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REGIONAIS: Como promover o crescimento sustentável

Ainda é possível afirmar que a maioria das empresas não dispõe de ferramentas eficazes para sedimentar uma base sólida de crescimento sustentável capaz de associar o lucro à responsabilidade socioambiental. Como as organizações podem, então, relacionar o tema à redução de custos? Como preparar as equipes para tais questões?

Essas perguntas serão discutidas na palestra Promovendo o Crescimento Sustentado e Sustentável, evento que a Regional Campinas da ABRH-SP realiza nesta quinta (dia 18), das 8h30 às 12h, no Teatro Amil (Av. Guilherme Campos, 500), em Campinas.

A palestra será conduzida pelo professor da Fundação Dom Cabral, Luis Augusto Lobão Mendes, que também atua no desenvolvimento de planos estratégicos para empresas de grande porte do Brasil e do exterior. O evento também terá a apresentação dos cases Ecofrotas e IBM.

Inscrições: (19) 4141-7364 ou [email protected]

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TEMAS EM DEBATE: Por que é importante desonerar a folha de pagamento?

O custo real da mão de obra no Brasil é maior do que o de muitos outros países. O resultado é a perda de produtividade a uma taxa de 1% ao ano. Para debater essa questão, a ABRH-SP convidou o professor da Fundação Getulio Vargas e consultor do Banco Mundial, Eduardo Zylberstajn, para apresentar a palestra Desoneração da Folha de Pagamento como Fator de Competitividade. Programado para o próximo dia 24, das 9 às 12 horas, o evento, que é gratuito para os associados da ABRH-SP, acontece na sede da entidade.

Quanto custa contratar e manter o trabalhador e por que a folha é tão onerada serão algumas das questões debatidas por Zylberstajn, que, recentemente, tem pesquisado modelos alternativos para a proteção social no Brasil (previdência, seguro-desemprego e FGTS) e também sobre o custo do trabalho no país.

 

Inscrições: (11) 5505-0545 ou [email protected]

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INAUGURAÇÃO: Regional Ribeirão Preto abre oficialmente suas portas

No dia 28 de novembro, a Regional Ribeirão Preto da ABRH-SP vai ser inaugurada oficialmente com a realização do 1º Encontro de Empresários e Executivos do Nordeste Paulista. Direcionado para empresários, executivos de Recursos Humanos e autoridades, o evento será a primeira ação da Regional, que tem como principal objetivo trabalhar para tornar o RH cada vez mais estratégico nas empresas. Nesta entrevista, a diretora geral da Regional, Denise Lustri, que também é diretora da consultoria Cohros e especialista em gestão estratégica de pessoas, gestão por competências e gestão do conhecimento, explica como será a atuação da unidade na região, que atualmente é composta por mais de 100 municípios e tem como principais atividades econômicas o agronegócio e os serviços, notadamente no segmento de saúde.

Gestão de Pessoas – Quais são as principais carências dos profissionais de RH da região?

Denise Lustri – As carências são gerais e não específicas da nossa região. Falta ao RH conhecimento do negócio, das estruturas e processos organizacionais, além das necessidades de cada área e dos desafios que a empresa enfrenta no mercado. A falta desse conhecimento torna difícil tornar o RH estratégico.

GP – Como a Regional Ribeirão Preto pode ajudar os profissionais da área?

DL – O RH estratégico só é alcançado por meio da aliança entre a alta gestão das empresas (formada por presidentes e diretores), os profissionais de RH e as demais lideranças (gerentes, supervisores e outros líderes que operacionalizam os processos de Recursos Humanos). Nossa proposta é promover eventos, encontros, pesquisas, além de formar grupos de estudo, que congreguem esses três públicos para discutir as carências citadas na resposta anterior, contribuindo para a visão estratégica do RH, bem como compartilhar interesses e visões.

GP – A Regional já iniciou suas atividades antes mesmo da inauguração oficial? O que foi feito até agora?

