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COLUNA MEDIAPOOL

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Só que muitos colegas de trabalho partem desse princípio e, pior: a reação é contagiosa. Pode servir de exemplo para outros que, antes, não se ofendiam quando simplesmente o líder pergunta: E aí, tudo bem?  Estabelecer diálogo efetivo entre líderes e equipes, entre colegas, com clientes, é a habilidade mais valorizada no mercado de trabalho. E a boa notícia é que pode ser aprendida e ensinada.

São muitos os comportamentos que impedem uma troca efetiva. Vamos resumir alguns aqui que, segundo George Kohlrieser – professor of Leadership and Organizational Behavior –, em artigo publicado por Daniel Goleman, são determinantes e, cá entre nós, fáceis de serem observados: se um dos lados está passivo, não há interação real. Faça contato visual e esqueça o telefone. Planeje suas palavras com cuidado. Pense em como ela vai reverberar no outro e cada outro é um. Afinal, o jeito de perguntar pode ofender, de que jeito aquele outro se sente mais confortável? Que abordagens funcionam melhor – com ele.

Finalmente, na conversa, evite o excesso de detalhes. Liste quais os que realmente importam para aquela plateia e comunique de forma concisa, mas se mantenha – realmente – aberto a perguntas. O que é ser conciso? Quatro frases. Esse é o máximo que as pessoas conseguem prestar atenção. Aliás, essa é uma ótima regra para agilizar reuniões. 

 

Fonte: Folha de Alphaville – 28/08/2015

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