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Abertas inscrições para Grupos de Estudos da ABRH-SP Campinas

Associados podem participar gratuitamente

 

Desenvolvimento de Talentos, Carreira em RH, Atração e Retenção de Talentos, Coaching, Liderança, Relações Humanas em Vendas Corporativas, Remuneração, Relações Trabalhistas e Sindicais e, ainda, Programas de Estágio são os oito temas dos Grupos de Estudos da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos) de Campinas para este ano. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo e-mail regionalcampinas@abrhsp.org.br ou pelo telefone (19) 3294-3307. As vagas são limitadas e restritas aos associados.

Para dar início às atividades do ano, a Associação preparou uma solenidade oficial que será realizada em 3 de março, das 8h30 às 11h30, no campus 2 da FAJ (Faculdade Jaguariúna), com palestra da educadora mestre em Ciências da Comunicação e Neurociência Vera Martins.

“Para estudantes, profissionais de RH, gestores, consultores e coachs, o objetivo é proporcionar um ambiente de troca de informações e experiências, bem como possibilitar o estabelecimento de networking entre os participantes”, explica a diretora do Grupos de Estudos da ABRH-SP Campinas Ana Marchi.

Grupos

Com a volatilidade do mercado, há muitos desafios ao líder. E o que as empresas esperam do gestor da atualidade? “A liderança deve estar sempre pronta a impulsionar a performance, promover o engajamento do time, desenvolver novos talentos e ajudar a construir um futuro melhor”, explica a facilitadora do grupo de Liderança, Magaly Pastorello, psicóloga e coach. Durante os encontros, os integrantes discutirão como fazer isso no dia a dia intenso das corporações.

Já o grupo de Desenvolvimento de Talentos trata dos desafios das áreas de Treinamento, Desenvolvimento e Educação Corporativa. “Estudar as ferramentas, as métricas e os processos é o nosso objetivo”, conta a facilitadora da turma Cátia Haddad, que é mentora e coach.

O especialista em Marketing e coach Fernando Sarmento, de Relações Humanas em Vendas Corporativas, entende que a serenidade é a base para estabelecer relacionamentos confiáveis. “A nossa proposta é aperfeiçoar a capacidade de se relacionar, especialmente na competência, para vender soluções”, revela.

Para ajudar no alcance de metas na carreira e nas organizações, além de direcionar o desenvolvimento pessoal do participante, foi criado o grupo de Coaching, liderado por Bruno Riguete.

Em plena crise do mercado de trabalho, a turma de Atração e Retenção de Talentos, com a psicóloga, consultora e coach Rosana Martho, vai abordar estratégias e trocar informações sobre como manter e lapidar os talentos, entre os melhores profissionais.

Carreira em RH, liderado pelo mestre em Estratégia Empresarial Adriano Pedro Bom, é destinado a discutir as expectativas e perspectivas do setor, principalmente em cenários inconstantes, como o que teve início ano passado e impactou o perfil dos profissionais da área.

Liderado por Carlos Perches, psicólogo e coach, no grupo de Estratégia nas Relações Trabalhistas e Sindicais, o participante ficará por dentro, e terá oportunidade de discutir, as principais questões e desafios dos gestores de pessoas perante as legislações.

Rosângela Pereira, gerente regional do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola), é a facilitadora da turma de Programas de Estágios. Atualmente, estagiar é o primeiro passo para a carreira, por isso, saber selecionar, recrutar, gerenciar o programa e reconhecer um talento é fundamental. Neste grupo, o participante poderá criar estratégias e conhecer um pouco mais a fundo este mercado.

