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MULHERES: 2015 PASSOU E MUITO PRECISA MUDAR

De acordo com dados da PNAD divulgados recentemente, as mulheres brasileiras recebem, em média, 74,5% do rendimento dos homens. Esse número evoluiu muito pouco em relação à pesquisa anterior. Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, falou com a reportagem sobre os obstáculos que ainda precisam ser vencidos.

 

“As empresas têm de atuar para que seja quebrado o “teto de vidro”, corrigindo a desigualdade salarial, apoiando as mulheres para ascensão profissional, criando ambientes e mecanismos inclusivos para que as trabalhadoras não tenham de fazer a dura opção entre vida pessoal e profissional. A ONU Mulheres e o Pacto Global desenvolveram a plataforma “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, composta por sete passos que as empresas têm de dar para promover mudanças exitosas dentro das corporações e influenciar positivamente cadeia de fornecimento, setor de negócio e comunidade. É importante que as empresas entendam que a igualdade de gênero e raça é boa para os negócios e para a sociedade.

 

No Brasil, as mulheres têm mais anos de estudo do que os homens, mas ainda são menos remuneradas. Para as mulheres negras, a situação se torna mais perversa: apenas 0,5% nas posições executivas. Isso é um escândalo. E ainda recaem sobre as mulheres os cuidados com filhas e filhos, pessoas idosas e enfermas, além de toda a administração da vida doméstica. No mundo, a participação política alcança 25% e, no Brasil, as parlamentares são 11% do Congresso Nacional.

A liderança de Recursos Humanos é chave para a agenda de atração, retenção e promoção de pessoas, enfim gestão de pessoas e transformação cultural e de competências da liderança. 

 É por meio do diálogo com lideranças industriais, oficinas para sensibilizar gestoras e gestores de RH que a ABRH-SP pode colaborar para que a igualdade de gênero e raça seja uma realidade no Brasil em quinze anos.

 

Qual o balanço do movimento HeForShe no Brasil?

 

NG O Brasil conta com 19 mil adesões, 4% do total das adesões mundiais que hoje somam 504 mil. Os homens brasileiros estão assumindo posição pública em defesa dos direitos de mulheres e meninas e refletindo sobre o próprio papel. Empresários e dirigentes de empresas, artistas, jogadores de futebol, torcidas, políticos, caminhoneiros, cidadãos comuns estão entendendo que precisam fazer parte da mudança que o mundo precisa.

Salvar & Fechar

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18 de dezembro de 2015 

QUER SOBRESSAIR? APOSTE EM ATITUDES POSITIVAS

Mercado nervoso, economia instável, é fácil chegar no trabalho com o peso de ter que encontrar resultados imediatos a todo custo. Mas como buscar o melhor dos dois mundos?

 

Primeira atitude positiva é olhar para as notícias com neutralidade. Separar o que delas influencia e é útil para o seu trabalho. Os jovens da RHJunior Consultoria, ligada à FGV, enfrentam seus primeiros clientes com características próprias da geração Millenium e que podemos ampliar como sugestão para todas as idades.

Deixar de lado a competitividade excessiva é outra atitude importante. É hora de colaborar mesmo. Um ambiente em que todos querem ser mais que o outro não costuma ser realmente produtivo..”Ser amigo e estar presente e alerta para os problemas do cotidiano mostra parceria e dedicação e, com isso, fica mais fácil resolver problemas em equipe,” comenta Amanda Carolina Ferreira, diretora de marketing da empresa júnior.

Amanda diz que um momento que é fundamental olhar para o que está adiante e saber ouvir ao receber um feedback. “ Quando é chamado a atenção, publicamente ou em um feedback formal, é preciso ouvir, refletir sobre a falha e rever a forma de fazer.” Manter-se flexível constrói um diferencial na carreira.

Ponto nevrálgico é manter-se dentro da cultura da empresa e separar as práticas: “Você sabe qual o código de comportamento demandado pela empresa? Então não se baseie pelo que os colegas fazem de diferente. Se eles chegam atrasados ou não são fiéis aos prazos de entrega, não quer dizer que deva agir assim.”

