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RELAÇÕES DE TRABALHO: ABRH-SP promove evento sobre PEC das Domésticas

No próximo dia 27, das 8h30 às 12 horas, a ABRH-SP promove, na sua sede, um debate sobre a PEC das Domésticas. O evento terá a participação dos especialistas em Direito do Trabalho: Carlos Silva, diretor Jurídico da ABRH-SP; José Eduardo Pastore, advogado, mestre em Direito Social e conselheiro da ABRH-SP; José Roberto de Melo, diretor de Relações do Trabalho da ABRH-Nacional; Magnus Apostólico, diretor de Relações do Trabalho da Febraban (Federação Brasileira de Bancos); e Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Nacional.

A proposta do debate é discutir as várias dúvidas decorrentes da PEC. Entre elas: como será feito o recolhimento do FGTS? Como serão tratados os feriados? Havendo trabalho, serão pagos como horas extras? Como ficará a situação da empregada que, há muito tempo, mora na casa onde trabalha e ali permanece todos os dias. Terá direito às horas extras? E quanto ao vale-transporte? Qual o valor permitido para desconto?

O evento tem a coordenação do Corhale – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela Associação que estuda e sugere aos órgãos legislativos propostas relacionadas às relações de trabalho.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 

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REGIONAIS: Retenção e motivação de talentos

Abordar o desafio das organizações de buscar e manter profissionais engajados e comprometidos é o tema da palestra Gestão em Dia – Retenção e Motivação de Talentos que a Regional Baixada Santista da ABRH-SP promove nesta quarta, das 19 às 21 horas, no Senac Santos (Av. Conselheiro Nébias, 309, Vila Mathias).

 

Realizada em parceria com o Ciesp Santos, a palestra, que é gratuita para os associados, será conduzida por Whitney Reina, gerente executivo de Recursos Humanos do Santos Futebol Clube. Com mais de 30 anos de experiência em todos os subsistemas de RH, Reina atuou em empresas nacionais e internacionais dos segmentos financeiro e de petróleo.

 

Em Campinas

Em comemoração ao Dia do Trabalho, a prefeitura de Campinas realizou, entre os dias 29 de abril e 4 de maio, uma série de eventos que incluiu  a prestação de serviços aos trabalhadores, como banco de vagas e cursos de qualificação e orientação a quem procura emprego. A Regional Campinas não só apoiou a iniciativa como contou com a participação voluntária de grande parte de sua diretoria no atendimento ao público.

 

Inscrições: (13) 9602-1390 ou regionalbaixadasantista@abrhsp.org.br

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GERH: As origens e as conquistas – um pouco da história**

Em 1980, Sergio Leme Beniamino, como consultor sênior da Hay do Brasil, conduziu um Estudo Anual de Remuneração destinado aos segmentos bancário e financeiro, instituições onde tinha fortes ligações profissionais. Em função da adesão das empresas desses segmentos e de seus gestores de RH a esse trabalho, criou-se um grupo informal que teve continuidade com o nome de GERHOF. Estavam presentes os representantes de RH do Banco Safra, Chase Manhattan, Crefisul, Citibank, BFB, Nações, Real, Sudameris, BGC, Cidade de São Paulo, Noroeste, Auxiliar, Comind e BCN, entre outros.

Dos atuais integrantes do GERH, participavam do GERHOF nessa época: Antonio Vidal, Arnaldo N. Giannini, Fernando Lima, Irélio Pedro Frigo, João Augusto Miranda e Milton Abrunhosa.

Em junho de 1982, no período de 17 a 19, sob a batuta de Sérgio Leme Beniamino, o GERHOF realizou o I Fórum de Debates, no hotel Rancho Silvestre, em Embu das Artes. Arnaldo N. Giannini, Darci Garçon, João Augusto Miranda e Milton Abrunhosa participaram desse evento.

Em março de 1983, ainda sob a coordenação de Sérgio Beniamino, realizou-se o II Fórum, no mesmo hotel, cujo tema foi O meio, a crise, a empresa e o homem. 

 

GERH

No dia 28 de fevereiro de 1983, Domingos Antonio D’Angelo Jr. enviou carta a vários profissionais de RH, convidando-os a participarem de reunião de fundação do GERH – Grupo de Estudos de Recursos Humanos.  O programa dessa reunião, segundo D’Angelo, previa a apresentação dos convidados-participantes, discussão e aprovação de regulamento e eleição do coordenador, além de assuntos gerais.

