Ações no Novembro Azul fortalecem a cultura de cuidado e bem-estar nas empresas 

Com a proposta de conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, a campanha Novembro Azul é um dos pilares da cultura organizacional focada na saúde dos colaboradores. “A partir de iniciativas que estimulam o autocuidado masculino e a realização de exames preventivos, a área de Recursos Humanos das empresas tem no Novembro Azul a oportunidade de fortalecer uma cultura de cuidado e bem-estar”, afirma Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Tipo de câncer mais incidente entre os homens, com exceção dos tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata corresponde a 30,5% dos diagnósticos no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), entre 2026 e 2028 são estimados 77.920 novos casos da doença a cada ano.

Ações de facilitam o acesso à informação e prevenção do câncer de próstata na campanha Novembro Azul agregam-se ao compromisso permanente que as empresas devem ter com a saúde e o bem-estar das equipes. “Mas na proposta de conscientização do Novembro Azul, especificamente, o RH atua para superar tabus e oferecer conhecimentos confiáveis que acabam por contribuir para a prevenção da doença, ao mesmo tempo que cria um ambiente de trabalho mais empático”, reforça Roberta Barbosa.

A estratégia para o Novembro Azul nas empresas, visando ao engajamento dos times e alcance das informações, pode combinar diferentes abordagens. De acordo com a representante da ABRH-SP, é possível promover, entre outras ações, rodas de conversa com especialistas e colaboradores que queiram compartilhar experiências, distribuir materiais informativos e educativos por e-mail e redes internas, divulgar vídeos e depoimentos sobre o tema e promover ativações com gamificação e quizzes.

“Não apenas no Novembro Azul, mas em todos os meses do ano, é fundamental que o RH esteja atento ao seu compromisso com a cultura de cuidado”, destaca Roberta Barbosa. “Escutar os colaboradores para entender suas necessidades, investir em educação sobre temas de saúde, acompanhar indicadores de bem-estar e clima organizacional fazem toda a diferença para a organização que busca aliar qualidade de vida de seus profissionais à sustentabilidade dos negócios”, conclui.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (02, novembro de 2026)