ambiente em que as pessoas poderão ter sucesso e prosperar para produzir os melhores resultados possíveis aos estudantes, professores e colaboradores. A inserção dessa atitude na cultura organizacional proporciona inúmeros benefícios em longo prazo, mas é preciso ser persistente e fazer disso um hábito.

Liderança Positiva é uma ciência e uma arte que requer esforço, tempo e domínio, até que se torne um hábito. Todos são protagonistas desse movimento e exercem papel fundamental na multiplicação dessa atitude em toda a rede, que conta com a consultoria do professor da Universidade de Michigan, referência no mercado e autor de vários livros, Kim Cameron. Diversas estruturas organizacionais já aplicaram com sucesso as atividades propostas, e aqui no Brasil a Laureate é pioneira nesse conceito.

“Podemos assumir novos hábitos diariamente”, afirma a diretora de Desenvolvimento Organizacional da Laureate Brasil, Cristiana Gomes. “Ao olhar o ambiente corporativo sob uma perspectiva mais construtiva e colaborativa, focamos em um campo do espectro diferente, sendo possível contagiar o próximo com a nossa energia. A prática diária promove mudanças transformadoras”, completa.

Todos têm a chance de experimentar os princípios da Liderança Positiva – para alguns é a forma como já estão vivendo suas vidas, para outros, pode ser uma maneira diferente de olhar para os negócios e o próximo. Independentemente do ponto de partida, a chegada é a mesma: essa onda positiva promete mudar a perspectiva e potencializar virtudes de todos que embarcarem no movimento.

Fonte: O Estado de São Paulo, 28 de Outubro de 2018.

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Nova Lei de Migração: Inovação e riscos empresariais

Na última quinta, a ABRH-SP realizou na sua sede, na capital paulista, o Temas em Debate que discutiu as mudanças da Nova Lei de Migração, sancionada em maio do ano passado. O evento reuniu como palestrantes: Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do Acnur – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados em São Paulo; João Marques, sócio-fundador da Emdoc, consultoria especializada em imigração; Tatiana Prado, sócia responsável pelo departamento de Gestão de Clientes da Emdoc; Nathalia Teixeira, coordenadora do departamento de Relocation da Emdoc; e Newton dos Anjos, gerente Jurídico, Trabalhista, Ambiental e Contencioso Geral da Embraer.

Sobre os refugiados no mundo, Maria Beatriz disse que atualmente são 25 milhões de pessoas nessa situação. Ela falou da crise internacional de grandes proporções decorrente da saída de 2,5 milhões de pessoas da Venezuela, sendo que 85 mil delas decidiram ficar no Brasil.

“Existe uma tendência em toda a América Latina de proporcionar a integração local desses refugiados. Especificamente em São Paulo, há uma política pública municipal específica para essas pessoas e um Centro de Referência que atende milhares em nove línguas diferentes, com aulas de português de graça”, ressaltou Maria Beatriz. Entre os vários programas voltados para refugiados, ela destacou a iniciativa que envolve organizações e empresas para facilitar a revalidação de diplomas.

João Marques lembrou que hoje no Brasil existem menos estrangeiros que em 1900 de acordo com dados estatísticos da imigração. Para ele, a nova lei simplificou diversos processos e procedimentos administrativos, e valorizou a circulação de trabalhadores estrangeiros no país. No entanto, trouxe também consequências para eventuais irregularidades cometidas pelas empresas, com multas que podem chegar a R$ 5 milhões e pena de reclusão de 2 a 5 anos para aqueles que forem condenados por promoverem a entrada ilegal de estrangeiros no Brasil ou de brasileiros no exterior. “Por isso, recomendo que as empresas façam a revisão dos seus processos.” 

Newton dos Anjos disse que o Brasil é apenas o 29º colocado entre os maiores receptores de imigrantes do mundo e que a nova lei mudou o foco sobre o imigrante, com premissas como a igualdade de tratamento e de oportunidades e de inclusão social, laboral e produtiva. A respeito das penalidades da nova lei, ele afirmou que o RH tem como dever influenciar as argumentações sobre a revisão dos processos para corrigir as irregularidades, porque ainda não se sabe o entendimento da Polícia Federal e do Judiciário sobre a aplicação da lei.