O engajamento com a cultura precisa acontecer de forma natural: “os valores da empresa precisam ser os seus, para que não haja nenhum conflito importante entre o que se espera e como se age. Claro que sempre há uma adaptação, mas se os valores são totalmente diferentes, melhor rever

“Critério de muitos processos seletivos e definitivamente um dos mais observados, a proatividade é uma demanda universal”, lembra Amanda. Só que a definição de proatividade nem sempre é bem interpretada. “Precisa estar inserida no contexto da atividade. Antecipar o combinado e solucionar, com compartilhamento, para que o fruto dessa atitude esteja alinhado com a estratégia”.

O que mais as empresas esperam de você? Presença física e mental.” Hoje as distrações estão a dois cliques de nós. Quando vemos já desfocamos. Saber voltar para a tarefa e leva-la até o fim é uma qualidade observada,” explica a jovem.

Para terminar e mais que relevante: estar de olho na redução de custos ao seu alcance. Evitar horas extras desnecessárias e pequenos gastos da economia de papel na impressora à luz que larga acessa ao terminar o expediente. Cada pequeno gesto conta.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18 de dezembro de 2015

Conheça o grupo que pode alavancar sua carreira

QUER ENTRAR PARA O GRUPO QUE PODE IMPULSIONAR SUA CARREIRA?

 

Selecionamos algumas atuações para inspirar a sua busca por conteúdos e relacionamentos que criem diferencial.

 

O tema preferido da maioria tem sido mesmo liderança: Como construir um caminho sólido até este posto e o que fazer com ele. Lucas de Sá, assistente de Diretoria da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, participa do grupo que trata do tema na ABRH-SP, em Barueri, e discutiu no trabalho que apresentou a atuação do Líder Coach. “O tema vai estar cada vez mais em pauta por conta da presença da geração Z nas empresas. Nosso trabalho quer ajudar a identificar o perfil desse novo estilo de liderança no Brasil”, explica. “O conteúdo gerado pelo grupo, que continua em 2016, vai servir para os gestores de pequenas a grandes empresas.”

 

Quais características estão mapeando? “A equipe acredita que é o melhor tipo de gestão, pois um líder coach está sempre perto de sua equipe. Fortalece o relacionamento e constantemente dá retorno aos seus colaboradores. As atitudes desse líder devem ser um exemplo para todos. Ele é ético, flexível, aberto a mudanças e focado em resultados. Tudo o que o mercado precisa e espera de um gestor.”  O coaching é uma técnica e o líder precisa se preparar para usá-la no contexto de cada equipe. Outra forma de “coach” é a mentoria, em que há mais flexibilidade para as intervenções.

 

No grupo de Assessment, coordenado por Alexandre Ribas, o destaque é para a troca de experiências que produzam conteúdos realmente aplicáveis no contexto atual das empresas. “O mercado e a literatura são carentes desse conhecimento e as ferramentas para avaliar o candidato estão se tornando cada vez mais relevantes para as empresas. Os gestores, consultores e profissionais de RH precisam saber como colocar a pessoa certa no lugar certo e fazer com que ela produza mais com menos”, explica Alexandre. “As ferramentas de assessment identificam o potencial, o talento das pessoas com informações precisas que ajudam gestores em contratações e promoções. Nossa discussão em grupo aprofunda opções e processos”, avalia Alexandre.

  

COMO PARTICIPAR

 

Para fazer parte de um dos Grupos de Estudos, tem que ser associado da ABRH-SP e estar em dia com a anuidade. Quem ainda não renovou, ou quer se associar pela primeira vez, pode se filiar, por um ano, pelo valor de R$ 320,00 ou por dois anos, por R$ 384,00. Os valores são parcelados em até 10 vezes. O associado tem acesso aos encontros do grupo e muitas outras atividades da ABRH-SP gratuitamente ou com descontos expressivos. Informações completas em: www.abrhsp.org.br

 

Fonte: Folha de Alphaville – 11 de dezembro de 2015

2016: quais as profissões que se destacarão

Mesmo com o mercado instável há profissões que serão mais procuradas nos próximos meses. ABRH-SP foi buscar essa informação para você.

 

Muita gente está pensando em como ampliar a área de atuação para se encaixar melhor nas oportunidades que podem surgir ano que vem. Não é mesmo tão simples: “Visualizar e encontrar as profissões mais promissoras ficou bem difícil. Como o mercado está instável e ainda não sabemos ao certo o que irá acontecer é complicado afirmar com 100% de certeza”, diz Claudia Monari, diretora de Assessment & Outplacement da Career Center.