Ainda segundo D’Angelo, a fundação do GERH ocorreu para permitir que mais profissionais de RH se relacionassem e trocassem informações. E também em razão das dificuldades que tinham para entrar nos grupos já existentes na época (Diógenes, CRI e G-3), pois todos eles tinham estabelecido em seus estatutos um número limitado de integrantes.

No dia 22 de março do mesmo ano, houve a primeira reunião do Grupo já constituído, nas instalações da Kibon, no Brooklin, sob a coordenação provisória de Dácio Gonçalves Pozzi, Mário Marques e Arnold Ferle. Dos fundadores do GERH, Enio Resende e Moacir Carlos Sampaio Silva participaram da primeira reunião e ainda permanecem no grupo.

 

GERHOF + GERH

 

Em 1983, o coordenador do GERHOF era João Augusto R. de Miranda. Sob sua orientação, Darci Garçon deu início às negociações para a fusão com o GERH, naquele ano coordenado por Dácio Gonçalves Pozzi. O GERH atual é produto bem-sucedido da junção desses dois grupos informais que não deslanchavam. De repente, esses dois grupos decidiram juntar os seus integrantes e respectivos esforços numa tentativa de adquirir mais força e enriquecer as suas atividades.

A denominação do novo grupo, assumida a partir daí, foi a do GERH – Grupo de Estudos de Recursos Humanos, porque era denominação mais abrangente e deixava de ser exclusivo de representantes de bancos, seguradoras, empresas de serviços e indústrias, abrindo as suas portas para profissionais dos demais segmentos. A primeira reunião conjunta, após difícil negociação, foi realizada em 1983, no NovoHotel Morumbi.

 

O novo GERH

 

A partir da junção dos dois grupos, os seguintes colegas foram coordenadores do GERH: Arnaldo N. Giannini (85), Elísio Cardoso Ramos (86), José Roberto Marcondes de Campos (87), Waldir Vetorazzo (88), Estanislau E. Braz (89), Francesco Sansone (90), Luiz Felipe Rosa (91), José Emídio Teixeira (92), Luiz Fernandes Visconti (93) e Fernando Lanzer de Souza (94).

Em 1995, a partir de uma proposta de Fernando B. Calvet, o grupo passou a adotar um sistema de coordenação rotativa, segundo o qual a empresa patrocinadora organizava e conduzia as reuniões mensais. A coordenação rotativa permaneceu até o ano de 2007, voltando, então, a contar com um coordenador fixo eleito anualmente em novembro e assumindo a direção a partir de janeiro do ano seguinte.

Desde 2007, assumiram a coordenação do grupo Fernando Marques (2008), Márcia Palmeira (2009), Arnaldo N. Giannini (2010), Maria de Lourdes Nogueira (2011), Marcos Cunha/Flávio Balestrin de Paiva (2012) e Flávio, novamente, em 2013.

Atualmente (abril de 2013), a famosa “lista A-4” contém nada menos que 84 nomes, entre executivos de empresas, consultores e empresários. Há equilíbrio entre o número de executivos, consultores e empresários. É importante esclarecer que esses consultores e empresários foram admitidos quando eram também executivos e, quando deixaram as empresas onde trabalhavam, optaram por permanecer no grupo.

Levantamento preliminar mostra que pelo menos 420 palestrantes compareceram às reuniões mensais e fóruns do GERH, sem contar aqueles que compareceram repetidamente, em diferentes datas, entre eles, políticos, membros de governos estaduais e federal, empresários, economistas, profissionais de Recursos Humanos, presidentes e executivos de empresa privadas, consultores, sindicalistas, pensadores e escritores.

Digno de registro é o fato de que, em 1983, junto com a ANPAR – Associação Nacional de Administração Participativa, o GERH apresentou para a então Ministra do Trabalho, Dorothea Werneck, estudos a respeito da participação dos funcionários nos lucros das empresas. Representando o GERH nesse projeto estavam Franco Sansone e Estanislau Brás.