DL – Temos planejado muito as nossas atividades e nossa primeira realização será o 1º Encontro de Empresários e Executivos do Nordeste Paulista, evento de inauguração da Regional, programado para o dia 28 de novembro. O objetivo desse encontro é trazer aos empresários e executivos de Ribeirão Preto, e demais cidades abrangidas pela Regional, uma oportunidade ímpar para a troca e o compartilhamento de ideias, que na maioria das vezes acontece apenas nos grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. Será um evento apenas para convidados: empresários, executivos de Recursos Humanos e autoridades. Já temos confirmadas as participações como conferencistas do presidente da ABRH-SP, Wagner Brunini, e do vice-presidente sênior da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para a América Latina e de Sustentabilidade para a América do Sul, Eduardo Leduc.

GP – Como está estruturada a Regional?

DL – A Regional está hoje composta da seguinte forma e pelos profissionais: Carlos Casarotto, diretor de Eventos; Celso Viale, diretor de Grupos de Estudo; Cláudia Castro, diretora de Relacionamento Institucional e Relações com Associados; Heloísa Minto, diretora de Marketing e Comunicação; e Sylvio Rodrigues, diretor Jurídico.

 

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ABRH-SP convoca seus associados para Assembleia Geral

De acordo com o disposto no artigo 24 do estatuto vigente, a ABRH-SP convoca seus associados para participar da Assembleia Geral de alteração estatutária, no dia 18 de outubro, das 8h30 às 20h.

A Assembleia Geral, que tem como objetivo modificar artigos e incluir dispositivos gerais, será realizada de forma eletrônica, por meio do envio a cada associado de sua senha e login de acesso, 48 horas antes, para aferir o respectivo voto. Só podem participar do processo os associados que estiverem em dia com as anuidades.

A proposta de alteração estatutária está disponível na sede e no site www.abrhsp.org.br

Página do Estado 07 de Outubro de 2012

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Procura por executivos tem crescimento pequeno

A Pesquisa Impex, da consultoria Laerte Cordeiro, apurou cerca de 590 empregos oferecidos para gerentes e diretores em São Paulo, no mês passado – número 11% maior do que o levantado em agosto. As empresas que mais recrutaram executivos no período foram de saúde, engenharia, comércio, materiais de construção, automóveis e tratores, produtos elétricos, produtos de consumo de massa, transportes/logística e de educação.

O terceiro trimestre de 2012 foi o de menor média mensal do ano, com uma redução de ofertas de cerca de 39% sobre igual trimestre de 2011.

Página do Estado 07 de Outubro de 2012

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REGIONAIS: O papel do RH no desenvolvimento das inovações

Especialista em criatividade, inovação e administração de mudanças organizacionais, Gisela Kassoy apresenta, no próximo dia 17, a palestra O papel do RH no desenvolvimento de inovações na cidade de Santos (SP), nas dependências da Unimonte – Centro Universitário Monte Serrat.

Promovido pela Regional Baixada Santista, em parceria com o Ciesp-Santos, o evento está programado para o período das 8h30 às 11h30 e, segundo Gisela, mostrará como RH pode contribuir com a inovação nas empresas e como a área pode se destacar a partir dessas contribuições. “Os participantes deverão refletir sobre iniciativas a serem feitas em função dos tipos de inovação de que suas empresas necessitam”, antecipa Gisela, que pretende utilizar uma metodologia baseada em debates, dinâmicas e exercícios leves.

Inscrições: (13) 3219-9484 ou [email protected]

Página do Estado 07 de Outubro de 2012

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TEMAS EM DEBATE: RH e governança corporativa

Na quinta passada, a ABRH-SP promoveu, na sua sede, um debate com dois conselheiros do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). O tema, Sinergia entre as estratégias da área de RH e a Governança Corporativa, foi apresentado por Lélio Lauretti, economista especializado em Administração para presidentes pela Harvard Business School, e Josmar Bignotto, coordenador da Comissão de Recursos Humanos do IBGC e professor do curso de Formação de Conselheiros da entidade.