Segundo Claudia, profissionais com expertise em redução de custos e processos, assim como os que prestam serviço em áreas que podem ser terceirizadas, serão destaque. “Vários executivos têm saído do regime CLT e criado suas empresas de consultoria. Esse novo formato tem agradado empresas que reduziram o quadro de funcionários, mas precisam de um especialista em determinada área. O ex-funcionário desempenha externamente a função e tem chance de expandir a atuação com liberdade para novos negócios.”

Entre as profissões que irão de destacar:

Analista Contábil

Com a complexa matriz tributária existente no país, analistas contábeis são sempre bem requisitados no mercado nacional. Como a expectativa do cenário econômico do ano que vem é de ligeira piora, este profissional tende a ser ainda mais requisitado por empresas. Isso porque excelência no planejamento tributário e na gestão de recursos financeiros é mais que prioridade.

Advogado Trabalhista


Redução de salários e jornadas de trabalho são alguns dos artifícios a que empresas têm recorrido para evitar demissões, mas acordos raramente são simples. O advogado trabalhista será fundamental para atuar na resolução de conflitos ligados às relações trabalhistas.

Profissional de mídias sociais


A comunicação mudou e com ela as competências das áreas que lidam com público interno e externo. Saber como encadear prioridades da empresa com as trocas de mensagens em tempo real, 24 horas, nas linguagens adequadas a cada rede social é uma habilidade que terá espaço.

 

 

Cuidadores

Na área da saúde e bem-estar, Cláudia ressalta os profissionais que lidam com terceira idade, como cuidadores. “O Brasil ainda não sabe cuidar dos mais idosos, mesmo com a população vivendo mais. Antes o foco eram as crianças, agora precisamos olhar para o idoso.”

RH com experiência em fusões

Opção única para sobreviver ou opção para potencializar mercado, a união de forças por fusão e aquisição tem sido razoavelmente frequente no cenário brasileiro. Ter experiência com essa integração, independentemente da formação, é um potencial de destaque para um candidato.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 11 de dezembro de 2015

Motivação precisa de motivo

Coluna Mediapool:  Daniela Vieira Cox

 

  Você trabalha por diversão, propósito, potencial, pressão emocional, razões financeiras ou por inércia? Essa divisão, feita pelos professores da Universidade de Rochester, Edward Deci e Richard Ryan, relembrada recentemente em artigo da Harvard Business Review, é para ser mesmo um mix. Mas para trabalhar motivado precisa identificar o que está pesando mais nessa equação e muita gente não sabe. Vai levando até o próximo e próximo contracheque e os anos se passam, com sorte, na mesma posição na equipe.

É a carreira por inércia e este é um dos pesadelos dos gestores atuais. Com paletó na cadeira, mas, na prática, sem 100% da camisa, esses colaboradores são alvo de inúmeros esforços de motivação e mobilização. Apresentam reações temporárias aos estímulos, mas voltam ao que, para eles, é um ponto de equilíbrio, muito distante do que gostariam e do que poderiam conquistar. Sim, pode ter solução. Crie um ritual que relembre e mantenha vivo diariamente o motivo, a diversão, o propósito, a identificação com a empresa e o prazer de estar no desafio. Não é simples. Não é produto de prateleira. Precisa ser verdadeiro para trazer sentido. Comece com você. Qual o seu motivo?

 

 Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

COMO SERÁ EM 2016?

 

A Associação Comercial e Industrial de Barueri nos ajuda a traçar um cenário para o ano que vem. E você tem um mês para se preparar.

 

Segundo Moacyr Correa Felix, presidente da Associação Comercial e Industrial de Barueri, o ano foi desafiador, pois ninguém imaginou o que iria acontecer. “O empresário não tinha noção do que iria acontecer em 2015. Sabia que não ia ser bom, mas não sabia que o problema era tão profundo. Com isso não se preparou para a crise e hoje sofre as consequências,” explica Moacyr.

 “As perspectivas agora são de que a produção industrial continue a cair. Os estoques estão elevadíssimos, mais até que em outro período ruim, que foi 2009. O PIB reduzido em 2% vai ditar a produção. E, por tabela, as vendas.”