Prepare-se para falar muito em público

COLUNA MEDIAPOOL      Em um mundo compulsivamente midiático, nos tornamos mais e mais exigentes quanto a performances em público. Quem não se pega criticando um entrevistado que aparece no noticiário ou, mais silenciosamente, um colega de trabalho em meio a uma apresentação? Pior, se você está criticando não deve ser o único. Algo não está devidamente em seu lugar e é fácil perceber. Mas… E quando a vez de falar é a sua? Na visão do bilionário Richard Branson, saber falar em público é uma habilidade essencial para quem comanda um negócio. Recordando aqui o que ele disse à revista Entrepreneur, ano passado: “Se você está pensando em seguir uma carreira de empresário, você precisa se preparar para os dias em que se encontrará de frente para um grupo ou uma multidão, com um microfone na mão”. Para quem está pensando em seguir carreira executiva também. E o segredo, segundo ele, é muito treinamento. Quando começar? O RH, em geral, espera você estar quase lá no topo para investir em um rápido mídia training ou um workshop de oratória. Pouco, perto do que se investe em desenvolvimento das demais competências de liderança. Pense em todas as saias justas que poderia ter evitado, desde que era trainee, se tivesse se dedicado a desenvolver as técnicas necessárias para a performance em público. Aprender a comunicar é uma forma eficiente para acelerar resultados.  

A crise afetou o sonho de trabalhar fora?

Diferencial considerado desde o processo seletivo, muita gente já entra na empresa de olho na oportunidade de trabalhar na mesma organização, em outro país. A ABRH-SP conta pra você como anda esse vai e vem de talentos.

 

Andrea Massoud, da Living in Brasil, que desde 1993 cuida da transferência de talentos entre países, diz que precisamos começar fazendo uma diferenciação importante. “Há empresas consolidadas globalmente, tradicionais, que mantêm o mesmo benefício, ainda que o mundo tenha mudado. Mesmo para períodos de dois anos, por exemplo, oferecem a transferência da casa com container com móveis e utensílios da casa, uma prática custosa, mas que continuam a considerar válida. Também preveem a transferência da família, escola dos filhos e todo o necessário. Em áreas consideradas de risco, ainda adicionam um pacote de itens de segurança. No outro extremo, há as empresas jovens e com perfil despojado que, praticamente, enviam seus expatriados somente com seus pertences mais indispensáveis. Esses estão dispostos a viver em condições mais provisórias, em hotéis adaptados. Muitos não trazem família. Preferem visitar de tempos em tempos, mesmo que por um fim de semana ou feriado, e voltam ao país. Assim, mantêm a rotina dos parentes intacta no país de origem.” E como a crise no Brasil e a regra de enxugamento de custos afeta esses movimentos? “Nas mais conservadoras, há uma adaptação gradual dos benefícios, procurando manter a opção vantajosa para o funcionário.”

 

A diretora de RH da Adidas no Brasil, Claudia Meirelles, conta que foi feita uma reformulação na política de mobilidade em 2015, para que ficasse alinhada com o mercado e continuasse satisfazendo empresa e funcionário.“A Adidas acredita que o carrossel de talentos da organização é extremamente relevante para os nossos negócios globais. Desenvolver um time de funcionários que tenham um amplo conhecimento do nosso negócio e dos mercados que nós operamos é um diferencial competitivo.“

 

Claudia ressalta que a cultura é baseada em confiança, criatividade e colaboração, principalmente. “Acreditamos que nossos profissionais atuem dessa forma seja em momentos de bonança, seja em ambientes ambíguos ou em momentos de incertezas. Temos uma cultura propícia para a mobilidade internacional, portanto, nosso foco é sempre em buscar o melhor candidato para aquela posição e poder oferecer um carreira global.”

 

Andrea considera que ter uma formação globalizada é um facilitador para uma posição internacional. ”Antes,  as empresas tinham que preparar o profissional: dar até curso de inglês, preparar para as diferenças culturais. Hoje, o funcionário que já chega com os requisitos incorporados, que já se vê inserido nos hábitos de outros países, domina línguas, e tem mobilidade como valor, tem mais chance de alcançar essas posições”, conclui.