Ainda durante o evento, Tatiana Prado e Nathalia Teixeira falaram, respectivamente, sobre a aplicabilidade das regras migratórias e relocation como um fator de sucesso na migração.

Fonte: O Estado de São Paulo, 28 de Outubro de 2018.

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A sustentabilidade no desenvolvimento dos trainees

Estudo feito por Ideia Sustentável identificou que apenas 22% das empresas trabalham a questão da sustentabilidade em seus programas de trainees. Como criar uma cultura sobre o tema sem preparar os profissionais que liderarão a empresa amanhã?

Conversando com líderes de RH tenho ouvido argumentos que podem ajudar a construir uma explicação mais ou menos comum: como os jovens já vêm com o software de sustentabilidade instalado, o que os torna naturalmente motivados para o tema, as empresas não precisam dispender esforços de treinamento específico, bastando colocá-los em contato com os desafios cotidianos do negócio, sob a orientação de valores corporativos cada vez mais afinados com os de sustentabilidade.

O argumento, em tese, faz sentido. É verdade que os jovens profissionais trazem consigo mais informação sobre sustentabilidade do que os jovens de gerações anteriores— há muito a aprender com eles a respeito de destinação de resíduos, gestão de água e energia, mudanças climáticas, respeito à biodiversidade e diversidade.

É verdade também que, mais orientados por propósito, tendem a considerar os temas de sustentabilidade, em seu conjunto, como elementos construtores de uma carreira cujo sucesso não se mede mais apenas pelo pacote de salários e benefícios, mas pela possibilidade de gerar impacto positivo no mundo.

Tutorando grupos de trainees, ouço hoje, mais do que já ouvi em outros tempos, perguntas como: “Qual é a visão de mundo da empresa para além de ganhar dinheiro?”, “A empresa tem planejamento de sustentabilidade?” ou “Tem política de diversidade?”

É igualmente verdade que esses jovens querem ver respeitados os seus valores e, mais do que isso, se sentir emocionalmente abraçados nos valores da empresa onde trabalham.

Mas essas três verdades, ainda que reunidas, não bastam para deixar de investir em desenvolvimento profissional.

A considerar o fato de que os jovens dispõem de razoável conhecimento “técnico” sobre o assunto, programas educativos do tipo informacionais talvez sejam dispensáveis.

Em seu lugar, mais bem-vindos podem ser os programas de tutoria on the job focados no desenvolvimento de habilidades e, principalmente, atitudes, outras duas dimensões do conceito de competência.

Se quiserem o engajamento efetivo de seus trainees, é preciso, ainda, enviar sinais claros de que sustentabilidade é agenda para valer e não para inglês ver.

Os novos colaboradores precisam sentir e compreender (1) que os valores de sustentabilidade se expressam em práticas concretas; (2) que as empresas sabem o que querem e esperam deles na forma de compromissos e metas; (3) e que, por darem importância, incentivam e recompensam a inovação.

Retornando ao estudo, algumas de suas conclusões emitem um sinal de alerta a respeito de valores, metas, recompensa e desenvolvimento profissional. O estudo revelou, por exemplo, que menos de 30% das empresas dispõem de estratégias de reconhecimento de ideias (22%) e de práticas (29%) de colaboradores. E não mais do que 25% admitem condicionar a remuneração variável de líderes e colaboradores a resultados ligados ao triple bottom line. Como se vê, ainda há muito por fazer.

Sim, os jovens profissionais têm muita informação e se mostram motivados a estar em empresas com valores e práticas de sustentabilidade. Sim, eles querem trabalhar por propósito e transformar suas carreiras em instrumento de mudança paras as pessoas e o Planeta. Mas eles desejam ser reconhecidos por isso. Não no futuro. Mas agora. Querem conciliar virtude com interesse.

Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Outubro de 2018. (Página da ABRH-Brasil)

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ABRH Digital agora é gratuita para associados

Há pouco mais de um ano, a ABRH-Brasil lançou a plataforma ABRH Digital com o objetivo de promover o acesso a conteúdo relevante e de qualidade na área de gestão de pessoas. A iniciativa nasceu para atender ao interesse e à alta demanda do público pelo conhecimento gerado pela associação.

