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Férias escolares que não coincidem com o recesso de trabalho dos pais: o que fazer?

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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Redes sociais: janelas de visibilidade e oportunidades

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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Análise Transacional

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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CHRO Fórum Summit, promovido pela ABRH-SP, reuniu lideranças de grandes empresas do Brasil

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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Trabalho flexível: entre as necessidades de empresas e colaboradores e a legislação

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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ABRH-SP dedica o mês de abril à conscientização sobre o autismo

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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A visão e ação sistêmicas nos convidam a ir além do óbvio

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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Como a psicologia positiva pode contribuir para o sentido e propósito do trabalho

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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A área da Felicidade e a Psicologia Positiva Dentro das Organizações

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Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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ABRH-SP divulga os dados da pesquisa ‘O Cenário do RH no Brasil’, realização da ABRH Brasil e Umanni

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Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

ABRH-SP conecta seus associados por meio de canal no WhatsApp

Viagens mais longas em família, passeios e atividades que surgem como uma trégua no dia a dia do trabalho. Para os profissionais que conseguem coordenar seus períodos de férias com o recesso escolar dos filhos, esta é uma realidade prazerosa. No entanto, quem vai permanecer o mês de julho às voltas com as demandas do escritório tem um desafio a mais neste período, que é o de proporcionar dias divertidos e proveitosos para as crianças e os adolescentes.

Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

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Empatia muda o mundo!

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Nem sempre é possível combinar as férias escolares com as de trabalho. Nesta situação, em que crianças e jovens em casa demandam descanso e lazer, uma das alternativas, segundo Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP, é aproveitar as atividades que as cidades programam para este período. Visitas a parques, para reconexão com a natureza, a museus e a outros lugares agradáveis são algumas opções. “Muitos eventos são gratuitos e representam oportunidades para sair das telas do celular, do tablet, do notebook”, diz.

Quando o profissional está trabalhando e os filhos em férias, uma possibilidade apontada por Roberta é contar com grupos de apoio. “De fato, quando não existe uma rede apoio mapeada e estruturada com avós, tios, vizinhos, comunidade escolar, fica ainda mais difícil”, ressalta Ana Flávia Gomes de Sá, gerente executiva da ABRH-SP, que completa: “Hoje, a melhor saída acaba sendo mapear as opções existentes, viáveis, seguras e condizentes com a situação financeira da família para planejar as férias, semana a semana.”

Quem trabalha em home office tem uma opção a mais, que é levar o escritório para um local que seja mais interessante para as crianças. “Mas é muito importante organizar a rotina profissional para que todos aproveitem ao máximo”, afirma Roberta Barbosa.

Ana Flávia concorda que o home office ajuda, mas não resolve totalmente. “As agendas externas continuam e as reuniões on-line também. A depender da idade da criança, fica impraticável passar pelas férias escolares sem um apoio extra.”

Organizar o mês de férias escolares, mesclando atividades recreativas e esportivas acompanhadas pela rede de apoio e uma curta temporada na casa dos avós, por exemplo, também é uma opção. “Além de fortalecer o vínculo familiar e proporcionar momentos únicos e de qualidade entre netos e avós, esta é uma possibilidade de aproveitar as férias de forma mais tranquila, sem maiores ansiedade e preocupações também para o profissional que deixa a criança ou o jovem aos cuidados de familiares enquanto está trabalhando”, conclui Ana Flávia Gomes de Sá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (01 de Julho de 2024)

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