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COMO MOBILIZAR EQUIPES PELO BEM-ESTAR

EXEMPLOS PARA MOBILIZAR EQUIPES PELO BEM-ESTAR

 

Mudar a maneira de pensar o mundo pode ser um bom começo para gerar um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. A internacional Adidas e a brasileiríssima Metadados colocam na rotina dos colaboradores práticas de bem-estar que vão além da cultura interna e se incorporam no cotidiano de famílias.

 

Que o cachorro é o melhor amigo do homem todo mundo já sabe, mas como ele pode virar o melhor amigo de equipes inteiras de trabalho foi o que a Adidas percebeu ao vê-lo eleito como mascote do All in Life, programa de qualidade de vida da empresa. “Somos uma marca movida à paixão. Paixão pelo esporte e estilo de vida, queremos garantir que nossos colaboradores alcancem seu potencial, com qualidade de vida”, explica Lucia Gordon, responsável técnica de RH da empresa, que esteve no último +Café&+Gestão para mostrar aos participantes todos os pilares desse trabalho, que vem sendo desenvolvido no Brasil, com o auxílio de Ace, o mascote: “Isso ajuda a dar diversão e popularidade ao programa e dar mais atenção para os assuntos levantados no projeto.”

Entre as ações em andamento, o Medida Certa, em que três funcionários foram sorteados para fazer o programa de emagrecimento com Márcio Atalla. Dentro do pitch que “o esporte é que nos move”, a empresa aplica em casa o que propõe para consumidores. Fez, por exemplo, parcerias com academia “quanto mais o colaborador frequenta, maior é o desconto. Tem também acordos com restaurantes e uso de quadra de futebol – até pelas mulheres”, ressalta Lucia.

A preocupação com o combate ao estresse foi o que inspirou o programa da Metadados. Gustavo Casarotto, diretor de produto e inovação da empresa, lembrou que, segundo o American Institute of Stress, os efeitos sobre a produtividade são de 70% e 30% com chance de evoluir para a síndrome de Burnout. “Não precisa ir longe, nos últimos meses, numa pesquisa informal com as empresas da região de Caxias do Sul, onde fica nossa sede, quadriplicaram as internações nos ambulatórios, efeito da crise e das demissões”, situa Casarotto.

Ele levanta o paradigma do sucesso e da acumulação como o que define as atitudes nos ambientes de trabalho. “Nós mudamos. Passamos a nos orientar na empresa pelo paradigma do cuidado. Ter um gerente que mete o pé no acelerador, mas as custas de quê? Não do outro. Precisa servir as pessoas. Se a pessoa cuidar de si mesma, cuidará do outro e todos cuidarão dos seus clientes.”

Entre as novas práticas, implementadas para os 120 funcionários, oito técnicas de respiração e atenção plena e a disponibilização de três chás por dia: um calmante, um energético e outro neutro, analgésico, para que possa harmonizar com o que o colaborar está sentindo que precisa.”  Quer motivos para achar soluções como essas? Ele conclui: “pessoas felizes são 31% mais produtivas, vendem 37% mais e são 3 vezes mais criativas”.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 04/09/2015

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