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O papel de RH no mundo em transformação

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Coordenador do Fórum, Vicente Teixeira diz que os feedbacks que recebeu consideraram o evento um sucesso pelos temas apresentados, o público participante e a discussão qualificada. “Estamos preparando um documento sobre as conclusões para compartilhar com a comunidade de RH”, acrescentou.

O evento começou traçando um cenário do momento atual do país. A tarefa ficou a cargo de Ricardo W. Caldas, diretor do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília, e Martus Tavares, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Bunge Brasil. Caldas alertou para o fato de que o desemprego vai continuar a crescer e até a piorar em 2017, principalmente porque existe um gap entre as decisões de investimento e as contrações.

Já Tavares disse que a expectativa do mercado financeiro é diferente de quem está nas empresas. “O mercado financeiro mais otimista anda na frente. O empresário vive o lado real da economia. Ele não faz uma aplicação e entra e sai do negócio rapidamente. Essa confiança que a gente escuta do lado financeiro não é unânime no mercado em geral. Todos os empreendedores são mais cautelosos.”

Com a moderação da jornalista Maria Tereza Gomes, fundadora da Jabuticaba Conteúdo, os executivos de Recursos Humanos Alessandra da Costa Morrison (Hering), Marcelo Arantes (Braskem) e Guilherme Cavalieri (Serasa Experian) abordaram a atuação do RH nesse cenário de rupturas. Arantes dividiu sua experiência em gestão de gente em períodos de dificuldade. Também diretor executivo da ABRH-SP, Cavalieri destacou que, mesmo nesse momento de crise, a Serasa não abriu mão de investimentos em ações de RH. O mesmo fez a Hering, segundo Alessandra.

Presidentes

O fórum teve ainda um painel com a participação de presidentes de empresas. José Carlos Grubisich, presidente da Eldorado Brasil Celulose e Papel, e Edival Santos, presidente da MSD – Saúde Animal, falaram de dois setores em crescimento que não foram tão atingidos pela crise, mas alertaram para a importância de as empresas terem a capacidade de mudar e serem flexíveis em um mundo sem certezas absolutas e muito volátil. José Pedro Lins, sócio-fundador da consultoria FIX-CS Competitividade Sustentável, mentor e conselheiro do CEOlab, foi o moderador do painel.

Presidente do EMDOC, João Marques da Fonseca falou sobre o cenário de profissionais estrangeiros no Brasil e brasileiros no exterior. Segundo ele, nosso país não tem conseguido reter seus talentos e é fechado para atrair talentos de fora.

O encerramento do evento ficou por conta de Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, com o tema Desafios do “Everest Corporativo” e as competências críticas do RH em tempos de crise. Theunis comentou os impactos que as mudanças tecnológicas terão nas vidas das pessoas e enumerou os temas que continuam sendo importantes na gestão de Recursos Humanos, como política de saúde, novas formas de trabalho e o empoderamento feminino nas empresas.

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