 

 Fonte: Folha de Alphaville – 12 de fevereiro de 2016

EMPREGABILIDADE: USE A FERRAMENTA CERTA

Quais as ferramentas que você precisa para manter-se empregado em qualquer cenário?

 

Quem responde pra gente é José Augusto Minarelli. O consultor e autor de um livro sobre o tema formatou um modelo com seis pilares importantes: adequação vocacional, competência profissional, idoneidade, saúde, reserva financeira e relacionamentos. “Cuidar da empregabilidade, hoje em dia, é a forma mais segura de um profissional ter espaço, segurança e longevidade no mercado de trabalho”.

 

Por empregabilidade se quer dizer o conjunto de habilidades, competências e conhecimentos que tornam o profissional capaz de atender às exigências do mercado. Então essa é a regra de ouro: não se acomodar e estar sempre informado sobre essas exigências para complementar a formação na direção certa. Essa pode ser a receita para uma promoção em tempos fartos e não ser dispensado em tempos difíceis. Pra ter mais chances agora, seu nível de empregabilidade tem que ser mais alto que o dos concorrentes, porque a disputa é grande e as empresas estão em vantagem. “Como elas têm a vaga, podem exigir mais e pagar menos. Os empregadores vão escolher quem se vende bem, quem tem brilho nos olhos e uma boa história”, orienta José Augusto.

 

E o que, exatamente, significa cada um dos seis pilares – na prática?Primeira pergunta: você trabalha em uma função que gosta, que está de acordo com suas aptidões, seus interesses e possibilidades? Se sim, o pilar da vocação está alinhado e, se a avaliação da empresa sobre você tem sido positiva, o da competência profissional também está preenchido. Em todas as posições tem que saber se comunicar, trabalhar em equipe, dominar a tecnologia e ser mais produtivo.

 

“Hoje as empresas produzem mais, com menos e mais rápido”, lembra José Augusto. Detalhe igualmente importante: se você mira em promoções precisa ir adquirindo as novas competências ao longo do caminho. E não espere que a empresa faça esse caminho por você. “Atualmente, é o profissional quem precisa tomar conta da sua carreira,”explica Fernando Lima, diretor da ABRH-SP.

 

O terceiro pilar, da idoneidade, requer uma atitude madura: ser transparente em todos os processos. “É o trabalhador que inspira confiança, tem boa reputação, entrega o que promete e cumpre os prazos”. E o que a saúde tem a ver com a empregabilidade? “Há situações inevitáveis, claro. Agora, o que você pode fazer para prevenir problemas? As empresas estão de olho em como você cuida de você mesmo. Valorizam práticas de bem-estar que, certamente, vão ajudar o funcionário a não sucumbir em momentos de alto estresse”, alerta o diretor da ABRH-SP. E nesse quesito também, Minarelli aponta para a necessidade de ter uma reserva financeira que dê segurança ao profissional para que possa transitar com mais tranquilidade, quando necessitar.

 

Último pilar a percorrer: os relacionamentos. Imediatamente você pensa no networking e não está errado. “Mas o que muita gente esquece é que ele começa no seu dia a dia, com colegas e subordinados. Uma boa convivência com cada um, compartilhando histórias e emoções, garante uma boa imagem e boas referências. A fama se espalha e, se não for adequada, atrapalha os demais esforços”, lembra Fernando.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 12 de fevereiro de 2016

ANO NOVO, VIDA NOVA: COM SAÚDE

COLUNA MEDIAPOOL:  Dr. ADRIANO SCAFF

 

 Você tem aquela dorzinha que incomoda, mas nem tanto, que te domina algumas vezes, você toma um analgésico e vai levando? A média de tempo que o brasileiro leva para buscar ajuda é de oito anos. E o que realmente acontece durante esse tempo que você não percebe?

