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Prêmio Sim à Igualdade Racial 2019 traz como tema mulheres negras

O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) realiza no Hotel Copacabana Palace, no dia 14 de maio de 2019, o Prêmio Sim à Igualdade Racial. O evento tem como tema central mulheres negras no mercado de trabalho e acontece durante o IV Jantar Beneficente Sim à Igualdade Racial. No ano passado estiveram presentes CEOs de grandes empresas e celebridades que apoiam a causa como Bruno Gagliasso, Glória Maria, Iza, Regina Casé e Fátima Bernardes. Assinado pelo artista plástico Vik Muniz, o Prêmio Sim à Igualdade Racial foi criado para reconhecer nomes e empresas que se destacaram na promoção da igualdade racial nos setores da Educação, Empregabilidade e Cultura durante ano. O evento busca arrecadar fundos para os projetos e ações do ID_BR. As cotas e ingressos individuais continuam disponíveis. Para o ano de 2019, o instituto planeja lançar laboratórios em escolas públicas, a criação de um centro de referência em estudos de igualdade racial em universidades e fortalecer parcerias com a ABRH-SP. “Desde 2016, com a realização do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, a ABRH-SP tem discutido com as organizações não só a importância da equidade de gênero em cargos de liderança nas empresas, mas também a necessidade de mecanismos que incluam as mulheres negras no mercado de trabalho, pois são elas que enfrentam os maiores desafios e mais sofrem com a discriminação. Um dos principais entraves para o crescimento do Brasil é a desigualdade, que só pode ser enfrentada com ações firmes no sentido de proporcionar oportunidades iguais para a população negra a fim de que todos possam crescer”, diz Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP. Ele lembra que a parceria com o ID_BR está relacionada com esse compromisso da entidade. A diretora executiva do instituto, Luana Génot, explica que a questão racial é estratégica para o mercado. “Profissionais negros com competência e formação já existem e precisam ser absorvidos pelo mercado. Temos ações propositivas para mudar culturas corporativas. Quem investe em igualdade racial cresce”, afirma Luana.   Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de dezembro de 2018.23

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