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É possível aplicar Comunicação Não Violenta na vida e no mundo?

Os Grupos de Estudos da ABRH-SP são uma oportunidade singular de criação de um espaço em que a inteligência coletiva pode emergir através de conversas horizontais e dinâmicas, de pesquisas e da geração de conhecimento por pessoas com amplo e diverso repertório cultural, e bagagem de vida.

Entre muitas reflexões sobre Comunicação Não Violenta (CNV), é possível dizer em síntese que se trata da linguagem da paz. Vale ressaltar que um clima leve aumenta a produtividade em qualquer organização. Contudo, não pense ser fácil praticar a CNV.

A sociedade do século 21 está hiperconectada com as novas tecnologias da comunicação, porém nem sempre está conectada com o que há de mais humano entre as pessoas. Para falar sobre comunicação empática, é preciso lembrar que a empatia começa pela autoempatia. Afinal, não é possível alguém dar ao outro algo que não tenha dentro de si.

A boa notícia é que é possível começar a se conectar com mais qualidade com os outros e consigo mesmo. Para isso, é preciso perceber os próprios pensamentos e comportamentos, sem julgá-los, e ter flexibilidade cognitiva para perceber o outro e as suas necessidades.

A prática da CNV nos mostra o caminho para uma comunicação eficaz:

. Desenvolver a habilidade de observação dissociada de julgamento (inclusive o não-julgamento ajuda as pessoas a serem mais criativas).

. Perceber quais as palavras que melhor expressam seu sentimento em relação a algo que você observou.

. Refletir sobre qual necessidade eventualmente não estaria sendo atendida.

. Expressar um pedido claro e específico do que você quer. Afinal, como disse Marshall Rosenberg: “Por trás de todo comportamento existe uma necessidade”.

Portanto, somente através do autoconhecimento e da autorreflexão sobre quais são os seus valores inegociáveis será possível praticar a CNV. A essência da CNV está em subordinar um impulso a um valor pessoal.

O Estado de São Paulo, 05 de Janeiro de 2020.

Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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