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O QUE AS EMPRESAS ESTÃO FAZENDO PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE?

Levar seu filho para um intercâmbio no exterior é uma das propostas

Consenso entre líderes e equipes, a principal dificuldade é determinar claramente quais os critérios de medição da produtividade individual. O clima organizacional é o que impacta mais a produtividade nas empresas. A forma que temos para garantir isso é que os nossos líderes estejam bem preparados e valorizem os colaboradores”, afirma Simone Sá, Gerente de RH Corporativo para América do Sul do Grupo Freudenberg, que tem seis empresas e uma joint-venture no Brasil.

Se, por um lado, desenvolver cada líder é fundamental, por outro, espera-se flexibilidade do colaborador para que embarque em vivências de crescimento. Nas multinacionais a troca de profissionais entre as unidades de negócios e as políticas de expatriação são formas de equiparação com outros mercados. Saber o que é preciso para concorrer a essas vagas e direcionar a energia na medida certa para atitudes no dia a dia podem ser determinantes.

Simone Sá lembra, ainda, que os benefícios para incentivo à produtividade podem se estender à família. É o caso do programa “Tanner –Travel and Navigate New Exciting Roads”, que quer dizer, em português: viajar e navegar por novos e emocionantes caminhos. Através dele, adolescentes da família do funcionário são levados para conhecer outros países e outras culturas. “Esse programa foi desenvolvido como um presente para os colaboradores porque um dos nossos valores são as pessoas. Uma pessoa é muito mais que um colaborador! A família faz parte da pessoa”.

Uma das primeiras adolescentes que participou do Tanner, quando tinha apenas 15 anos, foi a engenheira metalúrgica Juliana Cardoso de Matos, filha de um gerente de mercado que ainda trabalha no grupo. “Hoje ela é nossa colaboradora. Foi expatriada para os EUA, ano passado!” empolga-se Sá.

Mesmo de longe, Matos faz questão de declarar: “Essa experiência, com toda a certeza, foi muito importante. Contribuiu para eu perceber que a minha vida e a minha carreira não precisavam ser limitadas ao país onde eu nasci”. Passar algumas semanas na Alemanha despertou a curiosidade de conhecer lugares diferentes e na opinião de Sá, fez ainda mais: “O colaborador se sente valorizado e a empresa aumenta o vínculo com ele!”

Sua empresa ainda não tem um programa de incentivo à produtividade? “Crie o seu e lembre-se de que você precisa ser o primeiro a avaliar suas conquistas. O primeiro passo é conversar com o superior e deixar bem claro quais as metas e ritmos. O segundo é organizar-se para alcançá-las. Trace as etapas no papel e reavalie constantemente o caminho. Ser maleável é fundamental para não ficar preso a ideias que não funcionaram. E, finalmente, persista diariamente, comemorando cada pequena etapa alcançada”, explica Fernando Carvalho, diretor da ABRH-SP Metropolitana Oeste.

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