Fundado há 17 anos com o objetivo de colaborar com a qualidade da alta gestão das organizações brasileiras, hoje o IBGC é referência dentro e fora do país na difusão das melhores práticas de governança. “Os princípios que regem essas práticas são transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa”, destacou Lauretti. “São valores éticos, e ética é um estágio de desenvolvimento da consciência humana. Se o século 20 foi o século do mercado – que adquiriu dimensões jamais imaginadas –, este agora é o século da ética”, disse, ressaltando a contribuição que a comunicação, incontrolável e imediata como é hoje, dá a essa realidade. 

Em sua apresentação, Bignotto ressaltou como as oportunidades para profissionais de Recursos Humanos têm se ampliado tanto em conselhos quanto em comitês de RH, cada vez mais frequentes nas organizações. Bignotto tem a forte convicção de que o foco nas pessoas é o que traz diferencial competitivo às empresas: “Não acredito em processo de governança sem esse foco”, afirmou.

Página do Estado 07 de Outubro de 2012

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EVENTO: Qualificação profissional foi o tema principal do Fórum Capital Humano

Cerca de 750 pessoas participaram, na última terça, do Fórum Capital Humano – Ferramentas de Desenvolvimento e Competitividade, realizado pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), pelo Sesi – Serviço Social da Indústria e Senai-SP – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, com o apoio da ABRH-SP, no Teatro do Sesi-SP, na capital paulista.

Ao longo de um dia todo de atividades, o evento promoveu a aproximação entre os gestores de Recursos Humanos da indústria, do Sesi e do Senai para a melhor utilização dos produtos e serviços referentes à formação e qualificação profissional. Na abertura, o fórum contou com a participação de Carlos Daudt Brizola, ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Ortiz, secretário do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, e Paulo Skaf, presidente da Fiesp. 

Brizola Neto, como é mais conhecido, comentou sobre o momento especial do país, de grande convergência de interesses e objetivos entre o capital, o trabalho e o Estado. “O Brasil inaugurou um novo processo de inserção que exige esforços para alcançar maior produtividade e competitividade dos nossos produtos”, disse o ministro, que afirmou ser possível a busca pela competitividade sem questionar direitos e garantias do trabalhador. O ministro falou ainda da dívida secular do Brasil por não ter superado o desafio de grandes investimentos em educação pública de qualidade e tempo integral. “Se falharmos na base fica cada vez mais difícil superar os gargalos da qualificação profissional”, alertou. 

Carlos Ortiz destacou o compromisso da secretaria com o diálogo entre o capital, o trabalho e o poder público e a importância de discutir com as empresas que tipo de mão de obra queremos. “Tenho dito ao governador que não quero qualificar por qualificar; quero qualificar para empregar.” Já o presidente da Fiesp questionou: como um país pode se dizer desenvolvido se há pessoas passando fome, se existem falta de segurança e carência de um atendimento de saúde de qualidade? “É preciso começar desde cedo dando às crianças oportunidades iguais”, afirmou Skaf, que deixou uma mensagem especial aos profissionais de RH da plateia: “Para cuidar e lidar com as pessoas precisa ser muito especial. É uma missão que ultrapassa os limites da empresa. Por isso, tenham coragem de fazer aquilo que é correto. O gestor do capital humano não pode ter receio”.

Os participantes também assistiram a palestras com especialistas em educação profissional e Recursos Humanos. O vice-presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, falou sobre a transição da gestão operacional para a estratégica do RH. Em um cenário atual de crise de talentos, empresas em crescimento e cargos superespecializados, a vida do profissional de RH não está fácil, comentou Reis Neto. “É preciso encontrar soluções heterodoxas numa situação heterodoxa.” 

Ao lembrar que não existe apenas um RH, mas uma diversidade, ele abordou as várias fases do RH, que classificou de básica, operacional, voltada para o desempenho e estratégica – o estágio mais avançado. “O RH estratégico dá dinheiro”, disse. 

Também falaram no evento Sylvio Alves de Barros Filho, diretor titular do Departamento de Ação Regional da Fiesp, e Walter Vicioni Gonçalves, superintendente Operacional do Sesi e diretor Regional do Senai. Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Nacional, apresentou os impactos do novo RH no desenvolvimento das pessoas e na competitividade das empresas. 

