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Tendências e ideias criativas na gestão de benefícios

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Masterclass, workshops técnicos, a ABRH-SP digital além dos webinars

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Reflexões sobre a carreira no pós-pandemia

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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HealthBit é a nova patrocinadora de gestão da ABRH-SP

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Gestão de saúde emocional em alta nas empresas

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Apesar da retração, contratação de estagiários deve ter retomada no 2º semestre

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Sociedade 5.0, AI Economy e o novo RH

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Semana do RH: conteúdo, inspiração e mentoria

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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O papel do RH na estratégia

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Exemplos de condutas de resiliência e superação para inspirar você

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Santander abre vagas para 1.500 profissionais

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

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Programação intensa para celebrar a Semana e o Dia do RH

Ferramenta extremamente eficaz para atrair e reter talentos, e na criação de um bom clima motivacional, os pacotes de benefícios têm sido olhados com bastante atenção dentro das empresas nesses dias de pandemia. Por motivos óbvios, os planos de saúde, já bastante valorizados pelos colaboradores, agora estão ainda mais em alta, principalmente porque são poucos os brasileiros com acesso a eles. Da mesma forma, a necessidade de isolamento social também tem incentivado a flexibilização de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte, que deixaram de ter tanta relevância, pois muitos funcionários estão em home office.

“Nas empresas que enfrentam esse momento com maior dor, a gente percebe um movimento no sentido de restringir ou partilhar mais os benefícios com os funcionários, por exemplo, com a participação deles no plano de saúde. Já aquelas numa situação mais confortável têm investido em Programas de Apoio ao Empregado, com o acesso a consultas psicológicas, financeiras, jurídicas”, analisa Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay.

Destinado ao apoio na resolução de problemas pessoais, legais e financeiros dos empregados, esses programas têm entrado com muita força notadamente nas multinacionais de médio e grande porte, e estão entre as principais tendências da área de benefícios, segundo Ricardo. “A parte financeira vai ser muito importante porque seis em cada 10 brasileiros já estão tendo um revés nas finanças”, alerta.

Antes mesmo de a pandemia ser anunciada, o Programa de Apoio ao Empregado já havia sido implantado na Compass Minerals, empresa que atua nos segmentos de agronegócio e indústria química, conta a diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul, Carmen Raygada.

Nesse pacote de cuidados com os colaboradores, ela destaca a preocupação com o aspecto mental. Uma das ações nesse sentido foi a disponibilização dos celulares corporativos da área de RH para 100% dos funcionários a fim de que eles pudessem ligar 24 horas por dia se sentissem necessidade, mesmo nos finais de semana. Os colaboradores que moram sozinhos também têm recebido a ligação do RH para saber como têm passado no período.

“A gente também focou muito no cuidado com os familiares. Nosso presidente enviou um bolo para as famílias dos funcionários que continuaram trabalhando nas fábricas com uma carta de agradecimento. Agora, vamos lançar, no Show de Talentos que faremos online, o Projeto Sorria, que é o envio de uma carta de agradecimento ou um presente simbólico para pessoas que estão passando por momentos desafiadores, a exemplo de um funcionário e a mulher com a Covid-19”, destaca Carmen.

Outras ações feitas na empresa no período são as pílulas de conhecimento, aulas curtas dadas pelos próprios funcionários sobre temas como meditação, finanças e português, entre outros; os cursos da universidade corporativa; e lives com a diretoria, que também são disponibilizadas gravadas para os funcionários que trabalham nas fábricas. “São ações que ajudam na confiança das pessoas independentemente do nível e acabam gerando exposição e orgulho. Isso dá perspectiva para que elas possam continuar com a gente, se desenvolvendo, sendo engajadas e cuidadas”, reflete Carmen.