O GERH tinha um site que se transformou em um blog (blogspot.com), instalados sob orientações e cuidados do Almiro dos Reis Neto.  Em abril de 2013, foi lançada a Rede Social 2013, um meio de comunicação mais moderno e eficiente, para uso dos integrantes do grupo. Desde março de 2000  é editado um boletim, o GERH News, por meio do qual seus integrantes recebem informações de interesse comum e também a agenda das reuniões mensais. Em março de 2013, circulou o boletim número 240.

O GERH se equipara em porte e prestígio aos grupos informais de RH mais antigos e conhecidos. Dentre eles, destacamos o CEAP-RH (do ABC, fundado em 1958); Gruca (Campinas, fundado também em 1958); Diógenes (1964); CRI (1967); e G-3 (1974). O Grupo Reflexão, fundado em 1989, foi organizado segundo o padrão GERH, mas destinado a profissionais que atuavam em Treinamento e Desenvolvimento. Participaram de sua fundação Ânia Hiluey, Darci Garçon, Eliana Frade, Fernando Lima, Idathy Munhoz – atuais integrantes do GERH. Sandra Denes, nossa colega, foi coordenadora do Grupo Reflexão, ingressando no GERH anos depois.

Em 2005, o GERH, os grupos Diógenes e G-3 passaram à categoria de Amigos para Sempre, da ABRH-SP, por terem contribuído para a aquisição e reforma de sua sede própria, localizada Av. Luiz Carlos Berrine. Com isso, os integrantes do Grupo passaram a ter o privilégio de poder usar a sala de reuniões da Associação, sem custo, ad eternum.

Em 2010, o GERH comemorou seu trigésimo aniversário num jantar memorável realizado no Terraço Itália, com a presença de grande número de convidados, acompanhantes, representantes da ABRH-SP e de vários coordenadores de outros grupos informais de São Paulo.

 

Os tempos mudam e a fila anda…

 

O estágio de troca de informações simplesmente voltado para a atualização dos integrantes – etapa inicial dos dois grupos – foi superado com o tempo. Hoje informações e experiências continuam sendo trocadas, mas o foco principal é a reflexão sobre cenários, temas relacionados com a dinâmica das organizações, particularmente no que diz respeito à gestão de pessoas, destacando-se o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, natureza das relações, cultura, filosofia de atuação, inclusive o impacto do trabalho no meio ambiente, a responsabilidade social, papéis, funções e melhores práticas de Recursos Humanos.

Além disso, os integrantes procuram levar e disseminar, nas reuniões mensais, experiências bem-sucedidas relativas aos esforços de suas empresas voltados para o incremento do desempenho, da sutentabilidade e dos resultados para a melhoria do ambiente e da motivação e para as condições que propiciem o desenvolvimento das pessoas e das equipes de trabalho.

Como um Grupo assumidamente informal, o GERH não tem estatuto escrito. As “normas” internas são flexíveis e as decisões que afetam o seu funcionamento são tomadas por consenso ou por maioria simples. Optando pela simplicidade, não há arquivos e, até há pouco tempo, não havia controle de presença às reuniões, nem conta bancária. As despesas decorrentes de reuniões mensais e dos Fóruns são cobertas pelas empresas ou pelos integrantes que assumem o patrocínio desses encontros ou, ainda, por entidades que têm interesse em associar o seu nome aos eventos promovidos pelo Grupo.

A sobrevivência desse Grupo deve-se, essencialmente, ao esforço, ao interesse e à motivação dos seus integrantes.  Obviamente, há os que “carregam o piano”, ou seja, os que dedicam mais tempo do que os demais, organizando as reuniões mensais, por exemplo. A organização dos Fóruns, que normalmente acontecem nos meses de setembro, começa no mês de março com o brain storming para a descoberta do tema central, conteúdo e indicação de conferencistas e moderadores, busca de local para a realização e de patrocínio. Normalmente, os mais antigos se dedicam a estas empreitadas, são importantes nos bastidores e preferem permanecer no anonimato. 