O seu cérebro acostuma com esse impulso e passa a achar que essa dor persistente é parte do funcionamento do seu corpo e, mesmo quando o problema já foi resolvido, pode ser que ele continue a enviar e receber esses sinais. Ou seja, mesmo que de leve, você pode estar sofrendo sem necessidade. E dores crônicas, continuadas, como a enxaqueca e as de coluna, levam o indivíduo a manifestar sintomas como alterações nos padrões de sono, apetite e libido, manifestações de irritabilidade, alterações de energia, diminuição da capacidade de concentração, restrições de capacidade para as atividades familiares, profissionais e sociais.

O problema é tão sério que é a principal causa de procura por ambulatórios, e o SUS tem um projeto aprovado para instalação de centros específicos para dor crônica. Vamos começar a mudar essa realidade em casa? Nada de postergar, nem esperar agravar, cuide-se agora!

 

AGENDA

 

INSCREVA-SE NO CONARH 2016:

A edição do ano que vem traz um time de palestrantes inéditos, a começar pela abertura do congresso, com a presença confirmada de um dos empresários e publicitários mais festejados do país: Nizan Guanaes, sócio-fundador do Grupo ABC, holding composta de 14 empresas das áreas de Comunicação, Marketing e Entretenimento. Você terá ainda: Sala de Networking, conduzida por profissionais de RH que são referência no mundo corporativo; depoimentos sobre o que deu certo e o que deu errado em Gestão de Pessoas; e interação entre CEOs e heads de RH. Inscrições: www.conarh.com.br

 

Fonte: Folha de Alphaville – 08 de janeiro de 2016

 

AMBIENTE DE TRABALHO: CULTIVE UM NOVO OLHAR

 

Não precisa ser sonho de ano novo. Ter um ambiente agradável, com uma equipe unida e um gestor que saiba liderar o grupo, depende também de você.

Para inspirar a mudança, ouvimos o Great Place to Work, instituição que começou na década de 1980 a mapear, através de pesquisas, as melhores empresas para trabalhar. E, em todas, encontrou um denominador comum, que pode servir de termômetro para você.“As empresas têm que alinhar valores e equilíbrio de vida. Isso faz com que o funcionário queira permanecer na empresa. Se ele trabalha feliz, vai render muito mais”, explica a consultora para a região de Alphaville, Luise Freitas.

 

Responda as três perguntas: Você gosta de trabalhar aí porque tem orgulho do que faz? Você gosta dos colegas com quem trabalha (há colaboração e espírito de equipe)? Você confia nas pessoas para quem trabalha (posso confiar no meu chefe, ele me respeita e as decisões da empresa e do meu chefe são justas)?

 

Atualmente, 15 empresas da Região Metropolitana Oeste (composta por Barueri, Santana de Parnaíba, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco e Pirapora do Bom Jesus) (tirar vírgula) formam a lista das melhores. Elas conseguiram, pelo menos, 70% do índice de confiança dos seus empregados, que responderam voluntariamente à pesquisa e de forma anônima. Das melhores, McDonald’s em primeiro, Banco Bradesco em segundo, seguido de Consórcio Nacional Embracon e Odontoprev.

Iniciativas que deram certo? Uma delas, por exemplo, lançou um livro que foi escrito com a ajuda dos funcionários. Outra melhorou a comunicação nas áreas internas com a implementação de um template que avisa a todos sobre o que acontece na empresa – entre as informações, contratações, vagas em aberto e campanhas. E outra criou cartões-presente para aqueles que se destacam nas categorias “Agradecer, Elogiar e Parabenizar”.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 08/02/2016

Segundo Luise e o GPTW, “descobrimos que há cinco qualidades ocultas que aumentam o sucesso dos programas das melhores empresas: variedade, originalidade, abrangência, calor humano e integração com a cultura como um todo. Nos melhores ambientes de trabalho, algo acontece que transcende as políticas e as práticas. Não é apenas o que as empresas estão fazendo, é como seus líderes estão fazendo”.