Na parte da tarde, os participantes visitaram um espaço de atendimento setorial onde puderam tirar suas dúvidas sobre as áreas tecnológicas do Senai; sobre os centros de atividades do Sesi que proporcionam cultura, esporte, educação, qualidade de vida e saúde; e sobre Recursos Humanos com a ABRH-SP. O estande do INSS e da Superintendência Regional do Trabalho atendeu aos interessados em esclarecimentos sobre a Lei de Cotas (aprendiz e pessoas portadoras de deficiência).

Página do Estado 07 de Outubro de 2012

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Engajamento e retenção de talentos

Felipe Westin, presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-SP, será o palestrante do Encontro Empresarial, evento que o Senac Jundiaí promoverá no dia 30 de outubro, com o apoio da ABRH-SP. Westin falará sobre o tema Engajamento: Retenção de Talentos.

O evento acontece das 8h30 às 10h30 na sede do Senac (Rua Vicente Magaglio, 50, Jardim Paulista), em Jundiaí.

Inscrições: (11) 3395-2300 ou priscila.gonç[email protected]

Página do Estado 30 de Setembro de 2012

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INDICADORES

  • A atividade econômica deverá abrir 2013 com crescimento próximo a 4% aponta o Indicador Serasa Experian cuja metodologia permite antever, com seis meses de antecedência, em média, os movimentos cíclicos da atividade econômica.
  • Em julho, o indicador cresceu 0,2% em relação ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 99,7. Foi a quinta alta mensal consecutiva do indicador, sinalizando que a economia brasileira irá ganhar impulso neste segundo semestre, devendo iniciar 2013 com uma velocidade de crescimento próxima aos 4% ao ano.
  • De acordo com os economistas da Serasa Experian, as medidas pró-crescimento adotadas pelo governo (como as sucessivas reduções das taxas de juros e as isenções tributárias em setores específicos) apresentarão impactos mais significativos sobre a atividade econômica no segundo semestre deste ano, viabilizadas pela queda gradual da inadimplência, pela melhora da confiança dos empresários e por certa acomodação das turbulências econômico-financeiras internacionais.

Página do Estado 30 de Setembro de 2012

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Qualificação profissional será tema do Fórum Capital Humano

Com o apoio da ABRH-SP, a Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), o Sesi – Serviço Social da Indústria e Senai-SP – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial realizam, nesta terça, o Fórum Capital Humano – Ferramentas de Desenvolvimento e Competitividade, das 8 às 17 horas, no Teatro do Sesi-SP, na capital paulista.

O evento, que tem como objetivo promover a aproximação entre os gestores de RH da indústria, do Sesi e do Senai para a melhor utilização dos produtos e serviços referentes à formação educacional e qualificação profissional, contará com a participação, na abertura, do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, do diretor titular do Departamento de Ação Regional da Fiesp, Sylvio Alves de Barros Filho, e do superintendente Operacional do Sesi e diretor Regional do Senai Walter Vicioni Gonçalves.

Durante a manhã, também estão programadas palestras com o vice-presidente da ABRH–SP, Almiro dos Reis Neto, que falará sobre a transição da gestão operacional para a estratégica do RH, e Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Nacional, que irá apresentar os impactos do novo RH no desenvolvimento das pessoas e na competitividade das empresas.

 

Já na parte da tarde, haverá rodadas de atendimentos setoriais. Os participantes poderão tirar suas dúvidas sobre as áreas tecnológicas do Senai; sobre os centros de atividades do Sesi; e sobre Recursos Humanos com a ABRH-SP.  O estande do INSS e da Superintendência Regional do Trabalho atenderá aos interessados em esclarecimentos sobre a Lei de Cotas (aprendiz e pessoas portadoras de deficiência).

