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RH é protagonista na gestão da MetLife

Recentemente, a MetLife entrou para o time de patrocinadores de gestão da ABRH-SP. Os motivos que levaram a empresa a apoiar a entidade e seus desafios no contexto atual do Brasil são o tema desta entrevista com o presidente da MetLife no Brasil, Raphael de Carvalho. GP – Qual a importância da área de RH para a MetLife? RC – A área de Recursos Humanos é protagonista na gestão da MetLife. É o motor da organização para atração de talentos, formação de líderes e fortalecimento da cultura organizacional. Especialmente em momentos desafiadores, como o que vivemos, reforça o engajamento das equipes, ajuda no controle eficiente de gastos e desenvolvimento de programas que aumentam a produtividade dos colaboradores. Criar um time forte, engajado e produtivo é o primeiro passo para atingir bons resultados. Vale lembrar que a empresa é feita de pessoas, e ter um RH atuante olhando esse aspecto é decisivo na estratégia da organização. Do ponto de vista de negócio, sendo a MetLife uma fornecedora de benefícios para funcionários, o alinhamento com a área de RH de nossos clientes é fundamental para que possamos desempenhar nossa missão. Seja nos ajudando a entender as necessidades da empresa ou nos desafiando a desenvolver produtos mais aderentes às necessidades de cada funcionário, a área de RH é fundamental em nossa atuação. GP – Como a empresa espera contribuir com a área de RH por meio da parceria com a ABRH-SP? RC – A ABRH-SP é um dos mais relevantes fóruns de discussão do setor e a parceria nos ajudará a cumprir nossa missão de promover e discutir as melhores práticas para a gestão de pessoas a partir dos benefícios corporativos. Isso se dará principalmente por meio da participação em eventos e debates que discutam essa temática e ações que suportem os profissionais de RH no engajamento dos colaboradores para o sucesso das empresas. Como líderes globais em benefícios para funcionários, podemos contribuir muito com o profissional de RH trazendo à mesa dados e pesquisas que desenvolvemos para entender melhor o futuro do trabalho e como as empresas podem se preparar para lidar com os crescentes desafios relativos à atração e retenção de pessoas.   GP – Quais são os principais desafios das áreas de atuação da MetLife no contexto econômico atual do Brasil? RC – O Brasil vive um momento desafiador e não há setores imunes a essa realidade. Fatores como maior índice de desemprego e menor crescimento econômico impactam diretamente o mercado de seguros. Ao mesmo tempo abrem-se novas oportunidades. Em momentos como os atuais, há maior sensibilização para a importância de estar protegido. E, no fim das contas, esse é o negócio da MetLife, proteger as pessoas. Somos uma das maiores seguradoras do Brasil no segmento de benefícios para funcionários, com forte atuação no universo corporativo. Nossos clientes entendem que esses benefícios – seguro de vida, previdência privada complementar e planos odontológicos – são investimentos de médio e longo prazo alinhados à estratégia de talentos da companhia.   GP – Estão previstos novos investimentos ou lançamentos de produtos no Brasil? RC – Temos um relacionamento de longo prazo com o Brasil, onde estamos desde 1999. Buscamos ampliar ainda mais nossa presença no segmento corporativo com a conquista de novas contas e atuando junto com o RH para promover a cultura do seguro, previdência e de saúde bucal para os funcionários das organizações. Hoje temos mais de 30 mil clientes corporativos e uma atuação forte junto a grandes empresas. Contudo, nos últimos anos, temos desenvolvido soluções especiais para o mercado de PME (pequenas e médias empresas), que muitas vezes têm uma estrutura de RH mais enxuta e precisam de mais apoio na tomada de decisão sobre benefícios, além de produtos de fácil contratação e administração. Para este ano, temos novos produtos como o MetLife Dental PME que confere atendimento nacional, além de facilitar a modalidade de contratação considerando que a empresa pode contar com a coparticipação dos funcionários no pagamento do plano.   Fonte: O Estado de São Paulo, 7 de Maio de 2017

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