 

Mas, lembrete da ABRH-SP: líder não trabalha sozinho, como você pode ajudar seu chefe a tornar esse ambiente melhor? Antes de tudo colabore. Mantenha essa atitude mesmo que não tenha sido acionado. Esteja pronto para buscar soluções e agir.

 

 Fonte: Folha de Alphaville – 08 de janeiro de 2016

 

O QUE O LÍDER PRECISA PARA VENCER EM 2016?

Como anda sua curiosidade? E sua capacidade de se adaptar a diferentes contextos rapidamente? Essas são duas características mais que necessárias para os líderes que querem ter sucesso a partir de 2016.

 

Recentemente, a PwC Survey entrevistou mais de mil CEOs no mundo que apontaram curiosidade e mente aberta como dois traços importantes em tempos críticos e desafiadores. Segundo o texto, publicado no site da Harvard Business Review e que dá boas-vindas a esse líder com sede de conhecimento, o papel do CEO será menos “ter todas as respostas” e mais “ter todas as perguntas”. Outra característica fundamental, principalmente em tempos de alta pressão, é a capacidade de olhar o cenário e reagir prontamente. “Os gestores, hoje em dia, têm que se adaptar de forma rápida e fazer com que as pessoas cheguem aos resultados esperados pela empresa. Têm sucesso os que conseguem mobilizar pessoas para isso. Ninguém constrói algo grande sozinho. Esse líder precisa saber conduzir a equipe, com visão e metas claras para buscar as mudanças necessárias para as organizações, no tempo certo”, explica João Marcelo Furlan, diretor da ABRH-SP e CEO da Enora Leaders, empresa referência em treinamentos corporativos no Brasil.

 

Quer um exemplo de agilidade para o líder? A crise mudou o mercado de vendas. Nesse caso é preciso mudar, imediatamente, o perfil da equipe que, além de vender, dedica-se agora ao acompanhamento do cliente.

Para ilustrar ainda, João Marcelo deu, como exemplo, mudanças na empresa em que trabalha. Ampliar o público é uma decisão estratégica: “Hoje nós lançamos produtos como livros, plataformas e cursos a distância que dão autonomia para que cada um possa tomar as rédeas do seu desenvolvimento. Isso porque, com a recessão, as empresas tendem a investir menos na qualificação dos seus funcionários “.

 

Na metodologia de João Marcelo, este líder que toma decisões rapidamente tem uma qualidade: é adaptÁgil. “Ele tem um alto índice de Inteligência Emocional, pois precisa saber perceber o outro e perceber o ambiente. Ele tem que conseguir inspirar as pessoas, mobilizar e motivar. Se as pessoas estão desanimadas, elas não vão produzir.”

 

O líder tem ainda que se adaptar a pessoas diferentes. E, nesse ponto, a curiosidade, em saber como é o outro, em conviver de forma atenta, une as conclusões apresentadas aqui. Como saber que algumas pessoas precisam sair da rotina e outras não? Observação e perguntas certas nas horas certas.

E o que mais não pode faltar? “Os líderes devem ser perseverantes e aguentar as pressões. Têm que saber superar os obstáculos em prol do que a empresa busca a longo e médio prazo. É fundamental manter o otimismo para incentivar as pessoas a construir um país melhor com oportunidades para todos”, conclui João Marcelo.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 08 de janeiro de 2016

Como você lida com a pressão?

 

Coluna MediaPool: Como você lida com a pressão?

 

Essa que deveria ser a primeira pergunta em qualquer entrevista de trabalho  se torna indispensável quando estamos imersos em um cenário de crise e especulação. Claro que essa competência parece ser necessária apenas quando você é líder, mas, na prática, ela é fundamental, sempre. No chão de fábrica ou no escritório, todos somos grandes influenciadores. E essa percepção é dever de casa para quem está à frente de processos de transformação, com a necessidade de gerar resultados rapidamente. Se o colega é amigo, se o colega é só colega, não importa. Importa é que seu comentário diz muito sobre você e quando ele é feito dentro da panela de pressão, na corrida por menos demissões, por mais qualidade, por vendas e clientes, ele precisa ser consciente.

