Comunicação Interna nas empresas tem papel estratégico e reforça a cultura organizacional

A Comunicação Interna se posiciona como um vetor estratégico nas empresas. Nas transformações, que segundo a ABRH-SP refletem uma mudança de mentalidade, um ponto em especial merece atenção dos profissionais da área. Antes de definir o que comunicar, as organizações têm colocado como prioridade o engajamento, a motivação das equipes e o reforço da cultura organizacional no dia a dia do trabalho.

Pelo menos três estratégias devem se intensificar para atender às demandas da área. Uma delas é a comunicação direcionada ao comportamento. A segunda prevê a unificação de canais. A terceira se vale da inteligência artificial para automatizar tarefas operacionais.

A comunicação orientada ao comportamento foca menos em métricas de visualização e mais na frequência das atitudes das equipes alinhadas aos propósitos do negócio. Na unificação de canais, as experiências passam a ser mais integradas, com jornadas mais claras e com menor ruído de informação. O uso da IA, por sua vez, é um ganho de tempo para que os times ampliem sua capacidade analítica.

Ao longo dos anos, as equipes de Comunicação Interna vêm constatando que o valor da mensagem, sempre alinhada à estratégia do negócio, precisa agregar, entre outros pontos, a capacidade de gerar decisões, orientar prioridades e promover segurança emocional e bem-estar.

Se no passado o trabalho da área era focado essencialmente em informações e campanhas pontuais, hoje o engajamento das equipes se consolida em uma comunicação clara, frequente e dedicada à interação dos colaboradores.

Em 2026, dados, plataformas e inteligência artificial se mostram como recursos imprescindíveis à Comunicação Interna. Da mesma forma, ressalta a ABRH-SP, encontros presenciais entre equipes e lideranças são fundamentais e altamente estratégicos.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (19, janeiro de 2026)