Moacyr acredita que a solução mais indicada é “inovar na redução de custos”. Como fazer com bem menos, como flexibilizar e encontrar soluções para atravessar a crise que não é só uma questão de gestão, mas que a gestão precisa antecipar não só problemas, mas saídas.

Para os que exportam, “a taxa de câmbio combinada à redução de salários, com o reposicionamento de mão de obra e times, pode amenizar no curto prazo”, pondera. “Mas é preciso um ajuste fiscal mais efetivo, que possibilite reduzir parte importante do custo, e também é preciso trabalhar para evitar o comprometimento com taxas bancárias.”

Mas e para quem está em busca de colocações no mercado de Barueri? Moacyr não acredita em grandes aberturas de postos, mas em recolocações: “Mão de obra qualificada ainda é um problema no Brasil e aqui na região temos procurado incentivar o desenvolvimento. Estamos falando de colaboradores para todas as áreas. As empresas precisam de resultados significativos com menos gente, logo, precisam de quem faz e faz bem. Dezembro é um excelente mês para pesquisar possibilidades de aperfeiçoamento. E nem todas exigem altos investimentos. Os portais de empregos mostram as exigências para contratação. Falta alguma delas para você? Corra atrás porque 2016 vai ser difícil, mas, se ficar parado, fica impossível”.

 

 

AGENDA:

 

Desenvolvimento de Analista de Treinamento

7 e 8 de dezembro, das 8h30 às 17h30

 

O curso para analistas de T&D, com até dois anos de experiência na função, tem como objetivo compreender a importância da área de T&D dentro das estratégias da organização, desenvolver as competências necessárias para sustentação ao processo de educação corporativa nas organizações, refletir sobre o papel do analista de T&D nos processos de educação corporativa, conhecer metodologias de ensino e aprendizagem no contexto de educação para adultos (andragogia), conhecer as etapas de um planejamento de T&D, diagnóstico, construção de um treinamento e avaliação de treinamento, conhecer os quatro níveis de avaliação (reação, aprendizagem, comportamento e resultado).

Mais informações: contato@abrhsp.org.br ou (11) 5505 0545

 

Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

Demissão Assistida, saiba mais

Demissão Assistida: oportunidade e responsabilidade

Mais comum em setores como telecomunicações, bancos, química, petroquímica e farmacêutico, esse recurso vem sendo mais procurado por empresas de outros segmentos para minimizar o estresse pré-enxugamento. Você sabe como aderir a um programa desses?

Clima de tensão se administra. Expostos ao constante noticiário sobre a economia no país, os colaboradores já chegam na empresa com aquela sensação de que “vai sobrar”. E, realmente, são muitos os reflexos diretos do encolhimento que vêm chegando ao RH. “Os programas de transição de carreira surgem como uma maneira de tranquilizar o funcionário: a empresa não vai abandoná-lo, nem mesmo diante da possibilidade de desligamento. Isso reforça a cultura e ameniza o inevitável”, resume Fernando Lima, diretor da Regional Metropolitana Oeste.

Para Karin Parodi, CEO do Career Center, “oferecer ferramentas para o crescimento pessoal e profissional de seus funcionários agrega valores dentro e fora da organização, construindo uma visão positiva da empresa, melhorando os processos internos e externos. Os funcionários que passam pela demissão assistida têm mais chance de recolocação e, muitas vezes, em posições melhores”.

Entre as atividades oferecidas, a estruturação da pesquisa de mercado: que empresas têm perfil com sinergia com esse profissional, quais podem ter oportunidades em desenvolvimento e como se apresentar com discurso adequado para o momento daquela instituição. “É preciso enxergar a carreira como um negócio próprio, com a dedicação de um empreendedor ativo”, completa Karin.

Quando é oferecido um coaching, o profissional que presta este auxílio ajuda o colaborador a encontrar caminhos compatíveis e promissores com perguntas. As dúvidas são naturais, mas as respostas não podem chegar prontas. É um processo de descoberta. Requer mente aberta e um esforço para atualização e renovação que é individual. Ninguém pode percorrer esse caminho por você, mas pode te dizer que pegando esse ou aquele viés você costuma se deparar com essa ou aquela oportunidade. E nem sempre depende de cenário econômico”, alerta Fernando.

