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Como a psicologia positiva pode contribuir para o sentido e propósito do trabalho

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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A área da Felicidade e a Psicologia Positiva Dentro das Organizações

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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ABRH-SP divulga os dados da pesquisa ‘O Cenário do RH no Brasil’, realização da ABRH Brasil e Umanni

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

O RH estratégico na Mediação de Conflitos em Culturas Tóxicas

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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Como ajudar os líderes a desenvolver uma Comunicação Consciente?

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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ABRH-SP abre a agenda de eventos 2024 do Encontro de Profissionais de RH

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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A importância do assessment para as várias áreas do RH e a tomada de decisões pela empresa

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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RH COMO PARCEIRO DO NEGÓCIO NO DESENVOLVIMENTO DE LIDERANÇAS

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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Jornada ABRH-SP tem cinco vezes mais participantes no SXSW 2024

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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Trabalho híbrido: um desafio na pandemia presente no dia a dia das organizações e que almeja o futuro

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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Como os Vieses Impactam nossas Decisões Financeiras

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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11º Fórum Inclusão da Diversidade, da ABRH-SP, é realizado em formato híbrido

Para se entender o que é a Psicologia Positiva, seus objetivos e desdobramentos, é necessário esclarecer primeiro como esta surgiu. Durante o século XX, aspectos positivos do desenvolvimento humano já vinham sendo discutidos por alguns teóricos como Carl Jung, Abraham Maslow e Carl Rogers, os quais buscavam um olhar para a psicologia que não tivesse seu enfoque nas patologias. Nesse sentido, temas como as emoções positivas das pessoas passaram a ser destacados.

A abordagem viu seu expoente com o psicólogo estadunidense Marting Seligman. Cerca dos anos 2000, Seligman e Csikszentmihaly dão a essa nova teoria o nome de Psicologia Positiva, a qual busca estudar estados afetivos e as virtudes positivas dos sujeitos, como a felicidade, resiliência, o otimismo e a gratidão, a fim de contribuir para a promoção da saúde física e mental, focando a atenção nas forças pessoais que auxiliam nos mecanismos de enfrentamento de doenças, por exemplo.

De acordo com a teoria, o bem estar subjetivo é caracterizado pela presença de cinco fatores: emoção positiva, engajamento, sentido na vida, realização positiva e relacionamentos positivos.  

A emoção positiva e o engajamento são variáveis em cada pessoa e são caracterizados pelos estados de pensamento e sentimento destas. A realização, os relacionamentos e sentido na vida podem ser subjetivos, mas também dependem do coletivo e meios onde o ser humano está inserido.

Ainda sobre os fatores acima, sabe-se que estão presentes em todos os âmbitos da vida e o modo como se vive potencializa ou não essas forças. No meio corporativo, por exemplo, englobando estudos científicos multidisciplinares, a Psicologia Positiva tem apresentado contribuições para o desenvolvimento de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, impactando significativamente as organizações.  

Por meio de ferramentas e intervenções, enfatiza o bem-estar, a motivação e ajuda os profissionais a identificarem suas forças individuais, aumentar sua autoconsciência, desenvolver relacionamentos saudáveis e encontrar significado em suas ações, o que pode ser entendido como ter clareza de seu propósito.

Assim, o que significa um trabalho com propósito e o como a Psicologia Positiva pode contribuir com as organizações e profissionais?

Antes de discorrer sobre o que é um trabalho com propósito, é importante compreender o que significa propósito. Iniciando pela etimologia da palavra derivada do latim “propositum”, que significa vontade ou intenção de realizar alguma coisa. Assim, podemos entender que o propósito significa encontrar sentido para o que se faz, ter intencionalidade, o motivo pelo qual fazemos o que fazemos.

Realizar um trabalho com propósito envolve a compreensão do significado das atividades realizadas, que além de motivar, também proporciona um sentimento de autonomia, já que o indivíduo experimenta a sensação de controle sobre o que está sendo realizado, das opções que dispõe e de sua liberdade de escolha. Assim, conhecer e trabalhar a partir de um propósito pessoal e perceber alinhamento deste com o da organização, pode ser fator de engajamento, comprometimento e de aumento de desempenho.

Conhecer e reconhecer propósito e valores, tanto individual quanto organizacional, aliado a outros fatores como condições adequadas e relações saudáveis entre líderes e liderados, segundo a Psicologia Positiva, resulta na sensação de bem-estar e pertencimento, levando à percepção de maior satisfação com o trabalho, impulsionando a felicidade.

Diante disso, as organizações têm acompanhado com mais frequência como os profissionais estão se sentindo no trabalho e a partir destas métricas, têm desenvolvido planos de ações voltados à experiência do colaborador. A proposta é expandir a visão da gestão, utilizando esses dados de forma estratégica para garantir melhorias nos processos e uma gestão de pessoas mais eficiente. E quando a experiência do colaborador é colocada como prioridade, muito são os benefícios, tais como retenção de talentos, aumento do engajamento, melhora do clima organizacional e potencialização dos resultados.

Pode-se concluir que a Psicologia Positiva é uma vertente científica que enfatiza um modelo de pensamento que lida com os desafios da vida com uma visão mais leve, buscando o bem-estar e focando nos aspectos proveitosos das situações, de modo que eles agreguem às experiências. Seus pilares norteiam as organizações a promoverem mudanças e elevar a gestão de pessoas a um patamar mais eficaz e humano.

Artigo escrito por Carolina Crespo e Mariana Jancovic participantes do Grupo de Estudos "Psicologia Positiva" da ABRH-SP.

(São Paulo, 15 de Abril de 2024)

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