A partir daí, vídeos com profissionais de destaque em gestão de pessoas e nas áreas correlatas passaram a ser disponibilizados na plataforma, abordando assuntos hoje em alta no mundo corporativo.

A empresária, consultora e escritora Alexandra Loras, por exemplo, fala de sua especialidade – a diversidade (ou a falta dela) racial e de gênero; Matheus Cardoso, que, com apenas 21 anos, se tornou cofundador da Moradigna, empresa que faz reformas express em casas de comunidades de baixa renda, aborda empreendedorismo social; Sofia Esteves, fundadora da Cia de Talentos, explora a atração e seleção de talentos na Era Digital; e Vânia Ferrari, palestrante multidisciplinar, sempre provocativa e bem-humorada, apresenta um stand up sobre formação de equipe de alta performance em cenário de gestão de mudança.

Os vídeos são produzidos durante palestras realizadas em eventos da ABRH-Brasil, como o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, e de suas seccionais, como o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, da ABRH-SP, e o GOIANARH – Congresso Goiano de Gestão de Pessoas, da ABRH-GO. Ou, ainda, realizados por parceiros da ABRH.

NOVIDADES

Neste mês, a ABRH-Brasil passou a oferecer aos associados das 22 seccionais distribuídas pelo país acesso gratuito à ABRH Digital – até então, eles podiam fazer a assinatura por um valor reduzido. Além disso, a plataforma já disponibiliza diversos vídeos de conferências realizadas durante o CONARH 2018, promovido em agosto.

Já podem ser assistidos vídeos, como o de Maurício Benvenutti, brasileiro que mora no Vale do Silício (EUA) e é sócio da StartSe, empresa cuja missão está implícita no nome. Sempre enfático, Benvenutti aponta as habilidades e competências necessárias em um mundo transformado a todo o instante por empresas disruptivas, como Uber, Airbnb e WhatsApp, e em que surgem profissões inimagináveis até poucos anos atrás. “A tecnologia faz hoje pelo nosso cérebro o mesmo que as máquinas fizeram pelos nossos braços”, assinala em sua apresentação.

Outro destaque é o cantor Leo Chaves, da dupla Victor e Leo, que participou da 44º edição do CONARH com o tema A Grande Revolução: Seja uma marca. Palestrante há três anos, Léo compartilha sua história de vida e o processo de aprendizado e autoconhecimento pelo qual passou para revolucionar seu jeito de ser e de viver.

“Nossa maior preocupação é levar aos assinantes um conteúdo de alta qualidade, diversificado e que atenda às demandas de gestão de pessoas nas diferentes regiões do país. Semanalmente, disponibilizamos novos conteúdos, o que possibilita a atualização constante dos usuários. Isso sem falar da gratuidade, um benefício que valoriza ainda mais quem se associa a uma de nossas seccionais”, diz Lia Aere, diretora da ABRH Digital.

Para não associados, a plataforma pode ser acessada mediante assinatura mensal, no valor de R$ 59, e é possível fazer uma degustação gratuita por sete dias. A associação também disponibiliza pacotes para empresas.

Mais informações:

ABRH Digital – Home

Tels. (11) 3124-8850/ 3663-0050

Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Outubro de 2018. (Página ABRH-Brasil)

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Centro Oeste e Vale do Paraíba promovem visitas técnicas

No dia 24, das 7h30 às 10h30, na sede da NS Group de Bauru (Avenida Nicolas Moreno Munhoz, 2-50), a Regional Centro Oeste promove o Temas em Debate “Comunicação Não Violenta”, com Sabrina Mello, trainer em Programação Neurolinguística pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, com formação internacional em Comunicação Não Violenta no Colorado (EUA).

Exclusivo para associados da ABRH-SP e clientes do CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola, o evento será completado com uma visita técnica às instalações da NS Group, realizada após a palestra.

Por falar em visitas técnicas, a ABRH-SP Vale do Paraíba realiza duas delas nas próximas semanas. Na manhã do dia 24 de outubro, as instalações da Milclean, em Taubaté, serão conhecidas pelos participantes da atividade. Já na manhã do dia 7 de novembro, a visita acontecerá à Usiminas, também de Taubaté.