Se o RH da sua empresa ainda está na dúvida sobre adotar, se ainda está colocando custos e benefícios na balança, Fernando lembra que esse esforço economiza outros que podem ser maiores: o de reter talentos essenciais e o de atrair os talentos certos, quando for novamente necessário. “Com essa visão responsável, quem está dentro sabe que pode ficar mais tempo e, se não conseguir desenvolver a carreira, terá ajuda na hora de sair. E quem está fora vê no programa de outplacement (demissão assistida) mais uma segurança para abraçar o novo time.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

Talk Show “E quem fica?”

Talk show aborda situação dos profissionais que não foram demitidos

 

Com uma plateia seleta, o talk show “E quem fica?” aconteceu na última quarta, 24, e abordou a situação das pessoas e o clima organizacional das empresas após as séries de demissões deste ano. A iniciativa do Gruca (Grupo Campinas de Recursos Humanos) contou com apoio da IBE-FGV e participação da professora doutora em Administração, Paulette Melo.

 

Com welcome cofee e estacionamento gratuito aos participantes, o talk show teve o objetivo de aproximar as lideranças e estabelecer estratégias comuns ao momento atual. A coordenadora do Gruca, Miriam Patini, acredita que o evento trouxe um tema intrigante e atual. “É hora de cuidar e motivar esse pessoal que permaneceu na organização, após essas mudanças estruturais. Afinal, os resultados passam pelas mãos deles”, disse.

 

Presente no evento, o presidente da IBE-FGV Heliomar Quaresma falou na abertura e convocou os presentes a se manterem firmes e continuarem se especializando e qualificando seus times. “Em tempos de hipercompetitividade, só permanecem os melhores entre os melhores”, destacou.

 

Fonte: Correio Popular – 29/11/2015

ABRH-SP se compromete com a ONU mulheres

ABRH-SP faz compromisso com a ONU Mulheres durante evento do grupo de Liderança Feminina

A ABRH-SP estabeleceu um importante compromisso com o movimento mundial de apoio à equidade de gênero ao firmar um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.

O documento foi assinado pelo presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, e pela assessora da ONU Mulheres, Adriana Carvalho, durante a realização, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, do encontro do Liderança Feminina, grupo mantido pela entidade paulista.

Entre as áreas de cooperação estabelecidas estão: disseminar os princípios de empoderamento das mulheres; dar visibilidade ao HeforShe, movimento criado pela ONU Mulheres; promover oficinas para sensibilizar os gestores de RH; e promover o diálogo entre vários movimentos e grupos que discutem a equidade de gêneros.

Para um público de cerca de 120 profissionais, o presidente da ABRH-SP falou da importância da iniciativa para melhorar as estatísticas da presença feminina nos cargos de lideranças. Ele também fez um apelo: “Gostaria que vocês levassem a mensagem de hoje para suas empresas, que, sem dúvida, têm muito a ganhar com a maior participação das mulheres”. 

Além da assinatura, o encontro do Liderança Feminina promoveu uma mesa redonda com Adriana Carvalho, Tânia Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul, e Lívia Azevedo, vp & general counsel do Walmart Brasil, com a moderação da diretora da ABRH-SP Lilian Guimarães.

 

Fonte: Correio Popular – 29/11/2015

Engajamento é a palavra de ordem

Ter os colaboradores comprometidos de fato sempre foi o sonho das organizações. Porém, mais recentemente, ir além do comprometimento tornou-se o novo lema das organizações.  A diretora da ABRH-SP Campinas, Elizabeth Rodrigues, e o diretor de Comunicação, Gilberto Sobrinho, falaram sobre o assunto especialmente para a página Gestão de Pessoas.

Para Elizabeth os resultados do engajamento são fundamentais. “Colaboradores engajados estão dispostos a colocar o melhor de si todos os dias, por isso, produzem mais e melhor”, afirma. Sobrinho afirma que as empresas vêm buscando, de fato, não só colaboradores que façam bem feito o seu trabalho no dia a dia. “É preciso ser um embaixador da marca e da cultura da organização, falar bem da empresa, recomendá-la para seus amigos como se o local fosse uma verdadeira família”, diz.