E para ser colocado na caixinha da alta performance precisa somar. Somar não quer dizer concordar à la cordeirinho. Somar significa também e inclusive trazer novas informações para ampliar a visão e possibilidade – com foco. E voltando ao critério alta performance: essa precisa ser uma constante. E não uma participação eventual. Essa é a postura do executivo e de quem quer ser executivo um dia. Portanto, voltando ao princípio: como você lida com a pressão? Pula no caldeirão e se deixa ir no movimento? Ou pula e encontra a direção mais efetiva? Faz esse dever de casa e me conta. luizcomar@hotmail.com

 

Fonte: Folha de Alphaville – 29/01/2016

Networking com relacionamentos de qualidade

O NETWORKING PRECISA DE RELACIONAMENTOS DE QUALIDADE

 

Como aproveitar melhor os encontros entre profissionais que têm muita informação importante para sua carreira e negócio? O primeiro desafio é da abordagem. E, mesmo quando bem-sucedida, vem a segunda parte da tarefa: como manter e aprofundar esse relacionamento?

 

Mário Faccioni Júnior, novo diretor da Metropolitana Oeste, conta que viu isso acontecer inúmeras vezes e resolveu enfatizar ainda mais o trabalho de aproximação que a Associação tem entre os que participam das atividades: “Neste ano, vamos ter um calendário cheio. Muitos encontros em que as oportunidades reais de trocar conhecimento se multiplicam. A dinâmica para que esses contatos se efetivem tem muito espaço, já que, entre associados e convidados, há sempre profissionais que frequentam efetivamente os encontros e que estabelecem conversas produtivas, inspiradas nos temas debatidos ou mesmo dentro de um cenário mais amplo, que envolve reflexos da economia e de rumos empresariais. Com esse convívio, os contatos se fortalecem”.

 

Mário destaca que o foco em Gente é fundamental: “Não basta se apresentar, nome, empresa, formação e querer trocar cartão. É importante ser sutil e aproveitar aquele momento-chave para começar uma conversa e para isso pense sobre o que você tem a oferecer, não apenas o que você quer ganhar. Entre os mais comuns estão o conhecido ‘papo de elevador´, algum comentário em comum que envolva as duas pessoas, um negócio, uma notícia importante do meio. Qualquer coisa que facilite e abra a porta para a primeira conversa. Descobrir preferências auxilia a criar empatia. A informação pode não servir na prática, mas quantas vezes você já puxou do fundo da gaveta um dado que parecia perfumaria e acabou se transformando em preciosidade na negociação?”

 

Para ele, essa recorrência dos encontros permite que a troca flua com mais naturalidade. “Temos atividades com um número de vagas interessante para promover uma percepção sólida do grupo. Sempre há um tempo reservado para troca de experiências, na chegada, na saída e durante o evento. Mesmo em palestras, as participações da plateia nos debates abertos são um marco. Essa rede de contatos que você forma, com laços fortes, é uma fonte de apoio mútuo para diferentes momentos da carreira. Sentir-se realmente abraçado é bem diferente de só aquela troca de cartões que acontece no piloto automático. E é esse clima de proximidade, construído, é que estamos fomentando na ABRH-SP.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 29/01/2016

QUEM SÃO OS PRÓXIMOS LÍDERES?

 

Só 20% dos jovens visam uma posição de liderança em grandes organizações. Esse é um dos resultados que a pesquisa da Forbes revelou sobre milleniuns. Mas entre os que responderam à enquete, entre eles brasileiros, 50% já estão em posição de liderança e precisam acelerar competências.