A Sanofi havia acabado de trocar a assistência médica quando a crise do novo coronavírus chegou ao Brasil. “Fizemos um ajuste no desenho do plano, preservando o máximo de benefícios para o funcionário, com compartilhamento de custo, mas implantamos a telemedicina sem nenhuma coparticipação e continuamos com o nosso programa de medicamentos”, ressalta Fabiano Cardoso, head Compensation & Benefits da indústria farmacêutica.

Segundo ele, a preocupação com a saúde física, mental, emocional, intelectual e financeira ganhou um impulso forte com a pandemia. Os colaboradores têm tido acesso a ginástica laboral todos os dias, treinamentos funcionais e aulas de ioga; à Arena do Saber, em que os próprios funcionários e médicos e psicólogos convidados compartilham suas experiências sobre ansiedade, estresse e mindfulness; à Quarentena Fun, com aulas de receita e atividades para as crianças; a happy hours; e à ampliação do e-learning com o lançamento da Sanofi University. Recentemente, a empresa também implantou o acesso à psicologia virtual.

“Além disso tudo, a Sanofi manteve e reforçou o nosso programa de estágio, que é bem robusto, o programa de inclusão de Pessoas com Deficiência, manteve a licença parental em seis meses, inclusive para adoção, e incluiu um adicional de 15% para aqueles que continuaram trabalhando presencialmente nas fábricas”, acrescenta Fabiano.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis não são nenhuma novidade e o debate sobre sua implantação já leva anos, entretanto, de acordo com Ricardo, há a percepção de que as empresas estão mais preocupadas com a flexibilização dos benefícios. “As que têm um pacote enxuto costumam usar mais o beneflex, a exemplo das startups; já naquelas que têm um pacote muito robusto, capaz de atrair e reter talentos, existe o questionamento de mudar para quê. Se as pessoas estão satisfeitas, por que construir uma operação mais difícil para processar em folha de pagamento? Mas, apesar disso, essa é uma tendência que se acelerou.”

Carmen ressalta que os benefícios flexíveis já são uma realidade na matriz da empresa, nos Estados Unidos, mas para ela no Brasil ainda há regras que dificultam a implantação. Fabiano concorda: “Antes, o que mais travava a gente era a tecnologia. Agora temos a tecnologia, diversos fornecedores que podem dar uma solução bem interessante, mas ainda há muitas questões jurídicas e sindicais a serem superadas.”

Ricardo Lopes, diretor de Benefícios da Propay, Carmen Raygada, diretora de RH e Comunicação Corporativa para América Sul da Compass Minerals, e Fabiano Cardoso, head de Compensation & Benefits da Sanofi, participaram do webinar Gestão de Benefícios: O que as empresas estão fazendo?, realizado pela ABRH-SP em 25 de junho e que teve como moderador o presidente da Associação, Guilherme Cavalieri. 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRH-SP -  06 de Julho de 2020

Depoimentos

“A ABRH-SP atua como uma verdadeira usina geradora de inovações ao promover o compartilhamento de boas práticas de gestão e conceitos de RH entre os associados. Para nós da Sanofi, este trabalho é de enorme valor, pois nos ajuda a posicionar o RH de forma estratégica dentro da companhia.”
Pedro Pittella – Empresa SANOFIHead of Human Resources Sanofi Group Brazil
"Fazer parte da ABRH-SP está sendo muito bom, pois trouxe a oportunidade de acompanhar as novidades e trocar experiências com diversos executivos de RH, isto traz muito valor agregado"
Marcos Sousa - Empresa GOCILDiretor de RH e Jurídico na Gocil Segurança e Serviços
“Somos Associados ABRH-SP há um ano, as palestras que participamos na ABRH-SP tem nos ajudado a melhorar a gestão junto aos nossos colaboradores e entender que os mesmos são o centro para seguirmos em frente com a nossa companhia, temos muito carinho pela ABRH-SP, obrigado por tudo!”
João Paulo Lopes – Empresa MAZAGGerente de Recursos Humanos Agência Mazag

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