Ao longo de todos esses anos, o GERH manteve-se forte e coeso, mas, algumas vezes, com altos e baixos no que diz respeito à frequência às reuniões mensais, uma circunstância que afeta a todos os grupos informais devido ao nível de assoberbamento, principalmente, dos executivos de empresas, nos tempos atuais de muitas mudanças e cobrança por resultados. Há apenas uma regra inflexível no GERH, que se refere à admissão de novos integrantes. Só podem ser apresentados e aprovados executivos que estejam empregados ou em fase de transição entre duas empresas. Por outro lado, aqueles que se aposentam tornam-se consultores ou empresários não têm a obrigação de deixar o grupo. O apego entre os seus integrantes é tão intenso, que a eventual exclusão de qualquer um – por excesso de ausências, por exemplo – é sempre um trauma com impacto em todo o grupo.

Alguns de nossos colegas são destaques no cenário nacional de Recursos Humanos, são formadores de opinião, reconhecidos e premiados. Wagner Brunini é diretor do Sindicato Patronal dos Químicos, foi vice-presidente e presidente da ABRH-SP, acumulando seis anos de atuação e foi sucedido, em 2013, por Almiro dos Reis Neto, ambos integrantes antigos do GERH. Reinaldo Frascino foi presidente da AAPSA. Felipe Westin foi diretor na ABRH-SP por seis anos e presidente do Conselho Deliberativo por mais três anos. Atuando na ABRH-SP como diretor de Grupos Informais, Darci Garçon foi encarregado de constituir o GINFORH, cuja função era a de congregar os diferentes grupos informais de RH do Estado de São Paulo.

Enio Resende escreveu e lançou 17 livros com diferentes temas ligados a RH e gestão. Fernando Barbosa Calvet é vice-presidente do Sindeprestem e da Assertem. Marcos Baumgartner é o Publisher da revista T&D – Inteligência Corporativa tendo apresentado a revista número zero aos integrantes do GERH, logo após o seu lançamento, em 1993. Milton Abrunhosa viaja anualmente aos Estados Unidos, onde participa do Congresso Internacional da ASTD, que acontece sempre em cidades diferentes, acumulando mais de 22 viagens com esse objetivo. João Francisco Toledo dá aulas de Administração de Gestão do Conhecimento em cursos de MBA, doutorado e pós-graduação em várias faculdades.

Outros colegas tomaram rumos diferentes e deixaram o GERH espontaneamente. Por outro lado, gente nova é atraída e se junta ao grupo. A renovação é necessária a fim de trazer “sangue novo”, garantir atualidade e continuidade ao Grupo, além de reforçar os laços que nos unem.  Milton Abrunhosa está no GERH desde 1981, reside no Rio de Janeiro e, raramente, deixa de comparecer às reuniões mensais e aos Fóruns. Há os que deixaram o nosso convívio definitivamente, mas permanecem em nossa memória: José Roberto Marcondes, Waldir Vetorazzo e, mais recentemente, Rosa Lopes.

Fóruns Anuais

Os fóruns anuais constituem uma das marcas registradas do GERH desde a sua fundação.  Ao longo do tempo, tornaram-se uma preocupação daqueles integrantes que assumem a sua organização, cujo desafio tem sido o de fazer com que o evento do ano seja melhor do que o anterior. Felizmente, isto é quase sempre possível porque os seus organizadores, ao refletirem sobre a criação do tema geral e o seu conteúdo, miram sempre o futuro tendo o passado apenas como referência.  Vale lembrar alguns de seus melhores momentos.

A finalidade do I Fórum foi o de propiciar a gestores de RH uma oportunidade de reflexão e desenvolvimento que não teriam no local de trabalho. Um dos palestrantes, José Maranho, deu aula magistral de vida ao questionar os participantes quanto ao seu conhecimento e leitura de obras de Filosofia e criticando os presentes, na maioria jovens gestores, pela falta de embasamento cultural e filosófico mais sólido, que desse sustentação as suas práticas como gestores de Recursos Humanos.

O I Fórum serviu como modelo seguido até nossos dias.  O tema central do II Fórum girava em torno da pergunta chave: O que pode a empresa fazer pelos seus recursos humanos em momento de crise? Realizado há uma geração atrás e dez anos antes de Fernando Collor, destacaram-se comentários sobre a conjuntura econômica preocupante, excesso de gastos públicos, ineficiência da máquina estatal, insegurança, insatisfação, a incerteza do ser humano naquele ambiente, o aumento da capacidade crítica das pessoas, mais contestadoras, a crescente organização de interesses coletivos para a busca de direitos.

Em 1991, antecipando-se ao tempo, o tema central do Fórum foi Florescimento da Cidadania e, em 1992, Ética, questões essas que só vieram a se tornar modismo bem mais tarde.