Com esse propósito, jovens se encontram no Grupo de Estudos da ABRH-SP, aqui em Alphaville, sobre o líder coach. “Nosso trabalho é ajudar a identificar o perfil desse novo estilo de liderança”, explica Lucas de Sá, assistente de Diretoria da Azul Linhas Aéreas Brasileira.

 

“A equipe acredita que é o melhor tipo de gestão, pois um líder coach está sempre perto de sua equipe. Fortalece o relacionamento e constantemente dá retorno aos seus colaboradores. As atitudes desse líder devem ser um exemplo para todos. Ele é ético, flexível, aberto a mudanças e focado em resultados. Tudo o que o mercado precisa e espera de um gestor”, resume Lucas.

 

Encontrar e desenvolver talentos é também uma preocupação do grupo de Assessment, comandado por Alexandre Ribas, presidente da TTI Success Insights Brasil, consultoria de gerenciamento. Entre os conteúdos amadurecidos na troca mensal entre os profissionais, os focos estão em perfil comportamental e inteligência emocional. “O mercado e a literatura são carentes desse conhecimento e as ferramentas para avaliar o candidato estão se tornando cada vez mais comuns e relevantes para as empresas. Os gestores, consultores e profissionais de RH precisam saber como colocar a pessoa certa no lugar certo e fazer com que ela produza mais com menos. No momento em que estamos não temos tempo para errar. Conhecer muito bem candidatos e colaboradores gera uma vantagem competitiva. As ferramentas de assessment bem utilizadas identificam o potencial e as competências já desenvolvidas e a desenvolver. E isso vai ajudar os gestores a tomarem decisões mais embasadas na hora de contratar ou de promover”, avalia Alexandre.

 

Enquanto a melhor oportunidade não surge, o que você pode fazer para se preparar? A ABRH-SP tem Grupos de Estudos por áreas. Você pode escolher e participar. Outras opções? Anote 5 formas de crescer mais rapidamente na carreira:

– Ser voluntário em organizações sem fins lucrativos pode ajudar a desenvolver habilidades e competências.

-Absorva o conhecimento de outros: saiba pesquisar, ler, escutar dicas que serão importantes para desenvolver o raciocínio voltado às práticas.

– Estude a cultura da empresa em que trabalha e/ou vai se candidatar e tire os valores do papel. O que você pode fazer para transformá-los em ações diárias?

– Identifique diferentes áreas em que você pode colaborar com conhecimentos úteis e prepare sua proposta antes de apresentá-la.

– Ofereça ajuda. Proatividade é palavra de ordem.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 29/01/2016

MULHERES: 2015 PASSOU E MUITO PRECISA MUDAR

De acordo com dados da PNAD divulgados recentemente, as mulheres brasileiras recebem, em média, 74,5% do rendimento dos homens. Esse número evoluiu muito pouco em relação à pesquisa anterior. Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, falou com a reportagem sobre os obstáculos que ainda precisam ser vencidos.

 

“As empresas têm de atuar para que seja quebrado o “teto de vidro”, corrigindo a desigualdade salarial, apoiando as mulheres para ascensão profissional, criando ambientes e mecanismos inclusivos para que as trabalhadoras não tenham de fazer a dura opção entre vida pessoal e profissional. A ONU Mulheres e o Pacto Global desenvolveram a plataforma “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, composta por sete passos que as empresas têm de dar para promover mudanças exitosas dentro das corporações e influenciar positivamente cadeia de fornecimento, setor de negócio e comunidade. É importante que as empresas entendam que a igualdade de gênero e raça é boa para os negócios e para a sociedade.

 

No Brasil, as mulheres têm mais anos de estudo do que os homens, mas ainda são menos remuneradas. Para as mulheres negras, a situação se torna mais perversa: apenas 0,5% nas posições executivas. Isso é um escândalo. E ainda recaem sobre as mulheres os cuidados com filhas e filhos, pessoas idosas e enfermas, além de toda a administração da vida doméstica. No mundo, a participação política alcança 25% e, no Brasil, as parlamentares são 11% do Congresso Nacional.