Gestão de Pessoas – Porque colaboradores com alto nível de engajamento são cada vez mais importantes nas organizações?

Gilberto – Não há melhor garoto propaganda do que quem de fato se identifica e está verdadeiramente engajado com a empresa, em uma ligação que vai muito além dos produtos e serviços, passando pela identificação com a cultura da empresa e alinhamento com os seus valores.

Elizabeth – Já é senso comum que são as pessoas que fazem a diferença nas organizações. Colaboradores engajados produzem melhores resultados, atuam de forma proativa na busca de melhoria contínua e eficiência, criam inovações e tornam a empresa mais sustentável e competitiva.

GP – O que de fato cria engajamento?

Gilberto – Não há uma fórmula mágica ou um padrão para isso, pois cada empresa tem suas características, seu DNA, seu conjunto de crenças e valores. Mas, a forma como cada organização cria um ambiente favorável aos seus colaboradores influencia muito. Acredito que o papel da empresa é identificar as expectativas de seus colaboradores e criar um clima organizacional alinhado com elas, o que também ajuda na definição de práticas e políticas de recursos humanos e desenvolvimento.

Elizabeth – O verdadeiro engajamento realmente se cria quando os colaboradores se identificam com o propósito da organização, quando empresa e colaboradores compartilham a mesma causa. Sentir-se integrante de uma relação de trabalho justa, onde as duas partes ganham, é fator essencial para engajamento. Programas de reconhecimento, oportunidades de desenvolvimento e crescimento, ambiente de trabalho adequado, comunicação clara e transparente são iniciativas corporativas que potencializam o nível de engajamento dos colaboradores.

GP – Qual o papel da liderança no nível de engajamento dos colaboradores?

Gilberto – Para cada colaborador, a primeira referência da organização é sempre dada pelo superior imediato. Ele é, de fato, a organização no dia a dia. Como ele está mais próximo de cada um de seus colaboradores, deve ficar atento às necessidades de cada um, aos temas mais relevantes, o que alavanca ou atrapalha a performance das pessoas em suas atividades e o que de fato gera engajamento.

Elizabeth – Sempre acreditei que é a liderança quem representa os valores e práticas da organização perante seu time. E cabe a liderança, sim, a responsabilidade de criar um ambiente que promova o engajamento. Ela é o elo entre empresa e colaborador. É a liderança quem transforma em verdade o propósito e os valores que a empresa comunica.

GP – Qual é a importância da comunicação no processo de engajamento?

Gilberto – Quanto maior for a abertura e transparência da liderança e da empresa em relação aos negócios, mercado, resultados e expectativas em relação a performance individual e coletiva dos colaboradores, maior será o nível de engajamento entre as pessoas.

Elizabeth – A comunicação é fundamental para gerar engajamento. Não compramos o que não conhecemos ou acreditamos. Da mesma forma, a comunicação é essencial para conectar o colaborador com o propósito da empresa, com as expectativas sobre ele, com a situação do negócio, seja através da liderança direta ou outros canais mais formais de comunicação.

Gilberto – Se considerarmos que engajamento tem a ver com o quanto a pessoa valoriza e fala bem a respeito de onde trabalha, com orgulho e paixão, e o quanto ela recomenda a empresa como um ótimo lugar para se trabalhar, ela será um grande canalizador da imagem da marca e da empresa e isso é um ativo inestimável, e o melhor de tudo é que custa muito pouco.

 

Exclusiva para associados da ABRH-SP, uma visita às instalações da Elektro, empresa que se distingue pelas boas práticas de gestão de pessoas e coleciona premiações, foi realizada na tarde de 6 de outubro e teve a participação de 40 convidados entre executivos de Recursos Humanos de empresas da região e diretores das Regionais da Associação.

 

Fonte: Correio Popular – 25/10/2015

 

LUGAR DE JOVEM É?

É junto com outros jovens que têm a mesma preocupação em desenvolver habilidades que possam utilizar para tornar o ambiente de trabalho mais colaborativo e dinâmico. Você se vê em um ambiente assim?

Na ABRH-Jovem, iniciativa da Regional que engloba Barueri e Alphaville, o grupo que começou a se encontrar em julho trabalha as competências para alcançar com solidez posições de liderança no cenário em constante transformação em que vivemos nos diferentes setores da economia, em empresas públicas, privadas e do terceiro setor.