 O tema Cidadania abriu espaço para que dois dos atuais integrantes, Fernando Carvalho Lima e João Francisco Toledo, divulgassem os Princípios de Cidadania, por meio de palestras em 18 grupos informais, empresas, associações e faculdades.  Esse Fórum inspirou, também, o nosso colega Ênio Resende a escrever e publicar, em 1992, o livro Cidadania – O remédio para as doenças culturais brasileiras. João Marcos Varella deu início a outro movimento, Meninos de Rua. Por sua vez, Robert Henry Srour, um dos palestrantes do Fórum sobre Ética, também lançou um livro sobre esse tema.

Nos dias 15 e 16 de outubro de 1992, o GERH – representado por José Emidio Teixeira – e a ABTD realizaram, na PUC- SP, seminário internacional intitulado Educação e Cidadania, com o apoio de uma empresa francesa – Polynome – que promoveu um evento similar na França e intermediou a vinda de especialistas europeus como expositores.

A marca Excelência Pessoal foi o título dado ao Fórum realizado em 1995, por proposta de José Roberto Marcondes de Campos. Durante alguns anos, por sugestão de Arnaldo N. Giannini, esse título passou a ser a denominação permanente dos fóruns como homenagem do grupo a esse nosso colega, falecido em 1996. E assim foi até 2003.

Em 2005, ano do XXV Fórum, o GERH realizou o Fórum Jovem, planejado e conduzido por Luiz Visconte e Vicky Block.  Nesse evento, que reuniu 20 rapazes e moças, filhos de integrantes do grupo, foram discutidas questões de trabalho, carreira e futuro.

Em 2009, assombrados com o crescimento dos escândalos e da corrupção no meio político do país, envolvendo todos os poderes, o GERH desenvolveu como tema do Fórum A Crise de Valores da Sociedade Brasileira, chamando a atenção para o fato de que não havia intenção dos dirigentes em combatê-la nem perspectivas para a solução de problemas importantes ligados à saúde, educação, segurança e trabalho. Além disso, discutiu-se o absoluto alheamento da sociedade a tais fatos, bem como a ausência de quaisquer manifestações ou sinais de indignação.

Para os que estiveram presentes, vale lembrar um acontecimento que não nos foge da memória. Quando se realizava o I Fórum, em 1982, Milton Abrunhosa, enquanto caminhava da recepção do hotel para o auditório principal onde se realizava o Fórum, precisou passar próximo ao local onde se situava o bar, que estava às escuras.  Num percurso de 50 metros, não observou que, próximo a uma escada havia um vão, e caiu de uma altura de 2 metros, desmaiando por uns segundos. Ao recuperar-se, buscou ajuda. Foi levado a um pronto socorro de Embu das Artes e não pode ser atendido porque não tinha a carteira profissional… Foi levado, então, para um hospital em São Paulo, na av. Dr. Francisco Morato, onde constataram que não havia sofrido fraturas. Persistente como ele sempre foi, continuou no evento usando uma tipoia…                                                      

Mais uma particularidade do Fórum GERH: em todos os anos acontece o “teatro”.  Trata-se de uma peça satírica, organizada por alguns dos integrantes do grupo e apresentada num intervalo do Fórum. O “teatro” é uma ação geralmente organizada e dirigida pelo José Emidio Teixeira e desempenhada por vários integrantes (Elisio, Silno, Márcia, Iaci, Gérlia, Luiz Felipe, Lúcia Videira). A sátira procura sempre ironizar os próprios integrantes e os palestrantes que se apresentam durante o Fórum. O “teatro” foi precedido por outro show inesquecível, na época chamado show de rádio, comandado por César Foffá, ex-integrante do grupo, na época ex-profissional de locução radiofônica.

Os fóruns anuais do GERH são sempre abertos a convidados, amigos ou conhecidos atuantes em RH. Essa prática favorece o networking e é também um meio de se identificar profissionais que possam vir a ser convidados a ingressar no grupo. 

Em 2013, o GERH organizará o XXXIII Fórum de Debates. Para efeito histórico, é importante registrar que esse deveria ser o XXXII.  Ocorre que, em 1990, a equipe organizadora não se deu conta de que estava trabalhando para a organização do IX e não do X Fórum como ocorreu.