A atividade é gratuita e exclusiva para os associados da ABRH-SP.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 21 de Outubro de 2018.

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Como desenvolver um emocional inteligente

Desenvolver nos participantes a autoconsciência e a autogestão emocional, assim como a consciência social e a gestão dos relacionamentos, através do uso de técnicas assertivas, é o propósito do workshop “Seu emocional é inteligente? Alinhando o circuito da razão e da emoção” que a ABRH-SP promove na sede, das 8 às 13 horas, em 31 de outubro.

A coach e palestrante Vera Martins, autora dos livros Seja Assertivo! e O Emocional Inteligente, apresentará o conteúdo do workshop, que também será realizado pela Regional Metropolitana Oeste em 13 de novembro, das 8h às 13 horas, no auditório da Anhembi Morumbi de Alphaville, em Barueri.

Os participantes terão acesso ao seguinte conteúdo:

  • Os componentes da inteligência emocional;
  • As estruturas neurais envolvidas na formação das emoções;
  • Impactos das experiências negativas e positivas na formação de crenças impactantes em nossa emocionalidade;
  • A comunicação assertiva na expressão madura das emoções e dos sentimentos; e
  • Vivências de técnicas para fortalecer o circuito neural da razão e emoção.

Associados da ABRH-SP pagam R$ 390; não associados, R$ 690.

Mais informações e inscrições: eventos@abrhsp.org.br ou (11) 5505-0545

Fonte: O Estado de São Paulo, 21 de Outubro de 2018.

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ABRH-Brasil elege gestores do triênio 2019-2021

Atual presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho foi eleito para a presidência do Conselho Deliberativo da ABRH-Brasil no triênio de 2019 a 2021. O processo de votação ocorreu no dia 12 de outubro, em assembleia realizada em São Paulo (SP). Hoje presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-SP, Donizetti Moretti passará a integrar o Conselho Consultivo da Brasil, no mesmo período.

Já a Diretoria Executiva da entidade nacional terá como presidente Paulo Sardinha, atual presidente da ABRH-RJ; Orian Kubaski, que hoje lidera a ABRH-RS, como vice; e Cássio Mattos, atual vice-presidente de Relações Institucionais, como vice Financeiro da próxima gestão. Mattos já presidiu a associação por dois mandatos consecutivos, entre 1998 e 2000, e de 2001 a 2003. 

A nova gestão ainda contará com Dayse Carnaval, ex-presidente da ABRH-MG e atual líder do Conselho Consultivo da ABRH-Brasil, reeleita para o cargo. “A ABRH Brasil será conduzida por um grupo de líderes, profissionais reconhecidos e de grande competência, com excelentes realizações em suas seccionais. Desejamos sucesso na continuação do legado deixado por seus antecessores nos 53 anos de nossa entidade”, afirma Leyla Nascimento, presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-Brasil até 31 de dezembro deste ano e atual presidente da WFPMA – World Federation of People Management Associations.

Para Theunis, é um motivo de grande satisfação presidir o Conselho Deliberativo da ABRH-Brasil ao lado de um grupo tão qualificado de voluntários que se dedicam à causa do RH. “Tenho certeza de que trabalharemos para deixar um legado de grandes realizações.”

O processo de eleição

A escolha dos líderes da ABRH-Brasil é definida pelos membros do seu Conselho Deliberativo, composto por um presidente, dois vice-presidentes e pelos presidentes das seccionais da ABRH de 21 estados e do Distrito Federal. Os demais integrantes da Diretoria Executiva serão convidados posteriormente para assumir as diversas frentes de atuação da associação.

Conheça os nomes da nova gestão

Conselho Deliberativo

Presidente

Theunis Marinho (SP)

Primeira vice-presidente

Glória Meireles (MG)

Segunda vice-presidente

Danielle Quintanilha (ES)

Diretoria Executiva

Presidente

Paulo Sardinha (RJ)

Vice-presidente

Orian Kubaski (RS)

Vice-presidente Financeiro

Cássio Mattos (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Conselho Consultivo

Presidente

Dayse Fonseca Carnaval Ferreira (MG)

Conselheiros

Elane Medeiros da Silva (AM)

Eliane Ramos de Vasconcelos Paes (MG)

Dadson Borges de Moraes (GO)