Dentro dos desejos dos jovens, captados pelo estudo Empresa dos Sonhos dos Jovens, que apresentamos aqui na edição passada, 94% disseram que sairiam da empresa por conta de um gestor mal preparado. “Esse grupo é exatamente para fazer com que o jovem, que será alçado à posição de gestão, desde o momento em que começa a se destacar na empresa, já inclua práticas condizentes com o que se espera dele, tanto de conhecimento quanto de relacionamento”, explica Paulo Bastos, coordenador da ABRH-Jovem. “Nossas discussões envolvem a formação de equipes, a busca saudável por produtividade e resultados.”

Nos encontros, os participantes têm contato com empresários e executivos que talvez só tivessem no mercado de trabalho e a atual falta de vínculo, inclusive, derruba barreiras para que os mais tímidos possam perguntar e receber as informações diretamente daquele que, um dia, poderá assinar a contratação. José Henrique Ribeiro, sócio-diretor da rede Fran’s Café, responsável pela gestão de todo o processo da franqueadora, foi um dos que dividiu a experiência. Assim como Almiro dos Reis Neto, presidente da consultoria Franquality e da ABRH-SP. “Ter a possibilidade de compartilhar experiências, ideias, anseios e perspectivas de carreira com profissionais já destacados em suas empresas traz olhares externos transformadores e fundamentais para o momento que vivemos”, avalia Daniel Freire Lopes, coordenador de Operações na TV Globo e integrante do grupo.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 13/11/2015

TRABALHO TEMPORÁRIO NA CRISE: NÃO DESISTA!

 

Você aposta em dezembro com lojas cheias ou vazias? Para Fernando Calvet, presidente da Confederação Latino Americana de Trabalho Temporário e Terceirização de Serviços, “vamos ter uma queda de valores comercializados e não de itens vendidos. As pessoas não vão deixar de comprar, mas vão optar por produtos mais baratos”.

Fique atento, currículo na mão, e pesquise: com lojas mais cheias, segundo ele, pode ser necessário contratar de última hora e não vai dar muito tempo de treinar e selecionar. “Os temporários ajudam nos setores como pacote, estoque e na reposição de mercadorias, que tornam a vida do consumidor mais confortável”, relata. A qualidade desse serviço não é dispensável.

Fernando defende que, mesmo no momento difícil que estamos vivendo, “os empresários não podem deixar de acreditar e de investir. Quando eles recuam, tornam a crise ainda pior. O problema é que, por uma questão de cultura histórica dos brasileiros, as crises são ‘amenizadas’ com corte de mão de obra. É preciso ter bom senso. Se o empregador aposta no caos e tenta reduzir custos demais, pode prejudicar ainda mais o negócio”. 

Se pela análise do sindicato, a mão de obra é a primeira a ir para o sacrifício em tempos de crise, a bandeira da entidade, que defende leis menos rigorosas para as contratações, poderia ajudar muito nessa época. As palavras-chave são flexibilização e modernização.

Atualmente, a lei permite a contratação de temporários sem motivo justificado somente em dois casos: aumento comprovado de serviço e substituição do pessoal permanente. O sindicato quer mudar isso.

“A gente luta para incluir o jovem no trabalho temporário sem motivo. É bom para o empregador que não terá tantos custos e ótimo para o funcionário. Ele vai usar a oportunidade para conhecer a função, treinar, se capacitar. Se tivesse uma lei que facilitasse isso, hoje poderíamos ter outro cenário de contratações.”  

 

Enquanto isso não acontece, as dicas são: foco nas oportunidades, perseverança e preparar-se constantemente para entrevistas. “Se o candidato sabe quem ele é, o que ele quer e está pronto, certamente vai ter grandes chances de conseguir o que procura”, finaliza Fernando.

Outra observação importante: as vagas temporárias nem sempre vão para os bancos de empregos, principalmente quando o tempo para preencher é curto. Então, não dá pra ficar de olho só nos mecanismos online. Precisa mesmo bater perna. O velho cartaz na porta e distribuir contatos pessoalmente. Isso já mostra uma das características mais desejadas do mercado: iniciativa.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 13/11/2015

Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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