 

Finalizando

 

E assim caminhamos com a firme crença de que a mesma determinação e espírito de luta dos seus integrantes deem continuidade à existência do Grupo com o mesmo espírito democrático e tolerante que sempre deram sustentação à nossa convivência. Neste momento, é oportuno relembrar textos marcantes de uma introdução escrita por Moacir Carlos Silva, em 2002, para um book do Grupo. O texto, intitulado Trintões e Setentões, dentre outros, contém dois conceitos ainda válidos e atuais:

 

““… o nosso GERH é heterogêneo além da medida. Pergunta-se: como pessoas de origem e formação tão diversas, portadoras de tantas peculiaridades e idiossincrasias, convivendo num ambiente fermentado por paradigmas e princípios tão diferentes, podem conviver por tanto tempo e tão bem?

“… o momento mais rico de uma transição é o da simultaneidade: quando o antigo não está ainda suficientemente gasto para ser descartado, nem o novo está suficientemente maduro para assumir a titularidade definitiva. Esta diversidade é produtiva porque permite que os veteranos aprendam novas maneiras de fazer acontecer e renovem seus modelos mentais e as sua almas. E dá condições para que os novos absorvam serenidade, paciência, sabedoria…”

Os novos integrantes são sempre bem-vindos e o que se espera deles é que sejam os sucessores dos atuais veteranos e que deem continuidade ao grupo por tanto tempo quanto for possível. É certo que, na direção de um Grupo desta natureza, precisam estar habituados a emoções fortes.  Conseguir o envolvimento e a adesão espontânea não é fácil. Encher a sala de reuniões e encontrar um tema atraente para o Fórum Anual é sempre um desafio que nos acompanhou ao longo destes trinta e tantos anos.

 

** Texto original escrito em setembro de 2000 e atualizado em março, 2013.

 

CSB/DG/JFT 03/13

Semana do Trabalhador Campinas

Em comemoração ao dia do trabalho a Prefeitura de Campinas realizou uma série de eventos e serviços voltados aos trabalhadores , entre os dias 29 de abril e 04 de maio.

Entre os serviços disponíveis estavam banco de vagas e cursos de qualificação e orientação a quem procura emprego.

A ABRH-SP Regional Campinas não poderia ficar de fora ! Apoiamos este evento  que foi um sucesso e teve a participação voluntária de grande parte de nossa Diretoria.

Mais uma vez a ABRH-SP Regional Campinas cumpre seu papel de disseminar o conhecimento do mundo do trabalho a todos os públicos.

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Projeto prevê prisão para quem não repassar as contribuições ao FGTS

A Câmara dos Deputados analisa o projeto de lei 4804/12, do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), que tipifica como crime de apropriação indébita, sujeito à pena de reclusão de dois a cinco anos, a conduta de deixar de repassar à Caixa Econômica Federal, no prazo legal, as contribuições ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) recolhidas dos contribuintes.

Além disso, o projeto estipula que o empregador que não realizar os depósitos do FGTS no prazo fixado na Lei 8.036/90 pagará multas de 50% no mês de vencimento da obrigação e de 100% no mês seguinte ao do vencimento da obrigação. Pela legislação atual, as multas são de 5% e 10% para essas hipóteses, respectivamente.  A proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o plenário.

Fonte: ABRH-SP

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INDICADORES 05/05/2013

  • O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, no Diário Oficial da União, os índices de representatividade, referentes a 2013, de cada Central Sindical do país. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) registrou o maior índice (35,60%), seguida da Força Sindical (13,80%), União Geral dos Trabalhadores – UGT (11,20%), Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil  – CTB (9,20%) e a Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST (8,10%).

 

  • O índice é apurado com base na quantidade de trabalhadores filiados aos sindicatos de cada central no último dia útil do ano anterior. Em 31 de dezembro de 2012, de acordo com o apurado pelo MTE, havia 7.253.268 trabalhadores associados a sindicatos filiados a centrais sindicais.

    Fonte: ABRH-SP

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MERCADO DE TRABALHO: Programa beneficia jovens com o primeiro emprego

Gerenciado pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) e desenvolvido com empresas públicas e privadas e entidades sem fins lucrativos, o programa Jovem Cidadão – Meu Primeiro Trabalho beneficiou mais de 163,6 mil jovens em todo o estado de São Paulo ao longo dos seus treze anos de atividade, completados no dia 27 de abril.

