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O tipo de líder que as empresas brasileiras precisam

Precisamos noSem Título-2s libertar de mitos sobre a liderança que empobrecem nossa forma de pensar. Vamos combinar que liderança não é cargo nem posição social, que ninguém nasce líder mas, sim, aprende a sê-lo, que liderança também não é sinônimo de carisma, extroversão ou simpatia, que o líder competente não é quem forma seguidores, mas, sim, desenvolve outros líderes. De uma vez por todas, o perfil ideal de líder reside na capacidade de cada um potencializar suas qualidades, mitigar os pontos fracos e lidar bem com as diferentes circunstâncias.
E quais são, então, as competências do líder desejado pelas empresas no momento atual do Brasil?

Esse novo líder se diferencia pela capacidade de construir causas, propósito e significado em vez de apenas oferecer empregos e cobrar metas; por ser integrador, um construtor de pontes em vez de paredes; por surpreender fazendo mais que o combinado em vez de apenas “bater metas”; e por inspirar pelos valores, em vez de se fiar na hierarquia ou no carisma – um líder inspirador forma outros líderes e não apenas seguidores.

O mercado também exige líderes que tenham maestria não “apenas” na tradicional gestão de pessoas, mas também em outros eixos de competência: (1) gestão de resultados geradores de valor; (2) gestão de clientes; (3) gestão de parceiros; (4) gestão de processos e sistemas e da cultura organizacional; e, por que não dizer, (5) na autogestão, porque decifrar-se talvez seja o mais complexo enigma do líder inspirador.

Quanto ao papel do profissional de RH nesse processo, sua mais relevante missão é contribuir no intangível que se tornou o diferencial decisivo para o sucesso das empresas: o Capital Liderança.

 

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