Maria Sampaio de Almeida (BA)

Donizetti Tadeu Moretti (SP)

Marcos Freitas (CE)

Conselho Fiscal

Conselheiros

Ério Nascimento (RS)

José Prado (DF)

Joaquim Correia (RJ)

Suplentes

Paulo Sérgio Bastos Menezes (DF)

Noêmia Lucas (SE)

Saidul Rahman Mahomed (RJ)

 

A ABRH-Brasil e suas seccionais

A ABRH-Brasil está presente em 21 estados e no Distrito Federal. As seccionais são desvinculadas juridicamente e independentes, integradas na missão de promover o desenvolvimento dos profissionais de RH e gestores de pessoas por meio de eventos, pesquisas e troca de experiências, além de colaborar com os poderes públicos e demais entidades nos assuntos referentes a sua área de atuação.

Filiada à WFPMA (World Federation of People Management Associations) e à FIDAGH (Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana), a ABRH-Brasil é cofundadora e integra a CRHLP (Confederação dos Profissionais de Recursos Humanos dos Países de Língua Portuguesa), criada em 2010.

Fonte: O Estado de São Paulo, 21 de Outubro de 2018.

ABRH-SP vai debater nova Lei de Migração

No próximo dia 25, das 9 às 11 horas, a ABRH-SP promoverá, em sua sede, na capital paulista, o debate Nova Lei de Migração: Inovação e riscos empresariais.

Entre os participantes, Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do Acnur – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados em São Paulo, vai falar sobre refúgio; João Marques, sócio-fundador da Emdoc, terá como tema Cenário Imigratório Atual; e Newton dos Anjos, gerente Jurídico, Trabalhista, Ambiental e Contencioso Geral da Embraer, vai tratar dos riscos legais e trabalhistas na contratação de imigrantes.

O evento é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 100.

Inscrições:

https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Outubro de 2018. (Página ABRH-Brasil)

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O eSocial e a Lei de Cotas

A pesquisa Pessoas com Deficiência – Expectativas e percepções sobre o mercado de trabalho, realizada pela i.Social em parceria com a ABRH-Brasil, ABRH-SP e Catho, no primeiro semestre deste ano, identificou que 88% dos profissionais de RH contratam pessoas com deficiência (PcDs) motivados pelo cumprimento da cota. É um percentual extremamente alto e indica que ainda são poucos os que enxergam valor na diversidade e na inclusão desses profissionais.

 

Isso significa que a motivação para contratar uma PcD está diretamente relacionada com a fiscalização por parte do Ministério do Trabalho.

E o que muda em termos de fiscalização com o eSocial? Qual é o impacto direto e específico na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho?

Com o eSocial as empresas têm obrigação legal de colocar no sistema todas as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos de trabalho, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, aviso prévio, FGTS, entre outras, incluindo as questões referentes à cota e à inclusão de pessoas com deficiência.

Todas as informações são comunicadas ao governo em tempo real e podem ser acessadas de forma muito fácil e rápida. Isso significa que, a partir do eSocial, as empresas têm de ficar muito mais atentas ao cumprimento das cotas, porque a fiscalização ganhou força e eficiência.

A atenção deverá ser maior não apenas ao cumprimento da cota, mas também com relação às substituições das pessoas com deficiência demitidas, por exemplo, que por lei a empresa deve repor imediatamente enquanto não está com a cota cumprida.

Com o eSocial, o Ministério do Trabalho ganha força para fazer com que as empresas contratem mais esses profissionais, o que é uma boa notícia para as PcDs.

Entretanto, o cumprimento da Lei de Cotas não garante qualidade ao processo de inclusão.

A obrigatoriedade seguida da punição no caso de não cumprimento garante a entrada das pessoas com deficiência nas empresas, mas são necessárias outras ações complementares de cultura, como treinamentos, sensibilizações, pesquisas e comunicação para mudarmos de fato a realidade daqueles que, mesmo quando empregados, se encontram muitas vezes estagnados em seus cargos, na maioria operacionais e situados na base da pirâmide organizacional.