A liderança de Recursos Humanos é chave para a agenda de atração, retenção e promoção de pessoas, enfim gestão de pessoas e transformação cultural e de competências da liderança. 

 É por meio do diálogo com lideranças industriais, oficinas para sensibilizar gestoras e gestores de RH que a ABRH-SP pode colaborar para que a igualdade de gênero e raça seja uma realidade no Brasil em quinze anos.

 

Qual o balanço do movimento HeForShe no Brasil?

 

NG O Brasil conta com 19 mil adesões, 4% do total das adesões mundiais que hoje somam 504 mil. Os homens brasileiros estão assumindo posição pública em defesa dos direitos de mulheres e meninas e refletindo sobre o próprio papel. Empresários e dirigentes de empresas, artistas, jogadores de futebol, torcidas, políticos, caminhoneiros, cidadãos comuns estão entendendo que precisam fazer parte da mudança que o mundo precisa.

Salvar & Fechar

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18 de dezembro de 2015 

QUER SOBRESSAIR? APOSTE EM ATITUDES POSITIVAS

Mercado nervoso, economia instável, é fácil chegar no trabalho com o peso de ter que encontrar resultados imediatos a todo custo. Mas como buscar o melhor dos dois mundos?

 

Primeira atitude positiva é olhar para as notícias com neutralidade. Separar o que delas influencia e é útil para o seu trabalho. Os jovens da RHJunior Consultoria, ligada à FGV, enfrentam seus primeiros clientes com características próprias da geração Millenium e que podemos ampliar como sugestão para todas as idades.

Deixar de lado a competitividade excessiva é outra atitude importante. É hora de colaborar mesmo. Um ambiente em que todos querem ser mais que o outro não costuma ser realmente produtivo..”Ser amigo e estar presente e alerta para os problemas do cotidiano mostra parceria e dedicação e, com isso, fica mais fácil resolver problemas em equipe,” comenta Amanda Carolina Ferreira, diretora de marketing da empresa júnior.

Amanda diz que um momento que é fundamental olhar para o que está adiante e saber ouvir ao receber um feedback. “ Quando é chamado a atenção, publicamente ou em um feedback formal, é preciso ouvir, refletir sobre a falha e rever a forma de fazer.” Manter-se flexível constrói um diferencial na carreira.

Ponto nevrálgico é manter-se dentro da cultura da empresa e separar as práticas: “Você sabe qual o código de comportamento demandado pela empresa? Então não se baseie pelo que os colegas fazem de diferente. Se eles chegam atrasados ou não são fiéis aos prazos de entrega, não quer dizer que deva agir assim.”

O engajamento com a cultura precisa acontecer de forma natural: “os valores da empresa precisam ser os seus, para que não haja nenhum conflito importante entre o que se espera e como se age. Claro que sempre há uma adaptação, mas se os valores são totalmente diferentes, melhor rever

“Critério de muitos processos seletivos e definitivamente um dos mais observados, a proatividade é uma demanda universal”, lembra Amanda. Só que a definição de proatividade nem sempre é bem interpretada. “Precisa estar inserida no contexto da atividade. Antecipar o combinado e solucionar, com compartilhamento, para que o fruto dessa atitude esteja alinhado com a estratégia”.

O que mais as empresas esperam de você? Presença física e mental.” Hoje as distrações estão a dois cliques de nós. Quando vemos já desfocamos. Saber voltar para a tarefa e leva-la até o fim é uma qualidade observada,” explica a jovem.

Para terminar e mais que relevante: estar de olho na redução de custos ao seu alcance. Evitar horas extras desnecessárias e pequenos gastos da economia de papel na impressora à luz que larga acessa ao terminar o expediente. Cada pequeno gesto conta.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18 de dezembro de 2015

QUER OBTER CONTEÚDO DE QUALIDADE COM INFORMAÇÃO ATUAL?