 

Instituído durante o governo Mario Covas pelo então secretário de Estado do Emprego, Walter Barelli – hoje conselheiro da ABRH-SP -, o programa “quebra”  a principal causa do desemprego juvenil que é a falta de experiência profissional. “Vale destacar que a escolaridade também é um fator preponderante e, quando aliada à falta de experiência, potencializa a dificuldade de inserção no mercado de trabalho”, resume o secretário de Estado do Emprego, Carlos Ortiz.

 

 

Na ABRH-SP

 

Os jovens também são alvo de ações específicas da ABRH-SP, que tem procurado incentivar o trabalho e a capacitação dos estudantes que buscam iniciar sua trajetória no mundo corporativo. A entidade promove todos os anos, em conjunto com o CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola e a Toledo & Associados, o prêmio Melhores Empresas para Estagiar, que reconhece os melhores programas de estágio do estado. Além disso, estudantes até 25 anos, de todos os cursos de graduação, podem se associar gratuitamente à ABRH-SP pelo período de um ano para usufruir os benefícios e a rede de contatos da entidade.

Fonte: ABRH-SP

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RELAÇÕES DE TRABALHO: ABRH-SP promove evento para discutir as dúvidas decorrentes da PEC das Domésticas

A implantação da PEC das Domésticas, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que regulamentou o trabalho dos empregados domésticos, assegurando a essa categoria os direitos que, até então, eram aplicados apenas aos trabalhadores de empresas, ainda gera polêmica e dúvidas. “De tempos em tempos, o gestor de pessoas é submetido a autênticos desafios. O tema do momento é a PEC 66/2012. Ouso titular a dona de casa, a empregadora doméstica, a patroa, como gestora de pessoas, aliás, o é, e como é”, reflete o diretor jurídico da ABRH-SP Carlos Silva.

Muitas são as dúvidas, segundo ele. Por exemplo, pela alteração legal introduzida, os empregados domésticos passam a ter direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A questão é: como o empregador doméstico fará o recolhimento do FGTS? 

“Salvo o governo criar um novo procedimento mais facilitado, segundo as formalidades atuais, o empregador terá que obter, pelo site da Receita Federal, o Cadastro Específico do INSS. Após fazê-lo, irá recolher o FGTS por guia impressa ou pela internet. Se optar por recolher por via da internet, terá que baixar o programa do Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (SEFIP), que requer a compra de um certificado digital, espécie de pen drive com senhas. Uma complicação para muita gente”, afirma Silva.

Com a nova lei, surgem as questões relacionadas à convenção ou acordo coletivo. Pela regra sobre o assunto, sendo livre a associação sindical, será que surgirão sindicatos de empregados domésticos nos mais de 5 mil municípios brasileiros?

Há ainda outras indagações: como serão tratados os feriados? Havendo trabalho, serão pagos como horas extras? Como ficará a situação da empregada que, há muito tempo, mora na casa onde trabalha e ali permanece todos os dias. Terá direito a horas extras? Quantas? E o salário-família a ser pago? Como será feito o recolhimento do seguro contra acidente do trabalho? E quanto ao vale transporte? Qual o valor permitido para desconto?

Também é preciso definir se quem não cumprir a nova lei será punido e como. “Os fiscais do trabalho irão às residências para conferir se os empregadores estão cumprindo a lei? Serão aplicadas multas? E no caso do(a) empregado(a) doméstico ingressar com reclamação trabalhista na Justiça do Trabalho, como serão apurados os fatos? Quem serão as testemunhas?”, indaga Silva.

Para tentar responder a todas estas indagações, a ABRH-SP promoverá, no próximo dia 27, das 8h30 às 12 horas, na sua sede, um debate sobre a PEC das Domésticas. O evento tem a coordenação do Corhale – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela Associação que estuda e sugere aos órgãos legislativos propostas relacionadas às relações de trabalho.

O debate terá a participação dos especialistas em Direito do Trabalho: além de Carlos Silva, José Eduardo Pastore, advogado, mestre em Direito Social e conselheiro da ABRH-SP; José Roberto de Melo, diretor de Relações do Trabalho da ABRH-Nacional; Magnus Apostólico, diretor de Relações do Trabalho da Febraban (Federação Brasileira de Bancos); e Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Nacional.