 

Informações: Departamento de Ação Regional da Fiesp – (11) 3549-4375 ou [email protected]

Página do Estado 30 de Setembro de 2012

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A importância das pessoas para a execução da estratégia

Professor da Harvard Business School e um dos criadores da consagrada metodologia Balanced Scorecard, Robert Kaplan esteve em junho no Brasil para participar do Strategy Execution Summit, evento promovido pela consultoria Symnetics. Na ocasião, ele concedeu uma entrevista à diretora de Educação da consultoria, Maria Auxiliadora Moraes Amiden, publicada com exclusividade nesta edição. Veja, a seguir, a opinião do professor Kaplan sobre qual o papel das pessoas e dos líderes para a execução da estratégia neste contexto desafiante de mercado.

Cada vez mais, as pessoas são críticas para a execução bem-sucedida da estratégia. No entanto, uma vez que as organizações ainda se concentram em processos e tecnologia como pontos-chave de diferenciação competitiva, a importância do papel das pessoas nem sempre é discutida e compreendida. O que o sr. pensa sobre isso?

RK – O ponto central do desenvolvimento do Balanced Scorecard (BSC) e do mapa estratégico é que nenhum elemento, por si só, é suficiente para o sucesso da estratégia. Esta requer uma cadeia de conexões que liga as pessoas e a cultura aos processos e clientes, e, finalmente, ao desempenho financeiro. E, como em qualquer corrente, todos os elos são importantes e a corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco. Norton [David Norton, coidealizador do BSC] e eu ligamos as pessoas à estratégia quando criamos o Aprendizado & Crescimento, perspectiva que foi a base do mapa estratégico e do BSC. Mas mesmo com funcionários motivados e alinhados, eles precisam ter foco na excelência dos processos mais importantes para a entrega de valor para clientes e acionistas.

Qual é o papel da liderança nesse ambiente de negócios altamente dinâmico que temos agora?

RK – A liderança é absolutamente crítica. É necessária para lidar com a concorrência e a mudança, e para criar a visão do que a organização precisa se tornar. O maior problema que uma organização pode ter é quando os líderes são complacentes porque a empresa tem um bom desempenho e não veem a necessidade ou urgência de mudar. No atual e dinâmico ambiente de negócios, os líderes devem verificar constantemente o cenário econômico, regulatório e competitivo para determinar que mudanças devem ocorrer a fim de manter a organização como líder em seu campo. Os líderes precisam desafiar continuamente a empresa para um melhor desempenho, e ser comunicadores eficientes e motivadores para todos na empresa.

Qual é o princípio básico subjacente a estratégias de colaboração?

RK – Uma estratégia colaborativa é aquela que é determinada conjuntamente por uma empresa e um ou mais dos seus componentes externos. A estratégia de colaboração mais comum se dá quando uma empresa e um fornecedor-chave ou cliente trabalham juntos para definir os objetivos que pretendem alcançar em conjunto através de um relacionamento ou aliança em vez de conduzir suas relações pelo mercado de transações. Temos visto empresas, como a Infosys e a Solvay, uma grande companhia farmacêutica, desenvolver mapas estratégicos, com seus principais clientes ou fornecedores, para definir a natureza da relação que eles desejam alcançar. Desenvolver o mapa estratégico em conjunto promove confiança e compreensão entre as linhas de organização, serve como um mecanismo de comunicação para as pessoas de ambas as empresas que trabalham com a outra empresa, e também permite um poderoso mecanismo de governança para orientar o relacionamento ao longo do tempo.

Qual seria o seu conselho para os departamentos de RH brasileiros neste momento de desenvolvimento econômico e escassez de mão de obra?

RK – Os departamentos de RH devem tornar-se parceiros estratégicos das unidades de negócios da empresa. Eles devem servir como consultores de confiança dessas unidades no recrutamento e treinamento e na motivação e retenção dos empregados. Com efeito, o pessoal de RH deve adotar uma estratégia de intimidade com o cliente ou criar soluções estratégicas em parceria com as unidades de negócios para garantir um fornecimento adequado de funcionários treinados, motivados e leais que podem construir sua carreira com a empresa.

Página do Estado 30 de Setembro de 2012

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