Ainda que exista um longo caminho pela frente, o eSocial contribuirá para a inclusão de PcDs no mercado de trabalho. E as empresas precisam estar preparadas de forma a gerar oportunidades reais para que a sua força de trabalho possa falar e ser escutada sobre os vieses inconscientes que permeiam todos os processos de gestão de pessoas e enfraquecem a organização como um todo, fazendo-a estagnar na competitividade e sustentabilidade.

Basta de desperdício de talentos.

Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Outubro de 2018. (Página ABRH-Brasil)

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ABRH-Brasil elege gestores do próximo triênio

Paulo Sardinha, atual presidente da ABRH-RJ, foi eleito presidente da Diretoria Executiva da ABRH-Brasil. Ele vai liderar a associação de janeiro de 2019 a dezembro de 2021 e terá a seu lado, como vice, Orian Kubaski, hoje presidente da ABRH-RS, além de Cássio Mattos como vice-presidente Financeiro. Atualmente, Mattos é vice-presidente de Relações Institucionais da ABRH-Brasil e liderou a entidade por dois mandatos consecutivos: de 1998 a 2000 e de 2001 a 2003.

Também farão parte da nova gestão Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, eleito para presidir o Conselho Deliberativo, e Dayse Carnaval, que já presidiu a ABRH-MG e, na atual gestão da ABRH-Brasil, lidera o Conselho Consultivo, cargo para o qual foi reeleita.

O processo de votação aconteceu na última sexta-feira (12), em assembleia realizada na capital paulista, com chapa única concorrendo às eleições.

Tradicionalmente, a escolha dos líderes da ABRH-Brasil é definida pelos membros do Conselho Deliberativo, composto por um presidente, dois vice-presidentes e pelos presidentes das seccionais da ABRH presentes em 21 estados e no Distrito Federal. Já os demais participantes da Diretoria Executiva serão convidados posteriormente para liderar as diversas frentes de atuação da associação.

– DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente

Paulo Sardinha (RJ)

Vice-presidente

Orian Kubaski( RS)

Vice-presidente Financeiro

Cássio Mattos (RS)

– CONSELHO DELIBERATIVO

Presidente

Theunis Marinho (SP)

Primeira vice-presidente

Glória Meireles (MG)

Segunda vice-presidente

Danielle Quintanilha (ES)

– CONSELHO CONSULTIVO

Presidente

Dayse Fonseca Carnaval Ferreira (MG)

Conselheiros

Elane Medeiros da Silva (AM)

Eliane Ramos de Vasconcelos Paes (MG)

Dadson Borges de Moraes (GO)

Maria Sampaio de Almeida (BA)

Donizetti Tadeu Moretti (SP)

Marcos Freitas (CE)

 – CONSELHO FISCAL

Conselheiros

Ério Nascimento (RS)

José Prado (DF)

Joaquim Correia (RJ)

Suplentes

Paulo Sérgio Bastos Menezes (DF)

Noêmia Lucas (SE)

Saidul Rahman Mahomed (RJ)

 Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Outubro de 2018. (Página ABRH-Brasil)

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Nova Lei de Migração: Inovação e riscos empresariais

Discutir as mudanças da Nova Lei de Migração, sancionada em maio do ano passado, seu dinamismo e inovação, além dos riscos empresariais devido às altas  multas e penalidades impostas pela lei, é objetivo do debate “Nova Lei de Migração: Inovação e riscos empresariais”, que acontece no próximo dia 25, das 9 às 11 horas, na sede da ABRH-SP.

O debate terá as participações de Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do Acnur – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados em São Paulo, que vai falar sobre o tema Refúgio; João Marques, sócio-fundador da Emdoc, sobre o tema Cenário Imigratório Atual; Tatiana Prado, sócia responsável pelo departamento de Gestão de Clientes da Emdoc, sobre Aplicabilidade das Regras Migratórias; Nathalia Teixeira, coordenadora do departamento de Relocation da Emdoc, sobre Relocation como Fator de Sucesso na Migração; e Newton dos Anjos, gerente Jurídico, Trabalhista, Ambiental e Contencioso Geral da Embraer, sobre Riscos Legais e Trabalhistas na Contratação de Imigrantes.

O evento é gratuito para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 100.

Inscrições: https://abrhsp.org.br/eventos

Fonte: O Estado de São Paulo, 14 de Outubro de 2018.

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