Fonte: ABRH-SP

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Como escolher a hora certa de discutir a carga de trabalho

Você já entrou na sala do seu chefe e reclamou por estar sobrecarregado de tarefas? É uma atitude que muitos trabalhadores estão considerando tomar ao receberem uma carga de trabalho que os deixam perto do limite do estresse.

Um estudo da Harris Interactive divulgado neste mês mostra que mais de 80% dos entrevistados nos Estados Unidos estão se sentindo estressados no trabalho. A principal razão é uma carga de trabalho nada razoável causada por reduções de equipe nos últimos anos.

Segundo o diretor regional de serviços de carreira da Universidade Everest, John Swartz, embora a economia americana venha mostrando sinais de recuperação, os cortes feitos há três ou quatro anos ainda impactam a vida dos trabalhadores. “Se 83% dos trabalhadores dizem estar estressados, alguém vai chegar ao limite.”

Em vez de esperar um desastre acontecer, o melhor a fazer é conversar com o chefe – e fazer isso da maneira certa. Especialistas em carreira afirmam que tudo depende de como os argumentos são apresentados. É aconselhável também apresentar uma proposta de solução para a questão.

“A causa para a sobrecarga deve ser explicada por meio de um exemplo específico que possa ser discutido”, explica a coach de executivos Margarita Plascencia. “Se a queixa for muito genérica, pode dar a impressão de ‘choramingo’.”

Uma saída pode ser uma reflexão prévia à conversa. Antes de falar com o chefe, o trabalhador pode tentar identificar as razões para o sentimento de sobrecarga, quais são os problemas de sua vida e como ele próprio organiza a energia para o trabalho. Após essa análise, pode ser a hora de marcar uma conversa para discutir as soluções.

Toda a preparação não elimina, no entanto, a possibilidade de momentos constrangedores. “Se o empregado não se coloca da maneira correta, pode dar a impressão de que não está se esforçando o suficiente e de que não pensa na equipe como um todo”, diz Scott Moss, presidente da construtora Moss, de Fort Lauderdale, na Flórida.

Isso não quer dizer, segundo o executivo, que seria melhor o funcionário ficar calado. “Prefiro que eles digam o que sentem do que ver a empresa sofrer.”

Clique aqui para ler a matéria na versão original.

Fonte: O Estado de São Paulo

Autor: Cindy Krischer Goodman, The Miami Herald


Força pede gatilho salarial trimestral e divide centrais

O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, vai defender como principal bandeira amanhã, na festa de 1º de Maio em São Paulo, a volta do chamado gatilho salarial, mecanismo pelo qual os reajustes para os trabalhadores aconteceriam de pelo menos três em três meses. “Não dá para aguentar um ano para ter reajuste com essa inflação galopante”, disse Paulinho. Segundo ele, as categorias com data-base em maio, como construção civil e vestuário, já disseram que vão colocar essa pauta em discussão. A proposta da Força, no entanto, não tem o apoio das demais centrais que estarão na comemoração do Dia do Trabalhador.

Pascoal Carneiro, secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), disse que não é a favor de indexar salários à inflação, pois isso não ajuda os trabalhadores. “Em vez de resolver, pode aumentar a inflação”, avaliou Carneiro. De acordo com ele, a CTB continuará defendendo as principais demandas dos trabalhadores, como a redução da jornada de trabalho para 40 horas e o fim do fator previdenciário.

José Gonzaga da Cruz, secretário-executivo da União Geral dos Trabalhadores (UGT), confirma que a questão do gatilho salarial “não é uma bandeira comum”. “Já tivemos indexação no passado e a inflação chegou a 1.400% ao ano. Tínhamos recomposição, mas sem nenhum ganho real”, disse Cruz.

Paulinho, no entanto, rejeita a tese de que o gatilho salarial poderia agravar a inflação. “Nenhum trabalhador faz a inflação. Não posso concordar com esses (economistas) iluminados que puxam o saco do governo e usam esse argumento. Somos vítimas”, disse o deputado, reforçando que o papel das centrais é proteger o trabalhador.

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Fonte: O Estado de SP

Autor: Carla Araújo


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